Fui comida como queria

Publicado por: alz em 09/04/2020
Categoria: Hetero
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Há tempo ando chateada com meu casamento. Sei que meu marido tem uma amante mas eu mesma me engano ou duvido, acho que ele ainda gosta mais de mim. Transamos muito bem. Não aceito de jeito nenhum essa situação pois gosto e sinto muito tesão por ele. E sei que o tesão dele por mim também é grande. Trata-me muito bem nas trepadas que damos, trabalha na minha bucetinha e no meu cuzinho com o que pedem e merecem. Difícil aceitar. Na maioria das vezes só mete a pica dentro de mim depois de me fazer gozar esguichando. E adoro esguichar na boca dele.

Vamos nos tocando e beijando. Não fico molhada rapidamente, preciso sim de toques, beijos, dedadas, língua…e quero logo por a pica dura dentro da minha boca. Mas ele não deixa e me obriga a esperar, isso aumenta meu tesão e ele sabe disso. Seguro a pica dele e fico punhetando devagar. Ele massageia meu clitóris, massageia meu cu, isso me acende, vai deixando a bucetinha quente e começa a ficar melecada. Molha o dedo e fica massageando e lubrificando o meu cuzinho enfiando somente a ponta do dedo, devagar. Enfia, tira, leva o dedo na minha boca para molhar mais. Massageia meu cu, enfiar um pouco e tira. Vou relaxando. Quando enfia o dedo dou uma apertada e abro para ele enfiar o dedo até o fundo mas ele não faz isso para me provocar, fica ali só no começo nas beiradas. Mas gosto e deixo assim. Bem, às vezes não resisto e empurro minha bunda sobre o dedo fazendo com que meu cu engula esse dedo inteiro. A essa altura minha buceta já ficou molhadinha e a baba logo vai chegar até o dedo que está massageando o meu grelho. Não gozo logo, demoro para gozar, demoro muito mesmo.

Quando começa a escorrer o líquido lubrificante da pica é que ele deixa, melhor, obriga-me a lamber. Passo a língua naquela cabeçona vermelha e pulsante, retiro todo o líquido primeiro, chupo tudo que der. Minha boca fica toda molhada, salivando muito. Agora, neste instante, estou com água na boca pensando nessa pica e, com muito tesão, claro. Dou um beijo demorado, chupando a língua dele para dentro da minha boca. Ainda tenho o líquido na boca, ainda não engoli, vou engolir depois de misturar com a saliva dele. Sei que ele gosta disso. Inicialmente achava que não mas sei que curte um gostinho da pica dele também. Volto a chupar essa pica bem dura e grossa. Agora chupo com vontade. Enfio até onde dá dentro da boca mas ele força mais e toca na garganta. A pica fica toda babada e fico naquele movimento de vai e vem. Levo ele às alturas quando vou enfiando a pica na boca bem devagar e apertando muito com os lábios e língua. E vou fundo, até onde consigo.

Sua boca vai procurando minha buceta e seus lábios e língua quentes me fazem gemer. Lambe bem gostoso, ao mesmo tempo que suga meu mel molha ainda mais minha buceta já toda lambuzada. Como ela está agora, neste momento. Estou até me tocando. Acho que vou gozar até o final deste conto. Voltando… Peço:

---- Chupa minha buceta! Chupa meu grelho!

Ele chupa com intensidade e delicadeza meu grelho duro. Passa a língua no meu cuzinho e força e a enfia dentro. Fico louca querendo logo sentir a pica na buceta e no cu. Mas não vai acontecer até eu gozar, sei do ritual que forcei ele a seguir mostrando que é assim que chego nas gozadas mais fortes. Com tudo bem melecado de fluídos sexuais e saliva, atola um dedo, dois dedos dentro do cu, outro dentro da buceta e continua chupando. Uma dupla penetração com dedos. Começo a me contorcer, vou ficando sem rumo. Estou por cima dele, num 69, sendo chupada deliciosamente e levando dedada na buceta e no cu. Mas para gozar o jeito é outro. Viro de frente para ele e vou agachando e esfregando a buceta na boca dele. Assim vou gozar. Com dedos atolados, agora bem fundos, esfregando o grelho na boca e língua, o grelho está duríssimo, os movimentos ficam frenéticos, passa a gemer alto:

---- Não para! Não para! Vou gozar!!!

