Minha colega de quarto

Publicado por: aranha em 28/01/2018
Categoria: Lésbico
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Meu nome é Luciana tenho 38 anos, olhos verdes, divorciada, 1,75 m, cabelos castanho claros com chanel de bico, tetas turbinadas (já eram grandinhas e ficaram maravilhosas !), minha bundinha é elogiada, nem muito grande nem pequena, aparentemente bem desejada ! E adoro (amo) sexo. Tenho coxas bem torneadas devido a academia (faço uma só para mulheres) .
Já publiquei dois contos e adorei receber e-mails e comentários de gatinhas e gatinhos, agora vou contar mais uma experiência (real) que me marcou muito, que poderia até ter decidido minha vida sexual: a fatídica experiência lésbica. É fato: a maioria das mulheres, seja na adolescência (seja por por falta de macho capacitado ou “coceirinha” mesmo), seja um pouco mais tarde já teve essa experiência, nem que seja pra saber como vai ser o primeiro beijo num menino, não adianta fugir, a curiosidade feminina é voraz e precisamos afogá-la (literalmente), a diferença é que as mulheres que experimentam e gostam falam de boa, as que não gostam escondem isso pro resto da vida num baú a 70 chaves e negam até a morte, kkkk.
Eu tinha entrado pra faculdade de administração na Unicamp, tinha 21 anos, morava em São Paulo, logo de início no mural da facu tem diversos anúncios de pessoal dividindo apartamentos, casas, visitei dois e no terceiro gostei, já morava uma menina (a Marina, uma nerd que fazia ciência da computação), a outra tinha acabado de terminar o curso e saiu, eram dois quartos, e eu a minha amiga Jéssica aceitamos dividir um dos quartos e na semana seguinte viria outra menina (a Magda, uma loira estonteante e bem safada que conheci depois). Marina era uma mulatinha jeitosa, corpo de sambista, namorava sério a algum tempo um cara de Piracicaba, na sexta a noite ela já dava o fora pra casa dele, eu e a Jéssica também voltávamos pra SP nos finais de semana pra ficar com a família e a Magda sempre arrumava algo pra fazer nos finais de semana, era uma loira muito bonita (e vadia), e sempre saía e voltava esfolada de tanto dar.
Já era o final do segundo semestre, todas nos dávamos muito bem, sempre tem aquelas discussões por causas bestas como calcinhas usadas penduradas no chuveiro, som, barulho, roubo de chocolates, etc, mas tudo se resolvia de boa, sempre com bom humor, a intimidade entre as quatro era legal. Podíamos andar peladas numa boa pela casa sem neura. Até dividíamos roupas, sapatos e maquiagem. A próxima semana era de provas, pânico total. A Magda já tinha ido viajar com amigas na quinta, cabulou a sexta-feira, a Marina foi pro namorado, só voltaria na segunda e eu e a Jéssica ficamos pra estudar pra provas, o sábado todo em cima de livros, mas a noite precisávamos relaxar.
Fomos no supermercado e compramos queijo, chocolate e 2 garrafas de vinho. Bebendo, comendo, vendo filmes e dando muitas risadas, já estávamos alegres com a bebida, uma das garrafas já estava quase vazia.
Dentre as conversas a Jéssica me perguntou se eu já havia transado com alguma garota, disse que não mas até tinha curiosidade, “-Quem sabe um dia...” e a Jéssica me confessou que era bi, adoarava homens, mas também já tinha estado com algumas garotas e me disse que gostava porque a “pegada” era diferente, mas gostava de ambos. Me deixou muito curiosa.
