Me pediram e aceitei realizar a fantasia delas

Publicado por: tiozao em 15/01/2020
Categoria: Corno
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Me pediram e aceitei realizar a fantasia delas.

Por Tiozão


Fim de ano,
Festas, feriados e férias, 2019 para acabar...
Sou Pedro, e minha esposa Mara, fomos convidados por nossos amigos Roger e Dayse a passar um final de semana em sua chácara, que ficava a uns 60Km de SP.
Somos casados a seis anos e sem filhos, Mara é uma loira linda, 1,70, 75 kg olhos castanhos bem clarinhos, coxas grossas, seios médios, pernas lindas.
Mara casou-se comigo ainda virgem, portando seu único homem.
Dayse, uma morena alta, seios grandes, coxas lindas cabelos crespos e olhos cor de amêndoas.
Chegamos ao local e o casal Roger e Dayse já veio nos receber, nos levando a um quarto onde nos pusemos à vontade.
Trocamos de roupa e fomos nos juntar a beira da piscina com os demais convidados e familiares do casal e Também havia dois rapazes que não conhecíamos, Rodrigo e Willian, dois morenos, altos e fortes que trajavam sungas onde era possível ver seus dotes amigos convidados de Roger.
Roger me chamou para uma lateral da piscina, de onde víamos todos e ali ficamos tomando umas caipirinhas.
Dayse e Mara tomaram um banho de piscina rápido e sentaram em espreguiçadeiras na lateral da mesma tomando sol, ambas de biquines e deliciosamente lindas.
Os rapazes por vezes brincavam com os garotos na piscina com bola e às vezes saiam para tomar um gole de cerveja, quando saiam da piscina, ficavam próximos de nossas musas e trocavam algumas palavras.
As mulheres riam, e conversavam animadamente com eles.
De onde estávamos percebia que Mara às vezes dava uma olhadinha em seus volumes por sobre a sunga, o que me dava muito ciúme embora já tivesse fantasiado situação semelhante.
O tempo passou, comemos churrasco, conversamos com os familiares e no final da tarde decidimos ir até uma cidade próxima onde teria um barzinho para conversar e curtir um pouco a noite.
Fui o primeiro a tomar banho e fiquei aguardando os outros.
Logo em seguida a Dayse e minha esposa foram para o banho e Roger ficou conversando com os seus dois amigos. Já de banho tomado voltei para a varanda e fiquei contemplando o anoitecer na chácara enquanto os demais se banhavam para seguirmos para a cidade. Passados alguns minutos vi a Dayse e minha esposa vindas em direção à varanda e conversando baixinho. Fiquei curioso em saber o que elas falavam e me escondi atrás de umas plantas onde dava para ouvi-las sem que percebessem minha presença. Elas se aproximaram e o papo era o que eu estava imaginando.
Dayse estava contando para minha esposa que seu marido falou pra ela que o Willian e o Rodrigo estavam encantados com a beleza dela. Mara então respondeu que também achou eles tesudos e comentou sobre o volume dos membros deles e disse que se estivesse desacompanhada não saberia se resistiria ao assédio deles. Dayse então respondeu à Mara que se ela precisasse de ajuda que poderia contar com ela e logo em seguida voltaram para a sala.
A conversa que ouvi me deixou confuso. Senti um misto de ciúmes, raiva e tesão. Meu pau estava duro como rocha e o coração disparado. Resolvi não comentar nada e ver no que iria dar. Afinal ela é de carne e osso. Eu também sinto tesão por mulheres gatas e não podia condenar os dois por achar minha mulher gostosa.
Ficamos todos prontos para partirmos e Mara estava divina, num vestidinho leve, tecido fino, batendo pouco abaixo de suas coxas, sandálias altas e sem sutiã. A Dayse não ficava atrás. Ela também era muito gostosa. Como a Dayse e Mara queriam ir juntas, elas foram com o Roger e eu Rodrigo e Willian seguimos no meu carro.
No caminho, fiquei a pensar se o Roger também não estava disposto, assim com a Dayse, a ajudar minha mulher a transar com os dois. Minha imaginação estava a mil, ficava visualizando os dois comendo ela, nós seis numa orgia, os três comendo ela e a Dayse a ajudando, as duas se beijando na boca e nós quatro assistindo... Eu realmente estava muito excitado com a conversa que tinha ouvido delas na varanda da fazenda.
Os dois eram pessoas agradáveis e muito simpáticas, e no percurso eles, por duas vezes, tocaram no assunto de que eu era um cara de sorte por ter uma mulher tão bonita e simpática. Confesso que ficava excitado com todos aqueles elogios e disfarçava.

