Eu amo o pau do meu irmão

Publicado por: jillian em 23/11/2020
Categoria: Incesto Hetero
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Meu nome é Julia e esta é a história de como eu me apaixonei pelo meu meio-irmão por parte de pai e tive um caso com ele por vários anos. Minha mãe faleceu quando eu era muito nova e meu pai se casou com outra mulher que também tinha um filho da minha idade. Crescemos juntos, sempre fomos muito próximos e tínhamos um bom relacionamento. Quando eu virei adolescente, comecei a ter uma vida sexual extremamente ativa, já tinha ficado com todos os garotos da rua onde eu morava e com alguns dos amigos do meu irmão também, mas nunca tinha olhado para ele como eu olhava para os outros, afinal, ele era como um verdadeiro irmão pra mim que me protegia e pelo qual eu tinha grande admiração. Ele também me olhava dessa maneira e me respeitava pois eu podia andar só de calcinha pela casa que nunca percebia seus olhares. Na verdade, eu achava ele meio nerd e tímido e que não gostava muito de sexo pois nunca via ele com namoradas, mesmo sendo muito bonito. Eu sempre chamava ele para sair com as minhas amigas, pois tinha certeza que elas se interessariam por ele, mas ele nunca animava.

Até que um dia, quando estávamos sozinhos em casa, eu dei falta de uma sandália minha e comecei a procurar pela casa. Não achava de jeito nenhum e fui perguntar se ele tinha visto. Estava tão nervosa porque não conseguia encontrar que esqueci de bater na porta pra pedir licença e entrei de uma vez, perguntando aflita se ele sabia onde tava. Foi quando eu vi uma cena marcante, o meu meio-irmão assistindo um filme pornô batendo punheta. Eu fiquei com muita vergonha e sem-graça, só consegui pedir desculpas e virei de costas como se nada tivesse acontecido. Me senti muito errada porque ele estava num momento particular e não respeitei a sua privacidade.

Rapidamente esquecemos isso e agimos normalmente. Porém, alguns dias depois, eu estava no meu quarto me masturbando, como sempre faço quando estou sozinha, e não sei porque mas de repente pensei na cena do meu irmão com o pau na mão e como o pau dele era grande e quando eu percebi estava imaginando o pau dele gozando dentro de mim. Comecei a ficar confusa e me sentir muito errada por pensar essas coisas do meu irmão. Será que eu estava com problemas psicológicos? No fundo, eu sabia que isso era errado e poderia dar um grande problema para a família inteira. Mas não adiantava reprimir esses pensamentos, pois justamente por ser errado essa situação me dava mais tesão. A minha cabeça fez tipo um click, como se tivesse caído uma ficha. De repente, se despertou uma curiosidade enorme de saber como ele gozava.

Se passaram alguns dias, eu esqueci esses pensamentos e estava saindo com outros gatotos, mas teve um dia em que estávamos sozinhos e me deu vontade de provocar ele pra ver sua reação. Ele estava deitado no sofá da sala assistindo TV e fui conversar com ele:

- E aí, o que você está fazendo?

- Assistindo TV - respondeu desinteressado.

- Meu Deus, como você é chato - eu falei dando um soquinho nele - Quando você vai sair comigo e as minhas amigas pra se divertir?

- Eu não gosto de festa. Quero só ficar em casa, ok? - falou me tirando.

- Como você é chato e nerd, nem acredito que somos irmãos, eu não puxei esse lado da família.

Eu comecei a passar a mão na coxa dele, fazendo carinho e ele disse, me zoando:

- Eu não sou chato, só não gosto de fazer as merdas que você e suas amigas fazem.

- Que merdas que você está se referindo? Olha, você é muito bonito. Eu realmente acho que você deveria sair com as minhas amigas pois elas com certeza adorariam tem conhecer.

- Eu não quero pegar as suas amigas putas.

- Você não precisa pegar as minhas amigas putas - eu comecei a rir - Eu posso te arrumar outras garotas da festa também.

