Escravo Sexual - Reunião de amigas

Publicado por: escravocarinhoso em 22/06/2020
Categoria: Fantasia
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Parecia ser mais um dia normal, onde a Senhora iria desejar que eu me apresentasse, para lhe dar prazer. Quando desejava me mandava um aviso do dia e hora que deveria ir visita-la. E quando eu recebia o aviso, meu corpo já estremecia todo, pois em minha mente vinham todas as sequencias possíveis e imaginárias de tudo que eu teria que fazer. Quando relembrava tudo que fazia comigo, meu corpo se enchia de tesão. Já servia a Senhora a meses. E tinha de seguir tuas regras. Chegar em sua casa, já usando o cinto de castidade que deixava meu pau e saco bem presos. Com aquela corrente presa no cinto. Porque quando eu chegava, uma das primeira coisas que perguntava era se eu estava como mandou. E eu tinha que entregar na tua mão, a ponta da corrente, para que pegasse, nela, puxasse forte, e me fazia sentir, o pau e saco, sendo puxados. Me fazia entender SEMPRE que diante da Senhora, eu era apenas TEU ESCRAVO, teu brinquedo sexual, teu OBJETO de uso intimo e secreto. Quando puxava aquela corrente, olhava minha cara e logo via que eu me transformava mesmo um escravo dos teus desejos e vontades. Neste dia porém algo no teu olhar parecia diferente. Porque a sala estava organizada. Sentamos no sofá, para conversar, porque isto fazia muito bem. Havia mandado eu levar uma dúzia de latinhas de cerveja. Entreguei a sacola, e a Senhora mandou eu colocar na geladeira. Quando entrei na cozinha também vi que estava tudo em ordem. Desconfiei de algo, porque esta era uma das minhas OBRIGAÇÕES. Ter que lavar toda a louça, e limpar a sala, colocar tudo em ordem, almofadas e decoração da mesa. Mas hoje, estava tudo organizado. Mesmo assim, depois de trocarmos sorrisos e um pouco de conversa, a Senhora tinha pressa. Disse, que hoje, eu seria testado. Gelei. Estremeci, porque achava que nestes meses já havia me testado de diversas formas e maneiras, e que não houvessem mais testes que desejava realizar comigo.
Acho que hoje iria me enganar. Ou me surpreender. Não sei. Mas como eu sabia minhas regras, devia subir ao banheiro, porque como das outras vezes que me ensinou, iria dar um banho na Senhora, lavar teu corpo todo, passar creme. Para que ficasse do jeito que desejava quando me treinava. Mandou eu novamente entregar a corrente em tua mão. Pegou ela forte, puxando forte, me fazendo sentir o pau e o saco, sendo tua propriedade. Me puxando assim, pela cozinha, e logo me fazendo gemer. Até chegarmos na porta do banheiro.
Agora prepare-se para mim. Hoje quero que tome um banho, antes de se preparar. A toalha esta aqui. E hoje, não vai usar coleira no pescoço. Quero colocar em você aquela corrente grossa, que vc trás. Falou isto tirando do bolso um cadeado grande e grosso. Acho que era o cadeado mais grosso que tinha visto. Abriu ele com a chave que tinha no cadeado, deixando ele destrancado. Colocou o cadeado aberto sobre a pia do banheiro. Guardou a chave no bolso.
Mandou eu tirar da mochila a corrente grossa, com elos grandes, que eu sempre levava. Tinha 40 centímetros de tamanho. E me disse: Tá vendo este cadeado? Quando se banhar e secar vai pegar esta corrente aqui, dar a volta no seu pescoço com a corrente. Falando isto pegou novamente com a mão a corrente que prendia meu cinto de castidade, puxando ela, e me dizendo que teria de prender com o cadeado as duas correntes. A que estava presa no meu cinto de castidade, e esta corrente que iria por no pescoço.
Quando disse isto, minha mente viajava no que desejava fazer comigo. Por que desejava me prender com os cadeados? Mas apesar de imaginar o que poderia acontecer, eu queria muito obedecer, muito... porque obedecer a Senhora me dava um prazer EXTREMO. Me fazia sair da minha realidade, e me sentir apenas um brinquedo que tinha para se divertir, e se excitar, e ter orgasmos longos e prolongados.
A Senhora saiu do banheiro, e entrei, encostei a porta, tirei minha roupa imediatamente, coloquei toda dentro da mochila, e comecei meu banho. Queria me ensaboar para que meu corpo todo ficasse mais atraente possível para seus desejos e vontades mais íntimos.
Me sequei e como mandou peguei a corrente grossa, dei a volta no meu pescoço. Peguei a corrente presa no meu cinto de castidade, e com o cadeado grosso e grande aberto, coloquei as duas argolas das correntes e fechei o cadeado. A partir daquele momento, aquela corrente não iria sair facilmente de mim. Teria que pedir que abrisse, pois no teu bolso estava a chave. Como sempre mandou, me ajoelhei no chão do banheiro, virado para o canto, olhando o chão, com minhas mãos sobre minhas coxas, esperando.
