O dia que eu desmaiei depois de gozar

Publicado por: perolagp em 19/08/2019
Categoria: Sexo Casual
Leituras: 244 / Votos: 0 / Comentários: 0
Ele chega e eu já vou logo me aflorando. Sento na cama e abro as pernas, provocando-o com o tecido do vestido entre as pernas, mostrando mais a cada movimento. Sei tudo que ele gosta, e ele também sabe muito a respeito de como eu sinto prazer, por exemplo, no dedo do pé.

Adivinhando meus pensamentos, ele vem com um beijo, que desce molhando meu pescoço e meu colo, e acaba em meus seios. A minha mão corre pra dentro da calcinha e ele para, tira-a de lá e e põe de lado. Sua mão quente percorre toda a minha carne, espalhando meu fluído e explorando de forma delicada meu clitóris. Eu o beijo de forma lasciva, lambendo seus lábios e oferecendo meu corpo de peito aberto, ele então se posiciona atrás de mim, encaixa seu rosto em minha única e e ali se aloja enquanto seu dedo ameaçar me invadir. Eu rebolo em sua ameaça pedindo que ele faça logo o que quer, e ele se diverte atrás de mim, explorando impiedosamente minha orelha enquanto enterra seu dedo em minha carne, quente e molhada. A medida que ele acelera os movimentos meu corpo vai tendo pequenos tremores, ele então para, deita meu corpo e começa a lamber todo o trabalho que seu dedo me causou. Passa a língua quente pelas virilhas, e cansado da brincadeira, abocanha o prato principal me levando a loucura. Eu rebolo em sua boca grande e quente enquanto ele me chupa ao mesmo tempo em que masturba a si mesmo. Eu tento manter os olhos fechados para evitar o orgasmo, mas é uma cena muito linda pra ser ignorada então continuo, sinto o corpo todo esquentar, sinto seus dedos escorrendo cada vez mais fácil, eu realmente estou a dois passos de lá quando ele se levanta e me penetra, desliza, e desliza tão bem que o corpo dele se choca contra o meu, e eu me agarro a ele trancando as pernas sobre sua cintura. O choque dos nossos corpos causa um barulho forte. Nessa posição gostamos de fazer movimentos fortes, que correspondam a nossa intensidade. E então gozamos, longa e fartamente. Assim que meu orgasmo acaba, eu sinto meus olhos pesarem. E respiro fundo jurando ter sentido odor de cigarro. E fora em como aquilo foi bom, eu penso em cigarro a todo instante.

Ele nos trás água, eu estou me equilibrando pelos braços na mesa.

- Você tá legal?

E aí eu só me lembro do copo escorrendo da minha mão e a tela preta que veio a seguir. E então ele teve a maravilhosa idéia de acender um cigarro pra me era muito forte mesmo! E me despertou até que rápido. Segundo ele, quase um minuto e meio.

Ele ficou chocado com aquilo, e desesperado também. Disse que era a primeira vez que algo assim o ocorrerá e eu concordei, dizendo que comigo também.

- O mesmo medo que tu teve da tua mulher descobrir, eu teria de você me roubar e me deixar aqui desmaiada.

- Jamais faria isso.

- A oportunidade faz o ladrão.

- Então você faria isso comigo?

- Se você desmaiasse? Se eu te roubaria?

- Sim.

- Apenas tomaria o que é meu.

- Isso não responde.

- Eu não seria capaz de tirar de quem tem tão pouco...

E essa é a bala que crava.

- Está aqui o que é seu.

E me estende de forma autoritária cinco notas de cem reais. Eu confiro uma a uma confirmando a ideionidade.

Ele dispensa a ducha, se veste rápido, não se aproxima pra se despedir, mas se despede.

- Tchau aí

- Não quer ficar e cuidar um pouco de mim?

- Sem chance.

E sai, batendo a porta, paga o período de quatro horas do qual me restam ainda duas e meia e no qual eu gasto o meu tempo fumando um baseado, apodrecendo meus ossos com Coca-Cola, estudando fotografia e escrevendo textos tais como esse.

Vejas mais histórias como essa em meu blog www.lepetitpearl.com


Eu sou a Pérola. Fotógrafa, escritora e garota de programa entre os 20 e 25 anos. Muito lasciva, escrevo sobre experiências sexuais dentro e fora da atividade. Relatos verdadeiros de uma garota de programa de verdade!
                                


Comentários

Seja o primeiro a comentar nesse conto