- Tô de boa, também não gosto de dançar.

- Vamos, por favor, você é tão lindo, eu posso te ensinar a dançar também.

Ele continuou negando minhas investidas, me zoando de puta e falei desafiando ele:

- Mas mesmo assim, qual o problema? A não ser que você tenha uma namorada. Afinal, cadê a sua namorada, irmãozinho?

- Eu não tenho namorada - ele era virgem mas não queria admitir.

- Por que não? Você é tão gato - continuava passando a mão na coxa dele e comecei a morder o meu lábio e inclinar o corpo pra frente mostrando meu decote - Entao você não consegue arrumar uma namorada e por isso fica vendo pornô?

Ele tirou a minha mão da coxa dele e ficou bravo dizendo que não via pornô. Eu falei:

- Para de ser nerd, vamos, me fala, eu quero saber qual tipo pornô você fica assistindo no quarto. Você não fica vendo vídeos com garotas parecidas comigo e pensando em mim não, né? A não ser que você seja um pervertido - e dei uma piscadinha.

- Eu gosto de assistir.... Não, eu não vou falar sobre esses assuntos com você. Você é minha irmã e isso tá ficando esquisito.

- Você sabe qual tipo de pornô eu acho mais excitante? Pornô de incesto - falei mordendo meus lábios com cara de safada - Eu adoro ver irmãos transando. Eu sei que é loucura, mas eu me amarro, o que você acha?

- Você é maluca. Não, isso é nojento e muito errado. Eu vou fingir que não estamos tendo essa conversa. Sai daqui, vai embora pro seu quarto.

- Como você é lerdo... Tudo bem, eu só vou pesquisar nos históricos do seu computador depois - disse me levantando pra ir embora, nitidamente perdendo o interesse e broxando - Tchau, seu nerd chato, fracassado...

No dia seguinte, estava tocando siririca no meu quarto quando comecei a pensar se o meu irmão também poderia estar se masturbando no quarto dele naquele exato momento em que eu também estava. Fiquei tão curiosa que fui verificar. Estava com uma camisa bem comprida, que eu tinha roubado dele pra me masturbar sentindo o seu cheiro, e sem nada por baixo. Abri a porta na cara dura e como eu esperava, ele estava com aquele pauzão na mão. Eu comecei a rir e falei:

- Você está batendo punheta, seu safadinho?

- O que você está fazendo? Sai daqui - respondeu todo constrangido e com muita vergonha pois era muito tímido.

- Deixa eu ver, por favor? Vamos, deixa eu ver você batendo punheta?

- Não, eu não gosto dessas coisas. Respeita minha privacidade. Você é maluca.

- Por que não? Você nunca quis ver os peitos da sua irmã? Vamos, bate uma pra mim olhando para os meus peitos - falei colocando meus peitos para fora e lambendo meu mamilo, quando percebi que ele tocava o seu pau - Humm, então você gosta dos peitos da sua irmã né? - e virei de costas levantando a blusa e mostrando pra ele minha bundinha sem calcinha, abrindo e empinando ela pra mostrar o cu e a buceta - Você gosta disto aqui também, irmãozinho?

- Para, por favor, eu não vou conseguir me concentrar e bater uma enquanto você estiver aqui porque isso é estranho.

- É? Então eu posso tentar bater pra você? Por favor, você é o meu irmão e eu quero te provar - falei me ajoelhando e comecei a chupar o seu pau - Eu sei que você também quer isso.

Ele acabou se entregando e relaxando com a minha boquinha. Assim que os meus lábios tocaram a cabeça do seu pau, ele parou de demonstrar qualquer resistência e começou a gemer. Eu sentia o pau dele cada vez mais duro e falei:

- Ops, estou chupando o seu pau e você ainda não me impediu.... Você gosta da boquinha da sua irmã né? Olha só como o seu pau está tão duro! Podemos fazer isso todo dia se você quiser, antes da escola, depois do almoço e a tarde toda.

- Você sabe que nossos pais podem chegar a qualquer momento do trabalho né?