Acho que quando ouvir o barulho do chuveiro parar, a Senhora esperou uns minutos e logo a porta do banheiro se abriu. Quando ouvi teus passos. Se aproximou. Mandou eu tirar as mãos das coxas... apoiar no chão. E me abaixar o máximo que podia. Eu queria obedecer. Queria muito fazer tudo como mandava. Chegou perto, e com seu pé, começou a me inspecionar por baixo entre minhas pernas. Quando senti teu pé, e os dedos dó pé, pressionando meu saco, sentindo meu pau preso no cinto de castidade, comecei a gemer. Sentia a pele do teu pé, me tocando bem ali, meu corpo tremendo de prazer. As vezes juntava seu dedão e o dedo do lado, para beliscar meu saco. Quando fazia isto, ficava inquieto, e gemia mais. Acho que quando me ouvir gemer, sentia mais e mais prazer.
Tirou o pé. Mandou eu levantar. Olhando ainda a parede. E suas mãos, começaram a me tocar, apalpar, mexer. Onde desejava. Apertar minha bunda e mandou eu abrir a bunda para olhar se eu havia me lavado direito. Seu dedo passou sobre meu cu, para ver se eu tinha limpado. Me esforçava para abrir bem minha bunda. Gemendo.
Depois mandou eu virar de frente e seus olhos paralisaram quando viram aquele cadeado fechado, prendendo as correntes. Pegou a chave deles de dentro do bolso, e me mostrou. Sorriu, riu, colocou a chave novamente no bolso. Mandou que começar a tirar sua roupa. Porque eu iria dar banho na Senhora. Comecei tirando sua blusa, e vendo o sutiã, depois se virou para eu tirar o sutiã, e ver teus peitos, e depois abrir tua calça, e desce-la, vendo sua calcinha. E minha respiração ficava muito ofegante. Me ajoelhei para tirar sua calcinha e ver seu ventre, sua buceta.
Mas pegou meu cabelo com a mão e me forçou a levantar, e de uma forma bem autoritária, ligar o chuveiro, deixar a agua escorrer pelo teu corpo, e peguei o sabonete, começando a lavar cada parte do teu corpo. Minhas mãos se esforçavam em espalhar e ensaboar bem, para deixar o corpo da Senhora limpinho e muito cheiroso. E minhas mãos ensaboavam os braços, as tuas mãos, depois, as costas, passando pela cintura, depois os seios, em minhas mãos, passavam em baixo dos seios, e por cima sentindo os mamilos, e minha boca desejava tanto, lamber seu corpo todo. Mas neste momento eu devia ensaboar tudo. Depois ensaboar tuas pernas... até os pés, e a Senhora mandando eu ajoelhar, porque iria colocar o pé sobre minhas mãos, e eu lava-los, ensaboa-los, e depois o outro pé. Eu ensaboava desejando tanto, sentir cada parte do teu corpo. Então mandou eu ensaboar as pernas. E minhas mãos, passando pelos joelhos, canelas, coxas, meus dedos deslizando nas coxas, por fora e por dentro, e finalmente encontrando tua buceta, e limpando ela com meus dedos, ensaboando... no meio, nos lábios... depois entre a bunda... as nádegas.
Eu fazia tudo isto gemendo de tesão. Desejando que este banho durasse horas. A Senhora mandou eu tirar todo sabão, e a agua me ajudando a tirar o sabão da pele toda que havia sido limpa, pelas minhas mãos e dedos.
Ainda com a agua deslizando pela tua pele, dos ombros, peitos, coxas, sem sabão, sua mão pegou meu cabelo forte novamente, e forçou minha cara de encontro ao teu ventre. Automaticamente, minha boca se abriu e comecei a lamber tua buceta com tanta vontade, sentindo minha língua passeando entre os lábios, encontrando a vagina, subindo e encontrando o grelo, e pressionando ele, depois descendo de novo para baixo, e mamando os lábios.
Eu de joelhos e sua mão forçando minha cara a continuar lambendo gostoso, sentindo a agua, deslizando sobre nós dois. Em segundos a Senhora começou a gozar em minha boca. Muito. E seu gozo se misturando com a agua do banho, e sua pele. Depois segurando ainda meu cabelo, me afastou, e se virou, agora empinando a bunda, para que eu lambesse entre suas nádegas, limpasse debaixo do banho o cuzinho, a buceta, por trás, e me apoiando em suas pernas, minha língua subia e descia com muito desejo. A ponto de que seu segundo gozo explodiu com minha língua lambendo por trás, de uma forma tão gostosa... subindo pelos lábios, e encontrando a vagina, penetrando com a língua, e subindo para o cuzinho, como desejava sentir. Ficamos assim ainda por alguns minutos. E a Senhora virou de frente, e sorrindo me olhando, mandou me levantar, para desligar o chuveiro, pegar a toalha e seca-la.
