A bunda mais gostosa do bairro

Publicado por: valerialeme em 09/11/2021
Categoria: Hetero
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Quando eu era jovem, desde que completara quatorze anos, eu vinha sendo assediada pelos meninos da minha rua por causa de particularidades da minha anatomia. Eu tenho peitos pequenos, mas durinhos, cintura estreita, bunda cheinha e empinada, e coxas lisinhas, muito bonitas, que meus shorts, sempre muito curtos e justos, deixam à vista. Os meus colegas da escola e do bairro logo repararam na plasticidade que o meu corpo tinha e ainda tem, e, claro, isso foi alvo de muita piadinha pra cima de mim. Primeiramente, fiquei muito puta, pois eu era virgem e queria respeito, mas depois que os moleques se engraçaram ao ponto de passarem a mão na minha bunda, e eu gostar, passei não ligar, e até gostava das cantadas.
Esse assédio estava crescendo paulatinamente, e transformando minha vida. A essa altura, eu já gostava de roubar as calcinhas das minhas amigas, e vesti-las para desfilar na rua. Na inocência comum aos quatorze anos, eu não percebia (ou será que percebia?) que algumas delas marcavam minha bunda, por baixo da minissaia, ou da calça comprida justíssima, e permitia que os garotos mais atentos percebessem, e ficassem com mais tesão ainda na minha bunda.
Na rua onde eu morava havia uma construção inacabada, que tinha um vigia, que só ficava durante a semana. Nos finais de semana, a garotada entrava lá por uma tábua solta no tapume, para brincar de pique-esconde. - Certo dia, fui me esconder com os demais meninos e meninas, entre os quais havia um garoto um pouco mais velho, novo no bairro, com cerca de 18 anos, que me chamou para eu me abrigar em um lugar apertado, onde só cabíamos os dois, espremidos um no outro. O garoto, é lógico, se encaixou na minha bunda, e me abraçou, imprensando-me contra a parede, e logo começou a roçar seu pau contra a minha bundinha.
Ainda tentei impedir o assédio, mas acabei deixando pra lá, pois, confesso, fiquei com um tesão enorme. O tal garoto, depois de me roçar muito, abaixou meu short, e achou a calcinha cor de rosa que eu vestia por baixo. Ele então me chamou de “putinha”, “piranhazinha”, “bichinha gostosa”, abaixou a minha calcinha, cuspiu na mão, lubrificou meu rabo lisinho, e apontou o pau na entrada do meu cu! A essa altura, eu já queria muito ver o que iria acontecer, deixei a coisa rolar, sem interferir, até porque o garoto era muito mais forte do que eu. A cabeça do pau do garotão começou a entrar provocando-me gemidos de dor, mas, como ele era experiente, segurou-me até que, vagarosamente, seu pau entrasse todo no meu cuzinho virgem e, claro, apertadinho. Ele deu um tempo para eu me acostumar, e começou a falar:
--Já se acostumou com a minha rola no seu cu, piranha? Me fala quando parar de doer, pra eu começar a comer sua bunda.
Fui me acostumando com aquela pica e, aos poucos, fui relaxando. O rapaz foi me soltando, e comecei a empinar a bunda para alcançar a altura do pau do comedor. Percebendo isso, o garotão começou um entra e sai muito vagaroso, e foi acelerando aos poucos. Excitada com a foda, comecei a rebolar instintivamente. O comedor, então, começou a socar vigorosamente a rola no meu cu, enquanto falava:
-- Vai, piranhazinha! Rebola na minha vara! Me chama de teu macho! Mostra pra mim a putinha que você é!
Eu estava totalmente compenetrada naquela nova sensação, e rebolava cada vez mais forte, acompanhando o vigor do meu macho. Certa hora, o garoto grunhiu e começou a despejar no meu cu uma quantidade enorme de porra. Ele ainda ficou um tempo engatado, tendo espasmos e injetando mais porra no meu rabo, tão cobiçado. Quando o pau dele amoleceu, ele guardou-o na cueca, vestiu o short e saiu sem falar nada. Ainda fiquei lá um pouco, sentindo a porra escorrer do meu cuzinho e melar minhas coxas. Quando saí do estado de êxtase em que me encontrava, suspendi a calcinha, vesti o short, e fui para casa.
Eu não era mais virgem...de cu!
É lógico que esse garoto mais velho passou a comer meu cu, umas duas ou três vezes por semana. Como aquilo era uma coisa diferente, acabei contando como se fosse uma vantagem para as colegas mais chegadas. O fato logo se espalhou entre a molecada por quase todo o bairro.
Os colegas, por sua vez, começaram a me assediar, querendo me comer também, e, em pouco tempo, eu já estava dando a bunda para a maioria dos garotos da rua e do colégio. Já não precisava roubar as calcinhas das amigas, porque recebia calcinhas muito safadas de presente dos garotos, que, por sua vez, compravam ou as roubavam de suas mães ou irmãs. Depois de um tempo, já me chamavam para dar para dois, três ou quatro ao mesmo tempo, até que quase todos os meus colegas já haviam me passado a rola. Eles iam todos para os fundos do colégio, me obrigavam a tirar o uniforme e a fazer strip-tease, e formavam uma fila para comer meu cobiçado cuzinho. Eu dava geral a bunda (mas só a bunda!) para a garotada. Depois, recebia até a ajuda de uma outra colega, muito “galinha”, que também passou a levar no rabo. Fora as fodas de meio de semana, a trepada do final de semana, onde eu e a minha colega dávamos a bunda pra todos, era infalível. Já havia uns 10 a 15 moleques que se reuniam num terreno baldio das redondezas pra comer meu cu e da minha amiga putinha. Mas, pra dar a buceta, a história foi diferente, como contarei em outra ocasião.


Comentários

dgs em : 13/11/2021

Quero comer 😋 esse cu também


valerialeme em : 13/11/2021

Oi, DGS, entre em contato.