- Shhhh... Eles não precisam saber de nada. Esse vai ser o nosso segredinho. Você quer me comer? Por favor, quero muito que você me coma agora, irmãozinho.

Ele me comeu de quatro e depois fizemos papai e mamãe. Eu gemia e rebolava no pau dele igual uma puta e ficava falando toda hora: Eu te amo irmãozinho ou então eu amo gozar no seu pau, irmãozinho, você me come tão gostoso, irmãozinho e pedindo pra ele gozar dentro de mim pra gente fazer um filho. Ele só respondia: Você é maluca. A gente ficou metendo um tempão até que eu pedi pra ele gozar nos meus peitos porque nossos pais deviam estar chegando. Ele gozou e eu falei: Obrigada, eu te amo irmão e saí do quarto dele brincando, dizendo que iria mostrar os meus peitos gozados para os nossos pais e dando risada.

Depois que eu dormi e acordei, porém, bateu um arrependimento tão profundo que eu fiquei com depressão. Me sentia um lixo como se eu tivesse feito uma coisa muito errada. Cheguei a conclusão que tinha ido longe demais nas minhas fantasias eroticas e que tinha um problema mental muito grave. Fiquei tão arrependida que não conseguia nem olhar para a cara do meu irmão com tanta vergonha e nojo da gente ao mesmo tempo e fiquei um tempão sem falar com ele também. Quando almoçávamos com nossos pais, ficava um silêncio constrangedor e um clima pesado na mesa e eles não entendiam nada do que estava acontecendo entre a gente. Eles tentavam conversar comigo sobre isso mas eu não falava nada.

Depois de umas duas semanas evitando meu irmão e sem falar com ele, num belo dia de tarde, eu estava preparando um lanche na cozinha quando ele passou do meu lado e apertou minha bunda. Eu falei bem séria:

- Que porra é essa? Por que você pegou na minha bunda?

- Eu não peguei na sua bunda - falou cinicamente com uma risadinha

- Você não percebeu que eu não estou mais nessa vibe e não quero nada contigo? Me deixa em paz.

- Eu só queria saber como você está. Você esta tão estranha ultimamente e não conversa comigo há um tempão. Eu sinto a sua falta. Está tudo bem com você?

- Sim, estou me sentindo melhor depois da merda que a gente fez. Estou me recompondo e colocando minha cabeça no lugar.

Ele continuou tentando pegar na minha bunda e nos meus peitos e eu falava pra ele parar porque não queria mais isso pra mim.

- Mas você queria aquele dia e ainda disse que me amava.

- Eu não sei o que eu estava pensando quando disse isso. Eu não consigo mais lembrar de nada do que aconteceu. Meu Deus, que tipo de irmão você é?! Tentando pegar na bunda da sua irmã desse jeito! Você não sabe que isso é errado? Eu não estou mais nessa vibe, vai embora, me deixa em paz.

Alguns dias depois, eu estava no banho quando de repente meu irmão entrou pelado invadindo meu banheiro e eu gritei bem alto e assustada, mandando ele embora. Ele começou a me agarrar e dizer que me amava, que eu estava torturando ele com aquele gelo, que não conseguia parar de pensar na gente e como foi bom quando a gente transou junto. Eu falava que não lembrava de nada disso, que isso era errado, chamando ele de pervertido doente, mas mesmo assim ele me agarrava cada vez mais forte, me puxando pelos cabelos para baixo pra chupar o pau dele e implorando pra ficar comigo. Eu sentia o pau dele duro roçando em mim, o que me fez começar a gostar porque ele tentava me pegar com tanto força que parecia que estava me estuprando e isso foi me dando tesão. Então falei pra ele me prometer que esta seria a última vez. Ele me botou de pernas abertas na pia e começou a me comer com brutalidade. Eu sentia todo aquele apetite veroz dele, como se ele fosse algo poderoso me dominando e o seu desejo incontrolável de querer me comer a todo custo, junto com aquela cara de mau que ele fazia e isso foi me deixando inevitavelmente extremamente molhada. E ele foi percebendo isso e me comendo com cada vez mais força. Eu simplesmente não conseguia evitar de gostar dessa situação porque ele é tão gostoso e me comia de maneira selvagem, gemendo e urrando bem sensualmente com aquela voz grossa igual um verdadeiro animal. Eu gosto de sexo selvagem e neste dia meu irmão me surpreendeu, jamais imaginei que o meu irmão nerd e tímido tivesse tanta atitude e fosse tão gostoso e malvado desse jeito. Enquanto ele me estocava bem forte lá no fundo, eu gemia bem baixinho igual uma presa indefesa, assustada e com medo sendo devorada por um predador, dizendo:

- Eu não quero isso mais, isso é errado. Não podemos mais fazer isso, por favor, para.

Ele tentava me beijar e eu virava o rosto dizendo não, que isto já era o suficiente, enquanto ele me segurava pelo pescoço, me sufocando, ou pelo rosto, enfiando o dedo na minha boca com cara de psicopata e me obrigando a dizer que o amava - Eu te amo... Eu te amo, irmão - eu dizia bem baixinho com cara de sofrimento. Porém, uma hora comecei a gozar e gemer sem parar, tendo vários espamos de prazer, mas sempre pedindo para ele parar dizendo:

- Para, por favor, você tá fazendo sua irmã gozar no seu pau e isso é errado. Não faz isso comigo, por favor, eu não quero ter que gozar no pau do meu irmão de novo e de novo... Ai, eu não consigo não gozar no pauzão do meu irmão. Isso não é justo, o seu pau é tão gostoso pra caralho que eu gostaria que isso não fosse pecado.

Comecei a gozar várias vezes, na sequência, e aproveitando a sensação mexendo no meu clítoris:

- Uuhh, você me come tão gostoso. Desculpa não ter deixado você fazer isso naquele dia. Eu também estava morrendo de vontade. Eu te amo, irmão.

Tive um orgasmo tão intenso e duradouro que me fez começar a gritar bem alto, num berro que crescia gradualmente conforme eu sentia o orgasmo crescendo e subindo dentro de mim, seguido de uma sensação maravilhosa de se chegar ao sétimo céu várias vezes, uma seguida da outra em intervalos curtos mas em grande quantidade, o que me fez gritar varias vezes e ficar me contorcendo, virando os meus olhos como se estivesse tendo convulsões. Porém, justamente no clímax, de repente percebemos o carro dos nossos pais estacionando na garagem. A adrenalina subiu a cabeça e ficamos com bastante medo. Ele gozou rapidamente dentro da minha buceta e foi correndo pro quarto dele. Antes de sair, ainda dei um beijo ardente nele e disse que o amava. Ele só me olhou com uma cara misteriosa e saiu apressado, me deixando terminar o meu banho. Ainda fiquei um tempo ali no banho para me recompor, com as pernas bambas de tanto gozar e não conseguia nem ficar de pé, toda desidratada de tanta energia e fluidos que eu liberei durante o ato, quase desmaiando de êxtase e com o corpo dormente, sentindo meus hormônios à flor da pele e toda aquela montanha-russa de emoções junto com a sensação maravilhosa do pau dele dentro de mim no meu útero, sentindo esta sensação bem nos nervos da vagina. Na verdade, fiquei sentindo o pau dele por dias depois dessa trepada. Esta foi uma das experiências mais eróticas da minha vida e o sexo mais gostoso e intenso que eu um dia imaginei poder fazer.

Depois desse dia voltamos a nos falar e agir normalmente, mas eu procurava manter uma distância saudável dele e só cumprimentava e falava com educação. Eu ainda estava processando o que estava acontecendo e comecei a ficar um pouco confusa também pois ele agia como se nada tivesse rolado. Até que depois de uma semana, eu estava no meu quarto mexendo no celular só de calcinha e blusinha na cama, quando ele entrou pra falar comigo e começou a pegar suavemente na minha coxa abrindo minha perna. Eu perguntei calmamente:

- O que você está fazendo?