Na cidade fomos para um barzinho onde serviam ótima comida e começamos a beber e conversar. Minha esposa sentou-se ao meu lado e de frente para o Rodrigo. Conheço muito bem minha mulher e senti que ela estava muito excitada.
Num dado momento o Roger me convidou para uma partida de sinuca num bar próximo.
Gostávamos muito de jogar sinuca, mas aquele momento não era o mais propício e inicialmente recusei. Mas devido à insistência dele e o incentivo das duas, percebi que nós dois não era para estar ali. Fomos e combinamos de nos encontrar mais tarde.
Só estávamos nós dois jogando e meu pensamento era só no que estavam armando. Num dado momento o Roger me chamou num canto e meio trêmulo, me confessou que tinha uma fantasia de ser corno e ver sua esposa sendo possuída por outros homens e me perguntou se eu tinha esse mesmo desejo.
Fiquei calado por alguns instantes e perguntei a ele o que estava pretendendo com aquela conversa.
Ele me olhou e me disse que era o que eu estava pensando. Então perguntei se ele estava querendo entregar a Dayse para o Willian e o Rodrigo e ele me respondeu que sim e que minha esposa também queria dar pra eles, pois a Mara tinha contado a Dayse e me convidou para ser corno junto com ele.
Poderíamos assistir eles comendo elas no motel da cidade. Fiquei mudo e meu coração parecia o motor de um formula um, acelerado a dezessete mil batidas por minuto. Confessei a ele que também tinha essa fantasia, mas não tinha coragem de realizá-la. Ele então me confessou que a Mara tinha dito à Dayse que tinha o desejo de dar pra outro com o marido assistindo e, como também temos essa fantasia, resolveram convidá-los para um fim de semana na fazenda. Fiquei indignado, mas o tesão que sentia com aquela conversa não me deixava esboçar uma reação agressiva.
O Roger então me disse que se eu não topasse não teria nenhum problema, pois eu poderia pegar a Mara e ficar passeando pela cidade até eles realizarem suas fantasias com o Willian e o Rodrigo e me alertou que a Mara, com certeza iria ficar muito frustrada, pois ela tinha confessado para a sua esposa que estava muito a fim de participar.
O tesão que sentia era tanto que topei e perguntei como seria.
Ele me disse que quando retornássemos ao bar onde elas estavam daria um sinal para a Dayse que eu tinha concordado e, a partir daí, O Rodrigo e Willian assumiriam nossos lugares e nos dois ficaríamos apenas assistindo eles namorando, mais tarde, partiríamos todos para um motel. Poderíamos acompanhá-los, eu a Dayse e o Willian numa suíte e você, Mara e o Rodrigo em outra suíte. Minha boca secou, meu pau parecia que ia explodir e meu coração parecia querer sair pela boca o ouvindo falar tudo aquilo.
Pagamos a conta e retornamos ao bar e lá chegando, fomos recebidos com alegria e Roger então deu o sinal fazendo que sim com a cabeça à Dayse que em seguida chamou a Mara para o banheiro.
Elas retornaram e se sentaram ao lado de seus novos amantes, A Dayse com o Willian e minha esposa com o Rodrigo. Ficamos conversando como se nada estivesse acontecido e, lentamente o ambiente foi ficando mais descontraído, o papo caminhou para sexo e eles começaram a se acariciarem e logo estavam se beijando na boca. Eu e Roger ficamos paralisados, olhando aquelas cenas e a excitação tomou conta do ambiente.
Que delícia ver o Rodrigo sarrando a Mara. Ela estava tão excitada que os bicos de seus peitinhos estavam para furar o vestido fino que usava.