Já passava das 11 da noite e a Jéssica disse que ía tomar um banho, foi pro quarto, se despiu e passou na minha frente nua, desfilando e perguntou brincando e rindo ? “- E aí gatinha ? Pega a mineirinha ? kkkk” dando uma voltinha. Jéssica era uma mineira bonita, brincalhona, toda delicada, pele clara e cabelos negros lisos até as costas, tinha seios pequenos, tipo perinha, biquinhos delicados, uma bundinha que caía muito bem em calças legging, pernas longas, nariz fininho, boca carnudinha e bem definida, olhos castanho-claros e um olhar safado que os homens adoravam, medi ela toda e me chamou a atenção a xoxota sem nenhum pêlo, os lábios da xaninha dela eram avantajados, destacando-se na virilha, nunca tinha sentido tesão por alguma garota, mas o álcool daquela noite me permitiu responder a ela, fazendo cara de safada mordendo os lábios e um olhar fatal: “-Fácil !”, rimos as duas, quando o celular dela tocou, ela atendeu e era uma paquera, o Biel, um carinha de engenharia que estava tentando comê-la a todo custo. Jéssica se enrolou na toalha e se sentou no sofá ao meu lado, “namoricando” pelo celular. Aí eu disse, “-Affff, já tô na seca, ficar ouvindo namorinho não vai rolar, kkkk vou eu então tomar banho, tá Jé ?”. Ela fez sinal positivo e decidi provocar. Ela falava no celular e comecei a fazer um strip na frente dela (olha o que a bebida faz com a gente... tinha até esquecido a conversa que ela gostava de meninas também), a cada peça de roupa que tirava eu deslizava as mãos no meu corpo, pelos seios, pela cintura, pelas coxas, me abraçava e dizia baixinho “- Aiii Biel, assim, vai, aiiii aiiii aiii....” e rindo, ela tentava não rir conversando com o garoto no celular, mas não tirava os olhos de mim, quando tirei o sutiã, meus peitões pularam e ela arregalou os olhos e fez um sinal de positivo e uma cara que gostou, e um sinal pra eu dar uma voltinha... Comecei a gostar da brincadeira, aquilo estava me excitando, eu estava só de calcinha (branca, de algodão), virei de costas pra ela e bem devagar abaixei a calcinha, quando me virei a Jéssica estava olhando minha bunda com cara de tarada, ela continuava a conversar no celular, botou um pé em cima do sofá e afastou as pernas, aquela xoxota dela toda lisinha de destacou naquela paisagem íntima, estava toda rosinha, um pouco inchadinha e a Jéssica, deslizou um dedo pela rachinha pra dentro dela, e tirou todo molhadinho, me olhando séria... Aí percebi que a brincadeira a tinha excitado também, dei tchauzinho e fui pro banheiro, entrei na ducha pensando naquilo e quando passei a mão na minha xoxota ela estava muito sensível, também inchadinha e toda melada, meus bicos estavam muito duros, aquela sensação de ser apreciada e devorada com os olhos por outra mulher mexeu comigo, entrei debaixo do chuveiro e deixei a água cair em meu rosto pra acalmar um pouco, quando abro os olhos a Jéssica está no banheiro, encostada na parede, enrolada na toalha, me observando e disse: “-Lu, voce me deixou com tesão, e agora ?”, respondi: “-Vai dar pro Biel, oras...”, ela tirou a toalha e entrou no box comigo, seus mamilos, antes delicadinhos estavam duríssimos, disfarcei e virei de costas, ela pegou o sabonete e começou a passar em minhas costas, usando as unhas pra me arranhar de leve, adorei... uma das mãos passeou levemente sobre minha bundinha molhadinha, ela me testou e não esbocei reação, então ela resolveu atacar. Envolveu minha cintura e me abraçou pela linha da barriga, senti o calor de sua virilha na minha bunda, seus peitinhos com os biquinhos duros encostaram nas minhas costas, apoiei as duas mãos na parede, eu nem acreditava, estava me entregando a ela totalmente, eu já estava dominada pelo tesão (e pelo vinho também)...
Suas mãos buscaram meus peitões, ela os agarrou com força e mordeu meu ombro com delicadeza, começou fazer carinhos circulares nas minhas tetas, esfregava meus bicos molhados entre os dedos, roçava a virilha na minha bundinha, eu já estava com vontade de gemer, ela me virou, olhou nos meus olhos, me abraçou segurando minha nuca e me beijou, debaixo da ducha morna, seus seios pressionaram os meus, que eram umas tres vezes maiores que os dela, sua coxa entrou no meio das minhas pernas, pressionando minha xoxota, sua outra mão me apertava a cintura, que delícia, que beijo quente, delicado, erótico. Sua língua era hábil, rápida, nosso hálito etílico tornava tudo mais quente. A água morninha caía sobre nós duas. E como estava quente lá embaixo ! Ufa...