- Não consigo estudar - e começou a pegar na minha buceta.

- Não. Eu estou saindo com alguém e vou encontrar ele mais tarde. E de qualquer maneira a gente também não pode fazer isso poque podemos ser pegos e....

- Ninguém vai ver. Nós já fomos pegos antes? - e começou a levantar minha blusa pra ver o meu peito.

- Nós realmente não podemos, sinto muito, mas não rola - e ele continuava apalpando minha buceta - Você não ouviu o que falei? Para!

- Vamos, por favor, isso é besteira, nossos pais não vão chegar durante umas quatro horas pelo menos.

- Mas e se eles chegarem e formos pegos?

- É impressão minha ou você está ficando molhadinha?

- Isso não é da sua conta! Você sabe que eu também gostaria, mas não podemos. Você pode bater uma punheta do meu lado e gozar na minha coxa, se você quiser, mas só isso.

- Sério? Bater uma enquanto olho pro seu corpo? Que loucura.

- Sim, quer dizer... se você realmente precisa aliviar e dar uma gozada...

- Você realmente não quer sexo?

- Nós não podemos.

Ele botou o pau pra fora e começou a se masturbar enquanto eu agia indiferente, mexendo no celular e toda hora perguntando com cara de entediada: Você já acabou? Ele puxou minha calcinha de lado e começou mexer o dedo na minha buceta que realmente estava molhada.

- Não é pra pegar muito, só um pouco.

- Ok.

Mas ele não parava de mexer na minha buceta molhada. Eu comecei gemer e essa parece que foi a senha para ele continuar, pois foi descendo com a boca pela minha coxa, beijando e passando a língua até chegar na minha buceta, chupando ela com gosto durante muito tempo e depois transamos a tarde toda. Dessa vez, ele parecia menos tímido e falava altas putarias comigo. Depois que a gente gozou, ele disse;

- Viu? Você também gosta de fazer isso, não é?

- Você sabe que eu AMO isso, mas ninguém nunca pode descobrir sobre a gente.

- Você acha que podemos continuar fazendo isso mais vezes se ficar só entre a gente?

- Sim, com certeza. Você é o melhor irmão do mundo.

- Diga que você gosta do pau do seu irmão.

- Eu amo o pauzão do meu irmão.

- Eu te amo irmã.

- Tambem te amo, irmão.

Mais tarde, eu me arrumei pra sair com o garoto que eu havia combinado. Fomos para um show onde bebemos um pouco e ficamos bêbados, mas acabamos discutindo e nosso encontro não deu muito certo. Eu fiquei me perguntando por quê eu perderia meu tempo com boy lixo sendo que eu tinha um irmão gostoso pra me comer em casa. Já era tarde da noite, eu peguei um taxi de volta pra casa, entrei sorrateiramente no quarto dele e fiquei admirando por um instante o seu pau duro enquanto ele dormia. Eu tava meio bêbada, mas sem fazer barulho, eu comecei a chupar ele tentando não acordá-lo. Não demorou muito pra ele despertar surpreso com o meu boquete. Ele me perguntou sobre o meu encontro e eu respondi enquanto chupava:

- Foi uma droga porque eu não conseguia parar de pensar na piroca grossa do meu irmão... Eu posso continuar vindo no seu quarto nesse horário? Esse vai ser o nosso segredinho, ok? Mas você vai ter que me comer bem forte e gostoso como naquele dia no banheiro - e transamos, quietinhos, tentando não fazer barulho pra não acordar ninguém, até quase de manhã, quando eu voltei para o meu quarto antes dos nossos pais acordarem.