Eu sentia na mão aquela toalha sequinha e felpuda, tirando todo o molhado do teu corpo. Dos ombros até os pés. Entre as pernas. Sentindo minhas mãos com a toalha secar a buceta, secar as virilhas, entre as nádegas. Depois mandou eu me secar na tua frente. E eu tinha de secar também a corrente para não molhar nada.
A Senhora abri a porta do banheiro, e pegou na tua mão a corrente presa no meu cinto de castidade, me fazendo segui-la. Puxando aquela corrente que me fazia sentir meu pau e saco sendo puxados para onde desejava me levar.
Em seu quarto, me mostrou o creme, e comigo de joelhos comecei a passar o creme hidratante no teu corpo inteiro.
Minhas mãos deslizavam pela tua pele. Nos ombros, nas costas, depois nos braços, embaixo dos braços, e cintura, nos seios, e novamente minhas mãos sentindo os mamilos, endurecerem, e por baixo dos seios, e as pernas, coxas, minhas mãos, passando nas virilhas, e a buceta da senhora ali, me provocando, me fazendo desejar tanto mama-la, chupa-la lambe-la. Acho que seu treinamento me fazia ter ficado viciado em chupar e mamar uma buceta.
E a Senhora se divertia quando se sentava na cama, me vendo daquele jeito, e sentindo o desejo que tinha de ser um escravo oral.
Ao contrario dos outros dias de treinamento, hoje, não desejou ficar de vestido. Mandou eu colocar no seu corpo uma calcinha, colocar o sutiã, depois outra blusa, uma calça. Colocar suas meias, tênis. Ficaria vestida?
Depois de vestida, me mandou pegar as toalhas e pendurar na área de serviço.
E depois eu tinha que arrumar o banheiro.
E me deu 10 ou 15 minutos para tudo isto. Corri como eu podia. Levando as toalhas para a área, pendurando no varal. Depois, pegando panos de chão e levando ao banheiro, limpando e secando o piso. Se sentou no seu sofá. Mandou eu me aproximar. Adorava porque imaginava que iria me treinar como outros dias. Que mandaria cozinhar ou limpar algum lugar e quando eu menos esperasse, me chamaria porque usaria minha boca.
Ansioso esperando por alguma ordem, mandou eu tirar das sacolas, os brinquedos que sempre trago comigo. Um chicote, palmatoria, correias. A mordaça com consolo, preta, que quando coloca na minha boca, pode ser usada para dar prazer na Senhora. Plug anal. Peguei os brinquedos e coloquei em ordem sobre a mesa da sala de jantar. Havia também aquele capuz preto, um capuz, com ziper atrás para prender na minha cabeça. Que quando eu usasse, não podia ver nada. Porque no capuz havia somente uma abertura onde aparecia minha boca.
Depois de organizar tudo, pegou o capuz. Colocou em mim. Ajeitando para minha boca ficar bem exposta. Fechou o capuz no ziper. Agora não via nada. Apenas ouvia. Algo estava estranho hoje.
Porque a Senhora adorava mandar eu usar este capuz quando estava apenas de vestido. Sem calcinha, sem sutiã.
Mas de certa forma, usando este capuz com a senhora vestida, me sentia exposto.
E me sentia teu brinquedo. Teu objeto. De experiências. Colocou também nos meus pulsos duas correias de couro. Com argolas que podiam ser presas. E nos meus tornozelos outras duas correias de couro. Também com argolas.
Agora eu só podia ouvir. Sentir. Pegou minha corrente, me puxando de 4, pela sala, até me fazer ajoelhar no canto.
Agora, quero que fique bem quietinho. Preste atenção. Pernas bem abertas, e mãos nas coxas, porque quero que fique bem exposto. Senti quando a senhora se agachou do meu lado. Falando perto de mim. Sua mãos se apoiando no meu ombro. Hoje vou te testa novamente. Eu treinei você por meses. Hoje, quero sentir prazer de outra forma. E quero saber se você vai passar no meu teste de hoje.
Quando ouvia aquilo, estremecia. Eu não sabia o que tinha em mente. Mas deu uma risada quando sentiu minha ansiedade e medo. Pegou a corrente e deu uma boa puxada me fazendo sentir o cinto de castidade puxando. Gemi. A Senhora riu, e puxou mais. Me fazendo gemer mais. Então soltou e ouvi se levantar. Andando. Acho que foi até a cozinha, abrindo a geladeira, e trazendo algo para por sobre a mesa. Não sabia o que poderia ser. Seu celular tocou, e ouvi a Senhora conversando. Me parecia ser com sua amiga. Rindo. Elas avisando que estavam indo, e a Senhora respondendo que podiam vir porque estava tudo pronto.
