Reféns do sexo: Carla

Publicado por: escorpiao em 26/08/2021
Categoria: Hetero
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      Eu (meu nome é Paulo) deixei Valéria (minha esposa) de manhã cedo, para trabalhar em meu escritório de advocacia. Quando retornava ao lar, na Tijuca, à noitinha, guiado por um impulso repentino, parei o carro próximo dos Arcos da Lapa, dirigindo-me a um bar que havia muito não frequentava. Havia bastante movimento, embora ainda fosse cedo, e uma garota, no balcão, chamou-me a atenção. Tinha um corpo escultural e parecia deslocada naquele ambiente. Não deveria ter nem dezoito anos.
       Fui sentar-me ao lado dela.
      - Está sozinha?
      - Sim, meu namorado me deu um bolo esta noite.
      Olhei para os lados. Era a mais bela mulher dali. Senti-me em noite de sorte.
      -Tem um namorado de reserva? - brinquei.
      -Sim, sempre trago um par deles em minha bolsa - ironizou a moça.
      - Que tal experimentar um novinho em folha?
      Ora, se minha mulher estava tão ansiosa para conhecer outros machos, como me havia confessado, eu também tinha todo o direito de conhecer outras camas e outras fêmeas.
      A jovem se voltou para me olhar com simpatia.
      - Sempre age assim?
      - Não, mas tenho meus motivos para estar assim hoje - respondi.
      - E que motivos são esses?
      - Minha esposa me deu o fora - menti. - Quer uma carona? Eu a levo para casa. Acho que você não está muito à vontade nesse bar.
      Olhando-me nos olhos, a garota ficou indecisa por instantes. Depois, tomou o resto de seu gim-tônica, apanhou a bolsa, pagou ao barman, e deixou a banqueta do balcão. Levei-a até meu carro.
      - Onde mora?
      - Na Rua Prado Júnior, em Copacabana.
      - Sei onde é, vamos lá - concordei.
      - Meu nome é Carla.
      - Ok, Carla. Sou Paulo.
      Conversamos e pouco depois chegamos em Copacabana. Carla morava num edifício próximo da praia.
      - Quer entrar, tomar uma cerveja ou um café? - convidou ela.
      - Acho que vou aceitar um café.
      Subimos até o apartamento. Carla entrou frente, acendendo as luzes.
      - A cafeteira está na cozinha. Vou vestir algo mais confortável.
      - Deixe comigo - respondi.
      Fui até a cozinha e encontrei a cafeteira e tudo o mais.
      - Tudo sob controle? - indagou ela, atrás de mim.
      Eu me voltei para olhá-la. Vestia uma camisola transparente, exibindo, abaixo do ventre, uma cobertura natural escura e farta.
      Fiquei admirando a garota, enquanto ela ia ao meu encontro, abrindo o zíper da minha calça, enfiando a mão e retirando pela abertura meu pênis, já a meia-bomba, que terminou de endurecer entre seus dedos macios e carinhosos.
      -Quero transar... Quero transar com um homem de verdade, que coma a minha xaninha... Que foda o meu rabo... Que me chupe inteira... Estou desesperada de tesão... Quero ser usada... Lambida... Comida por essa “coisa” grossa e dura...
      Eu me arrepiei todo com aquele vocabulário e com aquela voz ardente em meu ouvido, com aquela língua atrevida penetrando minha orelha.
      Ela se contorcia, esfregando-se, os dedos possessivos enlaçando e acariciando meu membro duro, apertando, movendo para cima e para baixo numa estonteante massagem.
      - Quero te chupar... - gemeu ela. - Quero-o na minha boca... na minha xota... na minha bunda... -suspirou, subindo pelo meu corpo dele com um fogo impressionante.
      Quando vimos, estávamos na cama, já nus.
      Ela se debruçou sobre meu corpo, lambendo meus testículos, enquanto as mãos dominavam minha pica endurecida.
      Seus lábios carnudos e entreabertos aproximaram-se lentamente. A língua estendeu-se, roçando a minha glande avermelhada, alisando-a e umedecendo-a de saliva.
      Estremeci, diante da fome de sexo e do tesão daquela garota. Senti o hálito ardente dela sobre minha glande e uma boca esfaimada e ardente envolver meu pau. Tremores de prazer fizeram todo o meu corpo estremecer, enquanto a língua afiada da garota ensaiava as carícias mais íntimas e alucinantes. Empurrei sua cabeça contra meu pinto, enterrando-a toda entre os lábios carnudos que o devoravam.
      - Vem... Vem... - pediu ela. - Quero ser chupada... Você me chupa? - implorou, já fora de si, virando o corpo e enfiando sua vagina molhada e cheirosa direto na minha boca.
      Hesitei por instantes, mas não resisti. Agarrei-a pelo traseiro, apertando-a contra meu rosto, puxando-a totalmente para mim.
      Minha língua voraz enterrou-se de uma vez nela, afundando-se nas suas carnes úmidas e perfumadas, buscando o clitóris para uma carícia.
      Ela gemeu de prazer, arqueando todo o corpo, rebolando os quadris, esfregando-se toda em mim.
    -Você é uma delícia! - murmurou a putinha. – Que tesão de homem...
    - É você é quente demais... Muito quente e muito gostosa... respondi, erguendo o traseiro dela para examinar, com olhos devoradores, a vulva bem delineada, com lábios rosados, contrastando com os pelos escuros que a rodeavam.
