Selo de qualidade...

Publicado por: teca em 12/08/2020
Categoria: Fantasia
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Selo de qualidade.
Bem cedinho da manhã.
Entro na condução lotada, com um carinha atrás de mim empurrando.
Consegui chegar até o meio do ônibus, mas não me livrar.
Do cara, que enconxado na minha traseira, não dá trégua.
Não gosto da real situação, mas o que fazer se não existe.
Espaço para se colocar o pé.
Sinto sua pica já dura, encaixada na minha bunda.
Finjo que nem estou ai, mas o sacolejar da condução.
Mexe com meu brio, tento, mas a excitação me faz entrar no jogo.
Pois além de estar com a pica toda atolada no meu rabo.
O sujeito, quando pode alisa minha bunda.
Graças que o ônibus foi esvaziando e por vergonha ou medo.
O sujeito largou do meu rabo.
Cheguei ao trabalho, toda amarrotada e as amigas me avisarão de uma mancha em minha calça.
O carinha então tinha gozado, contei a história para minhas amigas e elas riram muito da coisa.
Maria, a mais safada, se prontificou a pegar o ônibus, no dia seguinte.
No mesmo ponto que eu, já que morava no mesmo Bairro.
Ela iria dar um frága no sujeito.
E fui, no dia seguinte, eu e a Maria conversando no ponto do ônibus.
Quando ele chegou.
Assim que o ônibus chegou já lotado, fui pra frente da amiga.
Assim o sujeito, não teve escolha, ficou atrás da Maria.
Nesse dia nem sei como embarcamos, tinha muita gente no interior do coletivo.
Tava tão lotada o ônibus, que sentia a boceta da Maria.
Roçar no meu rabo.
O sujeito, colado na minha amiga, que sussurrou ao meu ouvido, que estava sem calcinha.
E não demorou muito, para apertar meu braço, avisando que estava sentindo.
A pica do sugeito, estava a cutucar sua boceta.
Os sussurros da Maria nos meus ouvidos me deixavam incitada e já sentia.
Minha vulva toda molhada.
Foi quando a Maria me apertou com força, avisando que a pica do homem.
Já estava toda dentro dela e que ia gozar a qualquer instante.
Pensei comigo mesmo, para que a Maria não fizesse escândalo.
E do jeito que a minha amiga, me apertava, senti que estava entrando no gosto.
Quase que gozo também.
O ônibus foi esvaziado, sobrou até lugar para sentarmos.
Não vimos mais o homem, talvez tivesse soltado.
Maria emburrada, por que entrou no clima e não deu o fraga.
Mas o pior ocorreu quando chegamos ao trabalho.
Pois minha amiga teve que correr para o banheiro.
Por estar toda esporrada.
Foi ai que descobrimos preso no seu rabo, um pedaço de esparadrapo, escrito com caneta.
Aprovada.
Selo de qualidade.
Teca.


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