Desse dia em diante, nossas transas passaram a ser mais constantes. Passamos por uma fase em que eu só conseguia gozar com o pau do meu irmão, só queria dar pra ele e perdi completamente o interesse nos outros garotos. Assim que os nossos pais saíam de casa, eu já chegava pulando em cima da rola dele dizendo que finalmente havia chegado a hora dele comer a minha buceta apertada e como eu ficava ansiosa por isso e era sortuda por ter o melhor irmão do mundo com um pauzão grande e gostoso. Sempre tomávamos cuidado para ninguém descobrir e era muito excitante transar escondidinho com ele. Geralmente fazíamos quando estávamos sozinhos de tarde ou de madrugada sem fazer barulho. Também havia momentos em que eu gostava de provocar ele indo seminua para o seu quarto fazer alguns exercícios como agachamento e alongamentos de uma maneira bem sexy. Ele ficava me observando um tempo e depois chegava em mim por trás dizendo algo do tipo:

- Por que você está no meu quarto vestida igual puta abrindo as pernas desse jeito? Você está querendo seduzir o seu irmão?

- Eu não estou querendo te seduzir, seu bobo. Apenas estou me exercitando com uma roupa confortável dentro da minha casa. É voce quem está ficando com vontade, não eu. Eu nem mesmo estou com a depilação em dia, você quer que eu te mostre pra provar?

- Me mostra, por favor, deixa eu ver... Isso não é justo, você vem aqui toda gostosa desse jeito fazendo eu ficar de pau duro, a culpa é toda sua... Eu conheço um exercício muito melhor que a gente pode fazer junto, o que você acha?

- Você está ensinuando que quer fazer sexo com a sua irmãzinha? Olha só pra você, como você é pervertido, você não sabe que isso é errado? Eu não sou responsável pela sua ereção. Por que você não arruma uma mulher que não seja a sua irmã pra resolver isso pra você, com tanta solteira disponível no mundo? Mas você tem razão, isso não é justo. Nossa, você está realmente muito duro... Você é um irmão muito mal, muito mal...

Geralmente era assim que funcionava. Era uma maneira que a gente usava para brincar e demonstrar o nosso carinho. Para a gente, era como aquelas brincadeira típicas de irmãos que ficam se zoando e todo mundo faz, só que a gente trepava depois. Ou então, às vezes, por exemplo, ele ia atrás de mim no meu quarto para me provocar fazendo cócegas em mim, me fazendo rir sem parar igual criança e dizendo várias coisas engraçadas enquanto me bulinava - Para, seu tarado. Eu vou me arrepender disso depois - eu dizia ficando muito excitada com o senso de humor dele. O safado sabia muito bem como jogar esse jogo comigo e brincar com as minhas emoções, me provocando sensualmente, e isso se dava devido ao nosso alto grau de entrosamento e intimidade característico de irmãos que são bem unidos, porém, sabíamos muito bem disfarçar isso na presença dos outros. Também havia momentos em que agíamos normalmente, conversando sobre a vida cotidiana como se fóssemos apenas irmãos e amigos trocando experiências e conselhos, principalmente sobre a vida amorosa. Depois, eu ainda acabei conseguindo apresentar ele para as minhas amigas que ficaram com ele também e eventualmente ele também namorou outras garotas, o que fazia eu ficar com muito ciúme e dar em cima dele. Nessas horas ele ficava me rejeitando, o que me deixava com ainda mais vontade e me obrigava a apelar jogando bem sujo, com todo o meu charme do jeito mais puta possível para ele não ter como resistir e trair elas comigo. Gostava de ficar me masturbando em todos os lugares da casa pra ele ver, no banheiro dele, na pia da cozinha, nas escadas, na garagem, na sala. Ele ficava se esquivando de mim mas uma hora chegava pra mim bem sério e dizia:
- Nós precisamos conversar... - e eu começava a sorrir pra ele com cara de safadinha - Você tem um problema. Você não pode ficar se masturbando toda hora pela casa. Por que você não faz isso no seu quarto?
- Eu sei, mas eu simplesmente não consigo controlar. Eu fico toda hora com tanto tesão em você que eu não consigo mais fazer nada, apenas me masturbar pensando em você sem parar. Sabe aquele dia que você me encontrou na garagem? Então, eu estava indo encontrar minhas amigas mas antes de sair eu te vi e fiquei toda molhada, quando eu me dei conta cai no chão e comecei a me tocar sem querer. Isso é mais forte do que eu e não sei como posso resolver o meu problema. Você acha que pode me ajudar? Eu sei que vocé tá namorando, mas... Por favor...