Gelei. Porque naquele momento, eu entendi que iria receber visitas e eu estava na tua sala, exposto. Quem entrasse naquela sala, iria me ver. Iria me ver de joelhos, com capuz na cabeça. Não saberiam quem sou. E eu não iria ver quem entrou. Apenas ouvir. Meu corpo misturava prazer e medo. Nunca tinha feito isto comigo.
A Senhora indo da cozinha para a sala, levando coisas para por sobre a mesa. E como se eu simplesmente fosse um objeto de decoração. Ligou o som, e uma musica que gostava invadiu o ambiente. Pegou uma das latinhas de cerveja e abriu. Eu só podia ouvir os sons e imaginar. Quando a campainha tocou.
E a Senhora foi abrir a porta para receber.
Olá, tudo bem? Logo sua voz, recebendo alguém que eu não podia ver. Apenas ouvir. Mas percebi que eram duas vozes. Duas vozes femininas. Sim. Duas amigas tuas. Que cumprimentaram com alegria, e perfumadas, porque eu sentia o perfume no ar. E brincando com a Senhora, dando muita risada, e entrando na sala, onde logo a Senhora fez questão de pegar o que elas traziam na mão, talvez um prato de doce, pelo que minha mente havia pensado. E uma delas comentando que estaria pesado. Depois convidou elas a entrarem e sentarem no sofá.
De frente para onde eu estava. Voltou da cozinha com duas cervejas entregando para elas, e sentando no sofá também. E percebi que as risadas deram lugar a muita curiosidade. As duas amigas abriram suas cervejas, e começaram a beber, talvez muito rápido para se descontraírem.
E a Senhora rindo, e começou a comentar.
Então, meninas este é o meu escravo. Que eu falei pra vocês que treinei, para me dar prazer, para me agradar, e realizar meus desejos. As amigas riram e comentaram, “então é verdade mesmo”, dando risada.
E a Senhora reforçando, “claro que é verdade”.
A Senhora começou a dizer sobre tudo que fazíamos. Que no começo a Senhora não acreditava que um homem podia ser tão submisso, a ponto de desejar se submeter a tudo. Que não achava que existisse. Elas ouvindo atentamente, falando que também não acreditaram quando eu contei. E que estavam se divertindo muito. Que tinham muita curiosidade de ver. E a Senhora comentou que no começo tudo era uma descoberta, e que também se divertia muito porque, descobriu que sentia muito prazer controlando todo meu corpo. E que eu sentia prazer somente em obedecer, mesmo que fossem ordens tão simples. E elas bebendo a cerveja. Logo pediram mais, e enquanto bebiam, e comiam, o que eu acho que era salgadinho, a Senhora explicava tudo. Que me deu regras, de como eu devia me portar, que me treinou para dar banho, limpar a casa, e que quando eu ia visita-la, tinha que lavar o banheiro, limpar a sala, e sempre nu, porque assim, quando desejasse, podia me usar.
Elas rindo, e adorando ouvir as explicações. Mas tinham muitas duvidas. E perguntavam pra Senhora.
Se eu sentia prazer obedecendo. Se podia fazer o que quisesse no meu corpo.
A Senhora rindo. Explicando e rindo. E comentou que eu sentia prazer em obedecer assim.
Foi quando se levantou, e veio em minha direção, pegando na corrente no meu pescoço, por trás puxou, e mandou eu ficar de 4, como um cãozinho, obediente, e me puxando por esta corrente me fez ir de 4 até ficar na frente do sofá, de joelhos novamente.
E pegou uma cadeira, colocou só meu lado, ficando de frente para as amigas. E me mandou por minhas mãos atrás da minha cabeça. E pegou algo para prender as duas correias. E com sua outra mão, pegou o cadeado, e começou a falar sobre isto. Que hoje, eu já tinha chegado antes, e que tinha dado banho na Senhora, secado, passado creme, e que eu não sabia que receberia amigas em casa. E eu ouvindo tudo atentamente.
Foi quando mandou eu responder tudo que perguntassem.
Acho que a Senhora e suas amigas estavam mais soltas pela cerveja. Que bom. Porque me sentia ainda muito tímido e o misto de medo e tesão.
E sua amiga, que eu não via somente ouvia, perguntou se eu sentia tesão assim.
E com a voz tremula, respondi sim Senhora, e elas rindo. E a Senhora para me humilhar mais, mandou eu contar tudo.
Vamos, conta escravo, quero que conte em detalhes, e responda tudo que elas perguntarem.
E eu gelando de medo, ansiedade e uma sensação de tesão. Quando comecei a responder, a Senhora pegou a corrente presa no meu cinto de castidade e começou a puxar fazendo o cinto todo ficar esticado e eu tinha de responder assim.
E suas amiga perguntando. E eu tinha de explicar.
“Eu sinto prazer em me sentir brinquedo de uma mulher sádica, mandona, exigenteeeee....” gemia enquanto falava, porque a Senhora puxava aquela corrente. E continuei.
