Ela trepou no trabalho

Publicado por: amantelatino em 26/04/2026
Categoria: Coroas
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Olá! Venho partilhar algo que aconteceu há algum tempoas que mexeu muito com os instintos e deu bastante tesão. Lucia, mulher de 46 anos, estilista e cerimonialista, casada há uns 7 anos cujo relacionamento já entrara na rotina e perdera o doce encanto das trepadas gostosas, estava a organizar uma festa de aniversário onde tinha sob seu comando uma pequena equipe de cozinheira, auxiliares de cozinha, garçons, seguranças e secretárias. Lucia não era de se jogar fora, coroa magra, extrovertida, mas que, principalmente, exalava um sex appeal e com isso, intensa curiosidade dos homens. Haviam rumores de que ela, em sua juventude, havia sido bastante sapeca, tendo curtido bastante o que muito gostava de fazer: Cavalgar numa rola dura.
Pois bem, não demorou muito pra que um dos garçons colocasse os olhos nela pois, acredito que ela própria já havia feito isso com ele intencionalmente o escalando para executar alguns serviços a "ajudando" no desenrolar dos preparativos para o evento.
O garçom, não perdeu a oportunidade de lhe aplicar sutis flertes os quais ela adorava pois, desde muito jovem, gostava de jogar o jogo da sedução provocando os machos e vendo suas reações de querer enrabá-la.
Entre um flerte e outro, ela foi se entregando às investidas daquele macho viril que tinha um único propósito naquele momento: Tirar o mel da buceta daquela coroa. Entre uma palavra e outra, um toque discreto e insinuante, a tarde foi caindo e o volume de pessoas circulando já estava bem menor, fazendo com que por vezes, eles se pegassem sozinhos em alguns ambientes. Ela já sentia a tensão sexual que o garçom exalava, percebeu certo volume em sua calça justa e se deliciou com aquela situação. Ele, vendo que ela embora jogando, estava bastante suscetível a uma foda furtiva, intensificou os toques físicos e percebeu com isso que ela já estava pronta pra receber um caralho rijo e cheio de tesão. Foi quando ela, por volta das 17h50, aproveitando o intervalo entre o término dos preparativos até o início das festividades, dei a ordem para que a equipe da cozinha fosse se aprontar, os seguranças ficassem a postos e ela, aproveitando a quietude conveniente, se meteu em um quartinho destinado ao armazenamento de materiais com o garçom lhe dando um sagaz beijo de língua que fez com que sua buceta umedecesse de tanto tesão. O garçom, por sua vez, apresentava um volume de tora escondido indiscretamente em sua calça, o qual logo ela teria o prazer se ver e o tesão de sentir.
Ele colocou seu pau pra fora, sentou-se na cadeira e assistiu a ela levantar sei vestido mostrando por baixo uma calcinha de renda cor de rosa que combinava com o tom de sua pele. Passou as pernas entre ele e começou a roçar aquela buceta em seu cacete vigoroso, até que ele, loucamente, colocou sua calcinha de lado e deu-lhe aquilo que mais gostava: uma rola dura e vibrante no calor do seu buraquinho o qual a cabeça latejante fez com que ela soltasse um gemido digno de uma felina no cio. Então ela em um só golpe, desceu de vez e sentiu aquele caralho grosso e duro ir até o seu útero. Começou ali, uma cavalgada frenética em busca da jorração de fluidos a qual se deu de forma potente de modo que ela sentiu aquela tira pulsando fala dentro de sua buceta e, ao levantar-se, o gozo escorreu pelas suas coxas, caindo sob o colo do garçom comedor. Cumplices, após se limparem, ela saiu primeiro do quartinho com uma caixa nas mãos como se nada havera acontecido e olhando o ambiente para que ele pudesse também sair e se preparar para seu serviço. Só que agora, muito mais leve.


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