E esguicho no rosto, na boca, molhando tudo por perto. Estou me estremecendo toda, por alguns segundos sinto-me fora de mim. A buceta está extremamente sensível, nem dá para relar nela, dá choque, minha buceta fica pulsando e a penetração não é fácil. Mas ele também fica enlouquecido com essa cena, força e consegue enfiar aquela cabeçona grande e grossa dentro de mim arrancando mais gritos de tesão e gozo novamente agora com a pica entrando toda dentro da minha bucetinha completamente molhada do meu orgasmo. Sei que ele vai gozar logo porque minha buceta fica “mordendo” a pica dele. É algo delicioso, segundo ele. Com certeza é mesmo, uma buceta quente apertando a pica. Se ele conseguir segurar e não gozar vai comer meu cu. Vai comer meu cuzinho de qualquer modo mesmo, agora ou daqui a pouco. Sei que gosta de me enrabar. Mas isso vou contar mais à frente. Neste instante tento gozar me masturbando enquanto escrevo, passando os dedos no meu grelho duro e molhado.

Como ia dizendo no início, ando chateada e dias atrás, pensando em dar uma melhorada, arrumei uma viagem para passarmos um final de semana num hotel fazenda. E para lá fomos. Um lugar muito agradável, comida boa, muito espaço para caminhar, andar à cavalo e fazer nada. Saímos de São Paulo após o almoço e chegamos lá no começo da noite. Deixamos as coisas no quarto, demos uma andada pelo hotel e fomos para o restaurante tomar alguma coisa antes do jantar.

Após o jantar, caminhamos pelo hotel, noite quente, e voltamos para o quarto. O quarto tinha uma janela grande de vidro, de correr, que dava para uma varanda. E em frente a esse janelão havia duas poltronas de madeira, também grandes, com braços de apoio, encosto levemente reclinado e assento macio. Muito confortável. Diria que cabia quase duas pessoas numa poltrona. E uma mesa de centro. Abrimos essa janela, abrimos uma garrafa de vinho tinto e ficamos ali bebendo, conversando e namorando. Claro que o namoro vai esquentando. E a bebida vai nos deixando mais soltos. Pensei: “Hoje quero ser bem puta. Quero dar a noite inteira até ficar esfolada, até ele aguentar.”.

Levantei e tirei toda minha roupa. Nem aí para a janela aberta, estava tudo apagado mesmo, somente luz da lua lá fora. Ele só me olhando com aquela cara de safado. Eu peladinha em frente a ele fui tirando sua bermuda, tirei a cueca e a camiseta. Deixei totalmente sem roupa também.

---- Vem mais pra frente. Quero que goze na minha boca.

Quem resiste a uma proposta dessas? Meio que deitou na poltrona, com as costas no assento. Comecei beijando, lambendo e dando pequenas mordidas nas partes de dentro da coxa. Cheguei no saco e fiquei lambendo, pondo a bola dentro da boca, lambendo e beijando entre o saco e o cu até chegar no cuzinho e passar a língua. Não tem homem que resista a uma língua no cu. Molhei bem, forcei a entrada e dei uma enfiadinha de língua no cuzinho. Ele deu uma gemida mostrando que estava adorando, pedindo mais e que estava liberado. Aquela pica grossa e cabeçuda que ele tem já estava dura. Segurei com a mão esquerda e fiquei apertando, passando os dedos na cabeça tentando ver se já estava escorrendo o líquido para eu lamber. Molhei bem o meu dedo da mão direita e fui procurar o buraquinho. Enfiei devagar, tirei, molhei mais e tornei a enfiar. Ainda não foi muito, ainda não tinha relaxado o cuzinho. Trouxe a cabeçona para minha boca e senti o cheiro forte de pica. Parece que tinha gozado e não lavado. E tinha mesmo gosto de pica gozada, um pouco salgada até. Talvez tenha dado uma com a amante na parte da manhã, antes de viajarmos e não lavou. Por incrível que pareça isso me deu mais tesão. Era o cheiro, aquilo foi como ligar um botão, senti minha buceta esquentar, um calor percorreu minha buceta e meu corpo todo. Lambi e suguei, com intensidade, o líquido que estava saindo. Com a pica na boca mamei mesmo, suguei forte, movimentava a língua com a pica dentro da boca. A pica é bem grossa, meus dedos não conseguem abraçar ela totalmente. E a cabeça um pouco mais grossa que a pica, por isso que sempre me refiro como cabeçona. Mas adoro sentir essa cabeçona dentro de mim, na boca, na bucetinha e no cuzinho. Tirei, molhei o dedo novamente e enfiei. Agora foi fundo, enfiei o dedo inteiro. O bicho gemeu forte, não foi de dor não, foi de tesão mesmo. Aumentou a vontade de trepar mas queria sentir a porra na minha boca. Dedo atolado no cu dele comecei um vai e vem bem devagar. O filho da puta gemeu mais e percebi que relaxou bastante o anelzinho. E aquela cabeçona pulsando na minha boca. Não ia demorar a gozar. Comecei a provocar. Tirei da boca, abri bem a boca e engoli a pica toda. Apertava bastante com os lábios e língua, ia tirando totalmente da boca e recomeçava esse movimento.