Eu sou muito carinhoso e obediente, e gosto de me sentir assim. E suas amigas continuavam.
E o cinto de castidade não dói em você. A Senhora puxando ele pela corrente. E eu tentando focar em responder.
Quando uso o cinto de castidade, me sinto como se meu pau e saco estivessem sob controle, e que a Senhora e dona deles. A Senhora soltou o cinto, e respirei aliviado, mas logo, uma das tuas amigas perguntou se podia pegar. A Senhora riu e disse “claro”, e tua amiga pegou a corrente com a mão e foi puxando, na direção dela, e eu me esforçando em responder. Uma das tuas amigas queria saber se podia brincar com qualquer parte do meu corpo. E eu disse que quando me apresentava pra Senhora, oferecia meu corpo todo para que se divertisse. Enquanto tua amiga puxava a corrente e comentava. “Que gostoso”. A sua outra amiga riu e disse, “também quero”.
E a Senhora sugeriu que eu levantasse. Eu em pé com minhas mãos presas atrás da nuca.
E a Senhora sentada na cadeira. E sua outra amiga puxando a corrente.
Que gostoso sua amiga repetia. Dai perguntou pra Senhora se podia me tocar. A Senhora riu, respondeu “claro”. Elas estavam muito curiosas. Senti a mão de uma delas, tocando meu pau preso no cinto de castidade. Eu estava inchado, mas como meu pau estava preso, não podia ficar ereto. Depois os dedos apertaram minhas bolas e eu gemi mais. A Senhora ria, com minhas reações. E suas amigas descobrindo algo jamais imaginado.
Que gostoso isto, quero um assim pra mim. Sua amiga disse rindo. E a Senhora mandou eu abrir as pernas, porque as mãos delas queriam sentir minha pele. E eu sentia uma mão puxando a corrente e me esticando, e outra mão apertando meu saco com os dedos. Eu gemia. Elas estavam se divertindo.
E a Senhora também.
Perguntou para elas se elas queriam passear comigo, e elas riram. Dai a senhora sugeriu que elas me puxassem pela corrente pela casa, e uma delas logo adorou a brincadeira, se levantou e pegou a corrente, e começou a me puxar me forçando a segui-la. Depois voltou, e a senhora rindo com sua outra amiga.
Uma delas perguntou se eu gostava de apanhar.
E timidamente respondi um Sim Senhora, e logo, levei um tapa na bunda... e gemendo agradeci. E outro tapa.
E gemendo agradeci. A Senhora estava se divertindo e rindo de ver minhas reações.
Sua outra amiga, quis me levar para passear assim. Me puxando, e me fazendo sair da sala, e meus pés sentindo o chão da cozinha. E lá, me soltou. Veio por trás de mim, e as mãos dela, começaram a me bolinar a bunda. Onde me deu mais dois tapas, que eu agradeci gemendo.
Esta tua amiga, encostou a boca no meu ouvido e disse.
Você é muito gostoso sabia? Tem uma bunda muito gostosa. E me deu mais uns 4 tapas. E eu prontamente agradecia e gemia quando apanhava.
Ainda comigo na cozinha, comentou que a Senhora tinha muita sorte, e queria um igual a mim.
Dai veio pela frente, e pegou a corrente de novo, e esticou, e me perguntou o que eu sentia quando puxava assim, e eu disse que sentia tesão. Gemendo. E a mão de sua amiga começou a apalpar o meu saco, pau, apertando ele mesmo dentro do cinto. Daí, começou a voltar pra sala, me puxando pela corrente.
E a Senhora bebendo sua cerveja perguntou rindo porque tinham demorado.
E eu respondi tentando me controlar que sua amiga tinha me levado pra passear. A Senhora perguntou. E o que mais.
E eu respondi que ela tinha me batido.
Onde.
Na minha bunda Senhora, e a Senhora riu. Sua amiga falou, que minha bunda era gostosa. Sua outra amiga quis passear também. A Senhora autorizou. Acho que o fato de eu estar com o cinto de castidade me prendendo, dava um estremo prazer na Senhora. Porque mesmo suas amigas bolinando meu pau estava preso.
Sua outra amiga levantou, pegou a corrente, e começou a andar comigo. Sentia o cinto esticado.
Meus pés andando. Sentindo o frio do chão. Fomos novamente na cozinha. Lá esta amiga tua me abraçou de frente, e a boca dela invadiu minha boca, com um beijo, e as mãos dela, procuraram minha bunda, para apertar, apertar, e quando sua amiga me soltou, deu a volta no meu corpo e me deu um tapa. Outro tapa. E eu agradecia.
Ela se sentou num banco na cozinha. Me puxou pela corrente. Até eu ficar muito perto. Com as mãos queria ver melhor o cinto de castidade. Apertava meu pau preso nele. As bolas presas nele.