“-Voce é uma delícia, que tetas !” E antes de eu falar qualquer coisa caiu de boca nos meus seios, ela chupava gostoso, diferente dos homens que parece que querem arrancar e engolir os mamilos, que nos apertam como se aquilo fosse aquelas bolinhas de fisioterapia. O ritmo dela era ideal, sua boca quente e carnuda sugava gostoso, sem muita pressão, sua mão percorreu minha bunda, deu a volta pela frente e foi na minha xoxota, ela encheu a mão e apertou, gemi gostoso e abafado, estava muito sensível. Ela pegou o sabonete e me ensaboou toda, olhando atentamente (e sentindo) cada detalhe do meu corpo, estávamos todas molhadas (por dentro e por fora), ela então fechou o chuveiro e me deu o sabonete: “-Vem...” de frente comigo, levantou os braços e segurou no basculante da janelinha do banheiro, me olhando com um sorriso de tesão.
Minha xoxota já estava pingando quando comecei a percorrer seu corpo, uma mão com o sabonete e a outra espalhando a espuma e sentindo a pele macia e as curvas delicadas (muito diferente de musculos e pêlos masculinos), estava gostando da sensação, comecei na barriga, ela puxou minha mão pros seios, acariciei-os com vontade, ela se lambia me olhando, desci devagar, me ajoelhei pra passar o sabonente na pernas dela e dei de cara com aquele xoxotão carnudo todo cheio de espuma na minha cara. O grelinho estava destacado e era grande, vermelhinho, demonstrando o tesão dela, passei a mão na sua bundinha redondinha, nas suas coxas, minha boca encheu de saliva, pela primeira vez na vida estava com vontade de chupar uma buceta. A Jéssica me olhando maravilhada com aquilo, me puxou pra cima e me beijou novamente, agora nossos corpos estavam ensaboados, lisos, escorregadios, as mãos passeavam por todos os lados, as línguas entrelaçadas aqueciam ainda mais.
A Jéssica pegou minha mão direita e levou na sua xoxota. Que macia e gordinha ! Meu dedo médio desceu direto no meio da sua rachinha e no meio daqueles lábios carnudos encontrei facilmente o grelinho dela, era avantajado, estava durinho e ela suspirou e apertou forte minha bundinha, carvando as unhas, iniciei um sisirica pra ela. A Jéssica jogou a cabeça pra tras e afastou as coxas, aquele bucetão se arreganhou e até sobrava na minha mão, ela levou a mão na minha xoxota e começou a fazer o mesmo.
A sensação lisa do sabonete era soberba, o cheiro floral, o calor do vapor no banheiro, apoiei a cabeça em seu ombro e nossa respiração estava acelerando, ela me pediu pra ir mais depressa e rapidamente gozou na minha mão, abrançando-me forte e mordendo meu ombro. Suas pernas ficaram bambas e sua respiração ofegante. “- Que delícia Lu...”. “-Uau, que gozada rápida Jéssica...” “-Eu já estava com tesão quando voce me provocou tirando a roupa sua safada...” rimos uma da outra. “-Calma que voce não vai ficar no prejuízo, rsrsr”, disse a Jéssica ligando o chuveiro pra gente tirar a espuma, que saiu rapidamente.
A Jéssica abriu o box e pegou uma banquetinha de plástico do banheiro que a gente usa pra pegar as coisas na prateleira de cima e abriu a duchinha do chuveiro. “-Senta aí !” Sentei, ela se ajoelhou na minha frente, abriu minhas coxas e minha xoxota peludinha estava lá, toda melada na sua frente, apoiei as costas na parede e ela passou a mão delicadamente me arrancando suspiros, abriu os lábios da minha xota e um dedo dela escorregou pra dentro da grutinha... “-Uiiiii....” ela tinha os dedos longos, e hábeis... Pegou a duchinha e direcionou na parte de dentro da minha coxa e foi chegando devagar até no grelinho enquanto o dedo passeava entre as carnes quentes dentro da minha xoxota, logo ele enfiou 2 dedos e o tesão crescia, eu estava muito melada, aquela duchinha era uma delícia, ela tirou os dedos e separando-os uma baba transparente e grossa estava entre eles, ela me olhou e chupou com vontade os dedos, como se fosse uma pica toda melada de gozo, ela pegou as minhas mãos e pediu pra segurar a xoxota abertinha, puxei os lábios da minha xoxotinha pros lados, Jéssica ficou de quatro e caiu de boca. Era a primeira vez que uma mulher chupava minha xaninha, e ela sabia muito bem o que estava fazendo, por ser mulher ela sabe exatamente onde gostamos, de que forma, com qual velocidade, intensidade, força e jeito, eu já estava vendo estrelas, ela descia até a entrada da vagina e subia a língua na racha toda arreganhada até o clitóris, lambia em sua volta e descia novamente, então ela começou a acariciar meu cuzinho com um dedo, já lubrificado com sabonete (eu já tinha contado a ela que gostava de dar o cuzinho desde meus 15 ou 16 anos), logo seu dedo já estava lá dentro explorando meu reto, nem senti aquela dorzinha inicial, minha xoxota e cuzinho começaram a ter espasmos, o gozo estava perto.