Sua bucetinha devia estar toda encharcada naquele momento e já estava ansioso para irmos todos para o motel. Num dado momento ela se levantou, veio até mim. Deu-me um beijo e disse-me que eu era o máximo, e retornou aos braços de seu amante.
Por volta de meia-noite pagamos a conta e nos dirigimos para o motel. Eu, Mara e o Rodrigo no meu carro e o Roger, Willian e Dayse no outro carro. No percurso, fiquei observando os dois no banco de trás no maior amasso e vi quando ele enfiou os dois dedos na bucetinha dela. Que loucura, quase gozei ali mesmo.
Rodrigo entrou na suíte com minha esposa nos braços e logo a jogou na cama e a despiu, beijou e chupou seus peitinhos por um longo tempo e foi descendo a língua até sua bucetinha encharcada e começou a chupar com volúpia. Mara, aos gritos foi tirando sua camisa e em seguida sua calça e quando baixou sua cueca, pulou pra fora o que já imaginava. Uma pica que a deixou de olhos arregalados. Não era muito comprida, mas grossa e cabeçuda.
Ela o pegou e colocou na boca e, olhando pra mim, chupava com entusiasmo e pediu para que me aproximasse, abriu o zíper de minha calça, tirou meu pau pra fora e deu algumas chupadas, pediu para que me abaixasse e me deu um beijo na boca e, ela então me acariciou e, me chamando de amorzinho e corninho.
Mara trêmula e ofegante pedia para que eu olhasse sua mulherzinha sendo possuída por um pausudo gostoso e pediu para eu pegar o cacetão dele e ajudá-lo a penetrá-la. Obedeci, peguei seu pausão, o posicionei na sua entradinha e empurrei seu corpo contra o dela e fiquei olhando aquela pica grossa entrando na bucetinha de minha mulher. Ela gritava e, me chamando de corninho, pedia para chupar a buceta dela com o pau do Rodrigo dentro. Que delícia vendo aquele pau entrando e saindo bem na minha cara e eu a chupando. Depois que ele a penetrou ela começou a dizer coisas do tipo:
Olha meu corninho sua esposinha sendo fudida por um macho gostoso, ai...ui...ta gostoso demais...mete...mete muito...mostra pro meu corninho como se faz uma mulher gozar...ai...vai...vai...ha...ha...nossa...goza na minha buceta...goza vai...me enche de porra...olha meu corninho ele vai gozar na minha buceta e quero que você me chupe depois ta...fala comigo meu corninho...fala vai...ha..ha..ha..vou gozar de novo...ai...ai...ai...E assim ela ficou, gemendo e me dizendo que sempre teve vontade de me fazer corninho e se eu estava gostando. Estava para gozar e ela pediu para chupar minha pica e em seguida tirou o pau do Osvaldo da buceta , pediu para dar mais uma chupada na buceta dela e em seguida beijá-la.
Obedeci e quando a beijei ela começou a gritar dizendo que era para o Rodrigo a penetrar novamente e em seguida teve seu segundo orgasmo junto com o amante que inundou sua bucetinha de porra.
Ela então se libertou do Rodrigo e meu tesão era tanto que mandei ver e em seguida a penetrei e gozei, enchendo sua buceta de porra novamente. Caímos os três na cama exaustos. Amanhecemos o dia metendo de todas as formas, inclusive com uma DP. Eu a penetrei no cú e o Osvaldo na buceta.
Voltamos todos para a chácara e dormimos até duas horas da tarde.
No domingo à noite, voltamos pra cidade e repetimos a dose, só que dessa vez eu fiquei com o Willian e a Dayse numa suíte e o Roger, minha esposa e o Rodrigo em outra.

Foi uma aventura e tanto.


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