E eu gemendo. Até que puxou pela corrente e me forçou a ajoelhar. E a mão dela pegou na corrente presa no meu pescoço. Mandou eu beijar a calça dela.
E eu paralisei. Eu não sabia se podia obedecer esta ordem.
Desculpe Senhora mas preciso saber se minha dona autoriza. Hum, sua amiga não sabia se havia esta autorização.
Ela se levantou do banco, e me deixou lá de joelhos. E voltou a sala. Eu não conseguia ouvir direito. Porque tinha a musica a voz de sua amiga rindo, da Senhora rindo. Então, ouvi passos, e a Senhora mandando eu levantar, e pegou a corrente para me puxar. Fui seguindo até voltarmos a sala.
Lá, me mandou ajoelhar novamente.
E eu sem saber. Suas mãos soltarem minhas mãos que ainda estavam presas atrás da nuca.
Então a Senhora e suas amigas continuavam bebendo. Comendo.
Escravo, minhas amigas querem, saber mais de como vc é obediente, carinhoso, então, como eu estou me divertindo muito, com tudo isto aqui, vou te perguntar. Se eu mandar você mostrar como usa tua boca e língua vai me obedecer?
Eu estremeci. Sim Senhora. Daí, pegou um salgadinho e colocou em tua mão, e mandou eu comer da tua mão, e minha boca encontrou o salgadinho, comi, e mandou eu lamber a mão toda.
E eu me esforçava. Minha língua lambendo a palma da tua mão. Com desejo. Depois os dedos, e com minhas mãos eu segurava teu braço.
Daí, me mandou ficar ajoelhado e abrir bem a boca. Uma das tuas amigas colocou os dedos da mão dela dentro da minha boca e comecei a lamber gostoso, sentindo com minha língua cada centímetro da pele dela. Deslizando. Ficamos assim alguns minutos. Até que esta amiga tirou os dedos. Sua outra amiga se aproximou e colocou o dedo da mão dela, e comecei a lamber, de um jeito muito carinhoso, sentindo com a língua a unha, o dedo, enquanto ela comentava que minha boca era muito gostosa. Não viu nada, a Senhora rindo alto. Me puxou forte pela corrente. Me fazendo virar para a cadeira, e mandou eu tirar seus tênis. E eu delicadamente, desamarrei, puxei a meia, sentindo o pé em minhas mãos. Massageando eles. Com carinho. A Senhora e suas amigas continuavam a conversar. Depois o outro pé. Tirando o tênis, a meia, e massageando eles até que mandou eu tirar os tênis de tuas amigas. Sem poder ver nada.
Fiz como mandou. Massageava com carinho como me treinou a fazer.
Acho que tudo isto dava tanto tesão na Senhora. Porque suas amigas elogiavam e falavam o tempo todo que queriam alguém assim. A Senhora ria. Me mandou beijar os pés da Senhora. Pegou a corrente, puxou forte, e mandou eu pedir. Como gostava de ouvir.
E minha voz, falando, “por favor, Senhora posso beijar teus pés” Quero melhor que isto. “Por favor, Senhora eu imploro posso beijar teus pés” Melhorou, pode. Minha boca procurou até encontrar seu pé e comecei a lamber, com carinho, deslizando minha boca pela sola do pé. Sentindo prazer em fazer tudo isto, e sentindo que tuas amigas estavam se divertindo. Tanto. Pena que o tempo voava. Estávamos ali, já vazia umas duas horas. Quando minha boca lambia sua sola toda, veio teu desejo de que eu lambesse os pés dela também. Eu não via nada. Apenas ouvia e sentia que a Senhora e tuas amigas estavam se divertindo tanto.
Tirei outro par de tênis, puxei as meias, e minha boca sentiu os pés frios de outra amiga tua. E eu me esforçava deslizando a língua para sentir o pé dela, e minha língua sentia o dedão e a Senhora mandava eu abrir a boca, para sua amiga por o dedão todo e eu chupar, e lamber. hummmmmmmmmmmmmmm.
Depois fazer igual com o outro pé dela. Depois desamarrar o tênis da tua outra amiga, tirar as meias, e beijar os pés dela, lamber gostoso... e eu me sentia muito obediente. A Senhora sentiu como eu estava obediente e muito excitado.
Quando pegou a corrente e puxou e senti o cinto ser puxado, eu me esforçava para lamber o pé dela e gemer... aiiii.
Vamos fazer o seguinte meninas.
Eu sei que estão muito excitadas e estou amando brincar com meu escravo aqui. Então eu vou inventar um jogo.
Elas deram risada. Ficaram mais e mais curiosas. Eu estava ouvindo tudo, lambendo ainda um dós pés. Não sabia de quem era. Eu apenas ouvia.
E a Senhora continuou. Como ele é minha propriedade, e tudo nele eu sou Dona, não quero que usem o pau dele.