---- Goza na minha boca! Quero seu gosto! Quero sentir pulsando!

Meu dedo continuava comendo o cu dele, senti a pica inchar, gemeu alto e encheu minha boca de porra. Deu uma fechada no cuzinho segurando meu dedo. Deixei escorrer um pouco, de propósito, para ele ver e fiquei ali, mamando bem de leve a pica, com o dedo atolado nele sem mexer, só sentindo e curtindo os espasmos até acalmar. Engoli a porra, limpei a pica lambendo o que escorreu para fora, algo que a puta da amante dele não deve ter feito, suguei o restinho que fica saindo, guardei na boca e dei um beijo de língua nele. Todos os homens gostam de levar uma dedada no cu e serem chupados ao mesmo tempo. Duvido que exista algum que não goste de ser comido assim por uma mulher.

Abraçada no corpo dele fiquei dando beijos e passando a língua na cabeça da pica ainda inchada mas amolecida. E minha buceta pulsando, continuava quente e muito molhada, eu não tinha gozado, queria pica, queria foder com pegada forte, queria sentir ele dentro de mim. Sabia que logo ficaria dura de novo mas teria que esperar um pouco e não me aguentava de tesão, precisava fazer alguma coisa. Comecei a me masturbar esfregando a buceta na perna dele. Gostou disso pois segurou minha nuca com muita força, não me deixava tirar a pica da boca e fui sentindo ela crescer ali dentro até ficar no ponto para rasgar minha bucetinha sedenta. Rapidamente levantou-se da poltrona e me colocou de quatro, toda aberta podendo levar no cu ou na buceta. Levei foi um tapa muito forte na bunda, violento, não sei se deu mais tesão ou dor. Fiquei surpresa e soltei um grito. Pensei na janela aberta:

---- Fecha a janela.

Levei outro tapa tão forte quanto o primeiro. Um tesão percorreu meu corpo. Começou a esfregar a cabeçona na gruta molhada. Passava na buceta e no cuzinho. E tome tapa. Já não raciocinava direito, nunca tinha me batido assim antes, só tapinhas leves, com aquela força ainda não. Mas eu estava adorando apanhar que era o que estava acontecendo, batia de verdade:

---- Aiiiii!!! Aiii!! Aiiiiii!
---- Está gostando?
---- Não sei. Estou. Pode bater. Me bate e me come, quero sentir como é, caralho!

Invadiu com força minha buceta. Levei mais um monte de tapas, fortes e, depois, vi as marcas que firaram. Já não doía mais, era só prazer, tesão e bucetinha levando pica. Segurou na minha cintura e bombou com força e rápido, enfiando tudo lá dentro. Meteu sem dó fazendo aquele barulho quando o corpo bate na bunda.

---- Ai que tesão… Assim... Não para... Vou gozar desse jeito!

Gemendo alto sinto minha buceta esquentar mais, ela se alarga e se contrai querendo sugar a pica para dentro. Gozo deliciosa e loucamente. A contração expulsa a pica mas ele soca, com força, para dentro e minha buceta abraça o pinto cabeçudo enquanto meu corpo estremece de prazer. Fica me fodendo lentamente durante um tempo, depois tira e começa a lubrificar meu cuzinho passando nele a pica ainda dura e melecada com os líquidos da buceta e do meu gozo. Enfia na bucetinha mais uma vez, continua me comendo devagar e lubrificando bem as bordas do cuzinho, com o dedo alarga-me e prepara meu cu. Quero levar no cu e sei que ele vai demorar para gozar porque já gozou uma vez na minha boca. Essa demora vai me deixar ardendo mas só consigo pensar na pica grossa me rasgando. Vou gemendo bem manhosa e relaxo meu cuzinho a cada dedada para mostrar que quero muito ser enrabada.

