os pecados da mente parte2

Publicado por: herege em 23/08/2021
Categoria: Fetish
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Tal qual uma égua no cio, a bucetinha dela espumava, formando borbulhas em volta do seu entumecido grelo, que pontudo parecia ate mesmo um pequenino pênis, chafurdado nos líquidos abundantes, que eram expelidos das suas entranhas, seus olhos estavam marejados as lagrimas , borravam sua maquiagem, manchas escuras escorriam por suas faces ,pois lagrimas   teimavam em escorrer dos seus olhos, Carol chorava soluçante , seu peito arfava, mas não era um choro de sofrimento, era algo luxurioso, sensual, pervertido pecaminoso.
Alberto manietado sobre a cadeira na sala ao lado, possesso ouvia aqueles lamúrios , impossibilitado de se locomover, sem nem mesmo entender toda devassidão que se apossara da sua virginal noiva.
Pois mesmo na sua ingenuidade pode perceber, que Carol estava aceitando aquela situação abominável, e correspondia e aceitava de bom grado o domínio do seu algoz que a tinha dominado sem nem mesmo dizer uma única palavra.
Que estranho fascínio aquele negro enorme, conseguira exercer sobre ela, o que acontecera?, para que ela estivesse agindo daquela maneira, algum distúrbio mental poderia ter ocorrido? Quando o pânico tomou conta da sua frágil menina indagava a si mesmo o cético Alberto.
Que somente então, percebeu a portentosa ereção que estava tendo, blasfemou contra si mesmo, tentando lutar contra algo indesejado impensado , pela sua mente, mas que seu corpo teimava em manter e um calor abrasador, que percorria suas veias, incrédulo percebeu que seu grau de excitação , era algo anormal, e mesmo impossibilitado de ver o que ocorria naquele quarto ao lado todos seus instintos estavam voltados para o que estava ocorrendo ali dentro.
Carol fitava aquele monstruoso membro, de proporções avantajadas, um misto de temor por sua integridade, passou por sua cabeça, mas o desejo de ser penetrada por tão imponente falo, de sentir aquilo tudo, dentro de si era algo desafiador, que poderia ser indescritível   único em sua vida e isto a excitou ainda mais.
Seus olhos estavam fechados, mesmo assim ela cobria, com um dos braços pudicamente eles, os cobrindo , mas sentiu quando o negro estava de joelhos entre suas pernas, as abrindo ainda mais a deixando totalmente exposta arreganhada, oferecida .
Tateou com suas mãos a buceta dela , sentindo o calor de um vulcão, prestes a entrar em erupção, percorreu com os dedos toda a extensão de sua fenda, sentindo os sucos verterem escorrendo entre suas coxas, observou seu grelinho envolvido por borbulhas, seus lábios vaginais se contraiam fechando e abrindo.
Somente então ele tocou a entrada da sua gruta, com a cabeça do pau que mais parecia um cogumelo arroxeado, seu pré-gozo, misturou-se com sua seiva, fazendo um ruído estranho luxurioso , seus grandes lábios   abocanhou metade da glande e se fosse uma boquinha faminta mamando cheia de fome.
Era como se sua e por aquele cogumelo querendo engolir ele todinho, o negro fungou como um cachaço no cio ,empurrou lentamente -enquanto Carol deu um gemido afoito contraiu o rosto sentindo dor e prazer se misturando ao mesmo tempo ate que sentiu a cabeça do cogumelo dentro da suas entranhas.
Ele parou, permitindo que ela se recuperasse daquela invasão, delirou prazerosamente, sentindo a sucção daquela bucetinha, que mamava faminta, parecendo mesmo sugar a pica pra dentro.
Então foi forçando sentindo as paredes vaginais se abrindo, líquidos embranquecidos, escorriam lubrificando, facilitando a penetração.
Quando tocou seu hímen, ele parou e ficou estático, sentindo aquela fina membrana tocando sua glande, Carol extasiada se levantara sobre os cotovelos, e sem nenhum pudor, olhava admirada o quanto já fora penetrada, lentamente ele retirou pau deixando somente a cabeça na bucetinha dela que respirou fundo sentindo um imenso vazio dentro si mesma,
Então um pouco mais rápido ele entrou e estocou duas vezes seguidas naquela membrana, firmou um dos joelhos e socou forte rompendo a película, invadindo completamente , parou quando sentiu seus ásperos pentelhos, se esfregando nos aveludados pelos dela, Carol deu um gemido choroso, insano a dor e o prazer invadiu seu ser, ao mesmo tempo e puramente por instinto, enlaçou com suas pernas ele, comprimindo seus pés em suas ancas, e delirou num orgasmo alucinado, sentindo o pulsar do caralho praticamente tocando sua alma, seus , eram seguidos insanos demonicos ensandecidos, como se estivesse em transe, ele delirava urrando como um animal ferido, deixando somente o seu pau pulsar dentro dela, que como a mais vil cadela, chorava copiosamente gemendo como se estivesse febril doentia alucinada de prazer .
Como se estivesse possessa ela gritou impropérios, nunca antes pronunciados, o que deixou Alberto escandalizado, ouvindo as batidas da cama contra as paredes, enquanto possesso o negro estocava seguidas vezes a bucetinha dela, cada vez mais rápido, cada vez mais profundo, até que com um bramido insano ele anunciou seu gozo, Carol riu chorou gargalhou, gozando junto sentindo seis ou sete esguichos de porra que emundaram seu útero, um rio de líquidos escorriam da sua buceta, uma mistura de porra sangue e sua própria seiva saiam aos borbotões
Ele deitado de costas ao lado dela , tinha seu pau ainda em riste gotejando aqueles líquidos num tom rosado, Carol saciada satisfeita como uma fêmea agradecida percorria com sua língua o cassete como se estivesse limpando seu macho e puramente por instinto imaginou o quanto seria desafiador engolir tudo aquilo pela boca como sua bucetinha o fizera,   .
Aquela noite ainda seria muito longa, e Alberto lutando contra seus demônios ostentava uma grande mancha sobre suas calças , pois sem mesmo se tocar tinha gozado , varias vezes.
Carol lambia e cheirava seu macho que com suavidade tentava introduzir um dedo no seu rabo, o que a estava deixando toda arrepiada, pois com certeza ainda naquela noite todos seus buracos seriam totalmente preenchidos.

   


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