Enquanto eu ouvia, lambia ainda o pé de uma das tuas amigas.
Mas quero que saiam daqui felizes, muito felizes, e que seja uma noite inesquecível não? Então, eu vou deixar que cada uma de vocês, se divirtam com ele por 15 minutos. Mas as regras são, que ele não vai tirar o cinto de castidade e ele não vai gozar.
Suas amigas deram risada. E começaram a perguntar. Mas ele pode chupar? Enquanto eu ouvia isto, minha boca lambia ainda um dos pés.
E a Senhora respondeu que não. Que poderia usar minhas mãos. E eu me sentia muito usado pela Senhora. Sem que eu vissem nada, mandou eu parar de beijar os pés. Mandou eu levantar. Pegou minha corrente. Me levou, até eu sentir que entravamos num quarto de sua casa.
Presta atenção. Começou a falar pra mim. Quero que seja muito carinhoso gentil, com elas entendeu bem? Elas vão te usasr, e se quiserem vão gozar. Mas não vai chupar ninguém. O máximo que vou autorizar delas é beijar.
E vai ter que dar carinho a elas, bem gostoso, com tua mão. Masturbar. Entendeu?
Será que me entendeu? Quando falava isto, puxava a corrente. E eu atônito não sabia nem o que responder, mas imediatamente, falava sim Senhora.
Ótimo. Eu tenho a chave das corrente e do teu cinto. E elas vão poder bolinar você. Beijar. E mandar vc masturba-las.
Falando assim comigo, me mandou ficar de joelhos sobre a cama.
Ouvi teus passos. E a porta sendo encostada. Alguns minutos demoraram. E a porta foi aberta. E encostada novamente. Daí, sua amiga, mandou eu sair da cama. E fiquei em pé na frente dela. Ela começou a me abraçar, e a boca dela começou a me beijar a boca. Conforme ela me beijava a mão dela encontrava minha bunda, e me apertava.
Ela mandou me sentar na cama, e tirar a blusa dela, primeiro. Depois abrir o sutiã. Ficou nua da cintura pra cima mas eu não via nada. Me puxou novamente pela corrente, e começou a me beijar novamente, e agora, quando me beijava sua mão apertava meu pau e saco presos no cinto de castidade.
Mandou baixinho eu abrir a calça dela, e descer, e abaixar a calcinha. Pegou minha mão para mostrar a buceta. E eu comecei a massagear gostoso. Meu dedo descobrindo a vagina, os lábios, o grelo, tocando com carinho. Meu dedo entrando no meio dos lábios dela, e mexendo.
Ela se deitou na cama. Abriu as pernas e me mandou encontra a buceta e fui tateando com meus dedos, até encontrar os lábios, a vagina, e o grelo. Ela gemia gostoso. Conforme fui massageando a buceta dela, ela foi molhando mais, mais, gemendo mais e mais. e estava gozando gostoso. Gozando muito gostoso.
Comentando que eu era muito gostoso, e que queria mais. Me puxou pela corrente, e me fez ficar de frente para ela sentada na cama. E a boca dela encontrou a minha e começou a me beijar, pegando minha mão e fazendo eu masturba-la gostoso, com as pernas abertas. Em minutos ela começou a gozar me beijando, enquanto gozava.
Meu pau inchava dentro do cinto de castidade. mas não podia sair.
Foi um gozo longo, prolongado. Que fez ela deitar na cama por uns minutos para se recompor. E meio ainda surpresa ela em silencio começou a se vestir. Eu com o capuz não saberia quem ela é. Ela se vestiu. Saiu em silencio. Encostou a porta. Alguns minutos passaram, e ouvi muitas risadas na sala. Muitas. Dai, a Senhora veio no quarto com a outra amiga. Rindo, e me perguntou o que eu tinha feito com sua amiga que ela estava sorrindo a toa? E eu respondi que tinha apenas obedecido o que a Senhora mandou.
A Senhora riu muito. E saiu. Mas sua outra amiga ficou lá. Esta amiga veio, subiu na cama, e pegou minha corrente. Foi puxando lentamente, até a boca dela, encostar na minha boca. E começou a me beijar, lentamente. Conforme beijava, a mão dela me tocava onde desejava. Os dedos dela encontraram meu saco, e começaram a apertar, apertar, e minha respiração mudou, porque ela estava maltratando. Depois começou a apertar a cabeça do meu pau, preso no cinto de castidade. Aiiiiii. Ela percebeu como eu gemia quando ela fazia isto.
Ela começou a falar no meu ouvido. Perguntou bem baixinho se eu também gostava de dar meu cu. Quando ouvi aquilo, gelei tentando misturar os gemidos, com as respostas. E ela, perguntou de novo, e eu disse, que minha dona tinha de autorizar. Ela riu... e perguntou.