Eu sempre conseguia o que queria e depois ficava quicando e rebolando no pau dele dizendo:

- A sua namorada não é tão gostosa como a sua irmã, não é? Eu sei que eu sou mais gostosa do que ela porque você também é gostoso. Eu apenas sou parecida com você porque temos a mesma genética. Você que é o gostoso aqui e merece uma pessoa tão gostosa como nós dois. Fala pra mim como você prefere comer a sua irmã do que a sua namorada.

- Nossa, isso que você me falou me deu muito tesão. Minha namorada não sabe ser tão puta e safada como você e nem tem a bucetinha tão apertada como a sua. Sem dúvidas, você é a minha putinha preferida.

- A minha bucetinha é tão apertada e os meus seios tão fartos quanto o seu pau é grande, grosso e você é gostoso. Isso é genética, irmão... Seu pau faz minha buceta gozar de um jeito tão gostoso que só você consegue fazer. Minha buceta ama o seu pau.

- Onde você aprendeu a ser tão puta desse jeito? Não foi essa criação que nossos pais te deram...

Da mesma forma, ele também era ciumento e ficava me perguntando se eu gozava com os meus namorados. Eu adorava provocar ele com a dúvida e nunca respondia essa pergunta, o que fazia ele ficar puto e tentar me comer antes dos meus encontros com eles, o que também me deixava sempre irritada e muito brava com isso e a gente começava a brigar, mas eu acabava não resistindo e ficava com muito tesão quando ele falava algo bem dominador pra mim do tipo: Você só vai encontrar o seu namorado hoje depois que eu te comer com esse vestido que ele te deu e gozar na sua boca. Eu só respondia Ok e fazia sim com a cabeça de maneira bem submissa, obedecendo tudo que ele mandava igual uma escrava sexual. Ele me puxava pelos cabelos e batia na minha bunda dizendo que eu era uma garota malvada que traía os namorados com o irmão e merecia apanhar por causa disso, enquanto eu dizia que o pau do meu irmão é bem maior e me fode melhor que o do meu namorado.

Era muito curioso também o fato de como a gente parecia buscar sempre se relacionar com pessoas parecidas conosco. Era incrível como as namoradas dele pareciam comigo e vice-versa. Às vezes a gente até comentava sobre isso tirando sarro do outro. Parecia que realmente éramos apaixonados em nosso subconsciente e era muito bom quando eu ficava carente, após um término de namoro, poder se consolar e transar com ele - Eu te amo irmão, prometa que você nunca vai me abandonar - era o que eu dizia pra ele nesses momentos. Esse nosso romance continuou por vários anos, até mesmo depois na vida adulta, embora com menor frequência porque uma hora ele se casou e foi morar em outra cidade. Passei muito tempo me perguntando se ele foi embora por minha culpa e às vezes até chorava de tanta saudade dele, mas ele sempre arrumava uma desculpa pra me visitar e se hospedar na minha casa, principalmente quando eu estava solteira morando sozinha. Ele tentava dormir no sofá mas eu sempre arrumava um jeito de arrastar ele pro quarto pra dormir junto comigo na minha cama:

- Você sabe que não precisa dormir no sofá e que pode dormir na cama comigo. Eu não entendo... Você está tão diferente e não quer nem mais dormir comigo, isso é tão estranho. Por que você tá assim comigo?

- Não, Julia. Não podemos mais fazer isso. Isso foi só uma fase há muito tempo quando éramos jovens. Agora estou em um outro momento da minha vida e casado.

- Você não pensa mais em mim nem um pouco? Por favor, irmão, eu sinto tanto a sua falta, eu quero você... Esse é o nosso segredinho...


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