Junto as pernas e deito sobre elas, sobre as coxas. Sabe como é? A bunda fica mais exposta, mais aberta, mais convidativa. A pica vai entrar fundo. Abaixo um pouco mais para facilitar. Para provocar:

---- Molha bem. Traz aqui para eu te molhar.

Vem até minha boca. Já está bem molhada, nem era preciso, mas lambuzo inteirinha, desde a base até a cabeça. A chupada deixa mais dura ainda, vai facilitar a entrada no buraquinho. Força a entrada, relaxo mas não entra. Abaixa e enfia a língua no meu cu até onde consegue para molhar mais. Quase gozo de novo. Estou me sentindo muito bem, buceta ainda dá umas pulsadas, não terminou totalmente as reações depois do orgasmo. Sinto-me desejada. Posiciona outra vez a cabeçona vermelha no meu cu, pressiona e consegue me invadir. Não dói mas peço para ir devagar. Percebo que está um tanto impaciente, talvez com mais tesão porque a foda está bem quente, muito boa. Tem os efeitos do vinho também que o deixa mais violento. Para, enfia mais um pouco, para, enfia e tira totalmente. Ele mesmo se molha com saliva. E mete pra dentro com mais força, entra quase tudo. Dou uma gemida mais alta.

---- Doeu?
---- Não, pode meter com força, eu aguento, faz o que quiser, sou sua putinha!
---- Quer gozar de esguichar levando no cu, né?
---- Quero, faz tempo que não gozo dando o cu. Faz eu gozar assim.
---- Vou judiar de você!

Não entendi bem o que quis dizer com isso. Tirou mais uma vez a pica do meu cu e veio enfiar na minha boca. Chupei ela inteira e deixei bem babada. Começou a enfiar outra vez. Não veio com força como eu esperava. Achei que viria com violência depois de eu ter dito que aguentava. Foi me invadindo devagar, fui sentindo cada centímetro da pica entrando no meu cu até estar inteira dentro de mim. Parou e ficou uns segundos sentindo com eu reagia. Estava adorando mas precisava de mais intensidade para conseguir gozar. Comecei a me mexer, era eu quem metia na pica dele. Passou a meter também, sincronizamos os movimentos, mas tive que parar porque abriu e segurou na minha bunda e foi metendo com vigor, bem macho, enfiava a pica até o talo, estava duríssima, grossa, como eu gosto. Até que tira o pau todo e enfia com força, inteiro de uma vez só. E volta a bombar com força, bem rápido, várias vezes. Passo a gemer muito alto, não estou aguentando de tesão, vou gozar do jeito que queria, não penso em mais nada, só sentindo o prazer de ser arrombada. Faz isso de novo. Tira tudo, enfia de uma vez só e bomba forte, rápido. Ele quer gozar também. Terceira vez. Na quarta vez começo a gozar de escorrer pela buceta. Não esguicho, escorre como se estivesse urinando. Ele não para, parece estar enlouquecido. Continua metendo forte no meu cu e eu gemendo que nem uma vadia. Pedindo para ele não parar porque estou gozando, estou estremecendo, uma sensação percorre meu corpo, principalmente da espinha até a nuca. Sensação deliciosa, parece que somos um só, conectados, querendo continuar sentindo a pica no meu cu. Até que ele cansa, para e tira devagar. Não gozou. Até entendo porque disse que ia judiar de mim, vou estar bastante dolorida amanhã. Mas era isso mesmo que eu queria: ser comida misturando sensualidade, tesão, força e até com um pouco de violência. Mostrei que aguento dar o cu como uma putinha experiente, como homens gostam de comer cu de mulheres. Mostrei que pode perder muito se continuar com a amante. Vou acabar dando prazer para outros machos. Essa história ainda vamos saber.

Mas teve a noite seguinte, de sábado para domingo… Fica para outra história.

Ao escrever esta, durante 5 dias, masturbei-me cada vez que pegava para escrever por relembrar desses momentos de muito tesão. Espero que vocês se masturbem também, e muito, homens e mulheres, e se sintam estimuladas ou estimulados a colocar em prática fodas assim. Todos ficaremos mais felizes. E, mulheres, não tenham medo de dar o cu, aprendam a gozar pelo cuzinho. Não se arrependerão.


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