Eu só quero saber. Enquanto ela perguntava apertava meu pau preso no cinto. E respondi que Sim Senhora. E ela comentou que era bom saber disto. Ainda apertando o meu saco, mandou eu encontrar os seios dela. E massageá-los bem gostoso. E eu me esforçava. sentindo os mamilos endurecendo. E voltou a me beijar enquanto eu massageava os peitos dela. E parou o beijo. Ela abriu a calça, tirou e abaixou a calcinha. Pegou minha mão, e colocou no meio das pernas, e voltou a me beijar, e enquanto eu beijava ela, meu dedo massageava a buceta, bem gostoso. Ela começou a gozar enquanto me beijava, e conforme eu mexia no grelo, ela gozava mais, mais, muito mais.
Ficamos assim por minutos. Quando ela decidiu parar.
Se recompôs, e em silencio saiu do quarto.
Quando depois de alguns minutos, a Senhora e elas riram também bem alto.
Ouvi teus passos. E abri a porta.
Chegou perto de mim, e um carinho, e logo me disse que eu tinha sido obediente e que tinha adorado tudo. Que sentia orgulho porque me treinou para ser assim, um escravo sexual, e que tinha passado no teu teste.
Pegou a corrente. e me puxando voltamos a sala. Suas amigas estavam mais calmas.
E começaram a agradecer. Disseram que amaram. Que tinham inveja da Senhora. E que queriam um assim pra elas.
Eu jamais iria saber quem são elas. Porque o tempo todo me fez ficar com o capuz.
Mas elas queriam poder voltar. E ficaram sugerindo pra Senhora marcar outro dia, para se divertirem de novo.
A Senhora riu e disse que iria pensar.
E elas questionaram uma coisa.
Seu escravo não goza não Senhora? E a Senhora respondeu. Se ele for obediente, e fizer tudo direitinho, eu permito mas tem de ser como eu quero. Tem de ser como eu quero que ele goze.
Elas riram. Tudo isto era magico para elas.
Vocês acham que ele merece gozar? Ah ele foi bonzinho, disse uma delas.
Ah merece sim tadinho, ele é obediente, merece. A Senhora parou para pensar. De qualquer forma toda esta noite estava sendo algo inacreditável para mim. Esta experiência fantástica da Senhora. Eu realmente me sentia um escravo teu.
Um objeto da tua diversão. Das tuas experiências.
A senhora pegou a chave, do cinto de castidade. Mandou eu levantar e por minhas mãos na nuca.
Foi abrindo o cinto. E eu senti meu pau ser solto. Diante delas. E depois que tirou, sua mão me apertou, e comecei a gemer mais. Em minutos o pau endureceu em tua mão.
Inchou. E percebendo isto, a Senhora começou a aperta-lo.
E gemi mais.
Sua mão apertava ele, e perguntava para suas amigas como é que eu iria gozar. Elas riram.
Pediram para apertar um pouco.
Uma delas levantou, e com a mão sentiu o meu pau e saco. Apertou mais forte.
Depois a outra amiga.
Comentou que eu tinha um pau gostoso. Que era gostoso. Eu tentava controlar os gemidos.
A Senhora teve uma ideia. Mandou eu me deixar no chão. E a Senhora em pé. Começou a dar pisadas com sua sola do pé no meu pau. E as vezes apertava com o dedão. Eu comecei a gemer mais forte. E a Senhora me deu uma bronca. E eu pedi desculpas por gemer assim.
E a Senhora convidou uma das amigas para pisar nele... mexer com o pé no meu saco e pau.
ahhhhh. E a outra amiga quis experimentar. Se sentaram. A Senhora mandou eu me deitar debaixo dos pés da Senhora e delas. Elas entenderam a brincadeira. Eu gemia muito.
A Senhora me proibiu de gozar sem pedir autorização. Mas estava impossível. Porque tinha que lamber uma das solas de um pé de alguma delas, e teu pé, pisava no meu pau... O dedão pisava no meu pau.
Em minutos eu não conseguia mais segurar. Então pedi para gozar.
Implorei. E a Senhora pisando com o dedão, mexendo com o dedão... e o calcanhar, pressionando ele.
Comecei a gemer mas forte, até que autorizou meu gozo. Goza, pode gozar escravo... e os jatos começaram a sair, fortes, uma das amigas começou a rir, e outros jatos saíram melando minha barriga toda. ahhhhhhhhh.
Depois que acabei o gozo, agradeci. Varias vezes. E suas amigas estavam encantadas.
Ficaram pedindo pedindo muito para que outras vezes a Senhora permitisse. A Senhora rindo disse que iria pensar.
Depois de tudo, mandou eu me levantar, e pegando a corrente me levou ao banheiro, mandando eu tomar um banho gostoso, me secar e esperar lá.
Esta noite foi inesquecível. Obrigado Senhora. Obrigado por ser teu escravo.


Comentários

teca em : 15/08/2020

Deu asas a imaginação erótica, votado.