      O perfume dela era perturbador e excitante. Afundei a cabeça entre as coxas dela, bebendo direto na fonte o néctar mais embriagador. Minha língua deslizou para cima e para baixo, antes de se deter no delicado grelinho, fazendo-a se remexer, totalmente fora de controle.
      Arrepiada e empolgada com aquela carícia tão íntima, ela voltou a me chupar, mascando o meu caralho e mamando- o com um prazer inenarrável. Enfiou-o até quase a garganta, chegando a engasgar.
      Gemidos e murmúrios escapavam de nossas gargantas. A excitação aumentava vertiginosamente.
      Eu queria acariciá-la inteiro, tocando seus seios, alisando sua bunda, massageando suas coxas.
      - Não pare... Põe... Enfie o dedo... - implorou ela, alucinada, quando minha mão deslizou ao longo do rego, entre suas nádegas redondas. Meu dedo encontrou o pequeno orifício do ânus dela.
Massageei-o, forçando a entrada. Ela gemeu mais forte (era apertadinha), quando meu dedo a penetrou e ficou acariciando-a por dentro, levando-a à loucura.
      - Põe tudo... Até o fim... Lá dentro... Eu gosto... – suplicou ela, estremecendo toda.
      Eu vibrava, sentindo o calor intenso daquele corpo, enquanto ela chupava, lambia e mascava meu membro, levando-me ao auge da excitação. Me vi à beira do orgasmo.
      Ela continuava, enquanto estremecia continuamente, gozando mais e mais.
      - Não goze já, por favor... - suplicou, a língua deslizando ao longo do cacete ereto dele.
      - Não se preocupe... - tranquilizei-a, a língua indo e vindo na vagina molhada, o dedo enfiado no cuzinho, girando, alargando-o, afundando-se, retirando-se e voltando a entrar.
      - Quero tudo... - pediu ela, com o corpo em convulsão.
      Voltei a me concentrar no clitóris. Gemidos profundos e roucos escapavam dos lábios entreabertos da vadia, que estremecia continuamente.
      - Oh, como é bom... Você é um macho muito gostoso... Não pare... Mais... Tudo... O dedo... A língua... Chupe... Assim... Oh, que delícia! – gemia, enquanto eu me esmerava nas carícias que a punham fora de si, chupando, beijando, lambendo, massageando, roçando habilmente seu grelo.
      Tremores convulsos e suspiros mais fortes anunciaram o gozo no corpo dela. Gritinhos escaparam de sua garganta, entrecortados, deslumbrados, em êxtase.
      - Goze... Goze bastante, querida... Goze no meu cacete... na minha língua e no meu dedo... - murmurei. -Quero gozar... Deixe-me fodê-la... -pedi, tentando virá-la para trepar nela.
      - Eu só estava aquecendo os motores. Agora quero trepar de verdade...
      Ela se moveu sobre mime de novo, enlaçando meu bem proporcionado membro. Ficou apertando-o entre as mãos, provocando-o, fazendo-me tremer de prazer. Eu sentia intensa e inadiável necessidade de gozar. Meu pau latejava.
      - Você está acabando comigo - confessei, trêmulo de tanto tesão.
      Ela lambeu suavemente toda a extensão do meu cacete.
      Umedeceu a cabeça do meu pau com sua saliva, lambeu-a, depois apanhou uma camisinha sob o travesseiro e vestiu-a no meu membro, empurrando-a com os lábios e com os dedos, como uma verdadeira profissional do sexo.
      Em seguida, ela se deitou de barriga para cima, como uma gata preguiçosa e lânguida.
      - Sou toda sua agora, Paulo... Venha trepar comigo... - pediu, oferecendo o corpo excitado. Os seios arfavam, com a respiração apressada.
      Os peitinhos pequenos, redondos e perfeitos, com mamilos escuros, enrugados de tesão e salientes.
      Meu olhar desceu pelo seu ventre, onde uma suave penugem ia se acentuando, à medida que descia rumo à gruta secreta.
      - Você é tão tesuda! - exclamei, espalmando as mãos sobre os seios dela, deslizando pelas encostas, subindo e descendo, alisando os mamilos durinhos, provocando-a e fazendo-a arrepiar-se.
      Uma expressão de prazer e luxúria se estampou no rosto dela. Enquanto uma das minhas mãos afagava os seios, a outra descia rumo aos fartos pelos pubianos que rodeavam sua vulva.
      Eu me inclinei sobre os peitos dela. Lambi uma das tetas, subindo e descendo, detendo-se
no biquinho para mastigá-lo levemente.
      Ela gemeu de tesão, remexendo-se.
      - Ah, que tesão gostoso! - rouquejou.
      A minha língua desceu pelo ventre da mulher, fazendo-a se contrair e se arrepiar de novo. As pernas dela se abriram naturalmente. O seu perfume se acentuou. Lambi provocantemente a grutinha dela
      Minha mão entrou pelo meio das coxas, buscando o grelinho, friccionando-o delicadamente, continuamente, fazendo-a remexer-se toda, massageando-o com habilidade.
      Ela estava de novo em brasa. E eu já havia esperado tempo demais para comer aquela piranha.
    - Vem... Foda-me... - suplicou ela, entregue, dominada e alucinada.
      Avancei decididamente para aquela rachinha com o pênis pulsando de tesão.
      Foi uma das melhores fodas da minha vida...


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