Jéssica percebendo isso encheu a boca na minha bucetinha, chupou forte e rápido e não aguentei, com um dedo inteiro enfiado no rabo meu gozo foi longo, forte, divino ! Eu apertava o dedo dela com o cuzinho e minha xoxota parecia um pisca alerta piscando, meu grelinho estava sendo sugado com força, aumentando a sensação, eu prensava a cabeça dela entre minhas coxas gemendo alto até que fiquei sem ar e aos poucos relaxei, quase desfalecendo, ela tirou o dedinho bem devagar do meu rabinho e sem tirar os olhos de mim tirou a boca da minha bucetinha toda inchadinha e melada e dava lambidinhas ao redor dela.
Já tinha gozado com chupadas de namorados, mas nunca tinha chegado perto de uma sensação tão forte como essa. Decididamente ninguém chupa uma buceta como uma mulher, porque NÓS entendemos disso. Deve ser por isso que os gays dizem que chupam um pinto bem melhor que nós, kkkkk.
Eu não conseguia nem levantar do banquinho e disse a ela: “Sua safada, agora sei porque já encontrei esse banquinho aqui molhado várias vezes, kkkk” A Jéssica: “Já bati muitas siriricas sentada nele com essa duchinha e algumas até pensando em voce...” rimos novamente. “Vamos, quero ir lá pro quarto com voce”. Pensei comigo “-Nossa, essa noite vai ser loooonga....”.
Nos enxugamos rapidamente, juntamos as duas camas de solteiro e estendemos toalhas secas sobre elas por causa dos cabelos molhados e deixamos o abajur acesso dando um clima gostoso de meia-luz, o cd player portátil estava tocando Emmerson Nogueira num volume gostoso. Os efeitos do álcool ainda estavam bem ativos e o tesão também. Ela me deitou na cama e me deu um banho de língua dos pés a cabeça, dando atenção as “áreas especiais”. Ela chupou muito minhas tetonas deitada em cima de mim, sentindo sua xoxota roçando nos meus pentelhos, que sensação gostosa. “Agora é sua vez...” Ela foi subindo de quatro por cima de mim, enfiou as tetinhas na minha boca e mamei com vontade, as duas, enquanto levei uma das mãos na sua xoxota e senti tudo meladinho e quente, com a outra eu aranhava suas costas. Ela gemia baixinho.. Sua pele macia e quente roçando em mim me arrepiava.
Ela subiu mais um pouco, manteve um joelho na cama próximo à minha cabeça e apoiou um pé na cama acima de meu ombro como se fosse levantar, mas ela apenas deixou a bucetona dela na altura certa pra eu cair de boca e olhando pra baixo ela empurrava levemente minha cabeça, não ofereci resistência e pela primeira vez eu ía chupar uma xoxota, meu coração disparou, botei as duas mãos na sua bundinha, que estava fria. O cheiro da xoxota dela era diferente do cheiro da minha, parecia mais doce, a ausência de pêlos tornava aquela visão linda (depois disso comecei a me depilar por completo também, hábito que tenho até hoje), os lábios grandes e o clitóris a mostra convidavam minha língua a sentir aquele calor mais de perto, fui chegando e dei uma lambidinha no grelinho, ela suspirou e disse “-Vai Lu, chupa gostoso minha xoxota...”, dei uma lambida da entrada da grutinha que deu uma piscadinha até em cima, aquele sabor ácido adocicado me agradou, era inebriante, lambia agora com vontade, apertando sua bundinha e a Jéssica gemendo baixinho, apertando as tetinhas com uma das mãos, olhando pra mim enfiada entre suas pernas, balbuciando palavrões. Fechei os olhos e me concentrei, minha xoxota estava melada e quente também (que falta uma rola estava fazendo nessa hora), ela agora pressionava aquela buceta toda babada na minha boca, pelo meu nariz, eu estava me deliciando já fazia uns 10 minutos quando subitamente ela sentou na minha cara com aquele bucetão todo arreganhado segurando minha cabeça e minha boca sugando avidamente seu clitóris e gozou muito, talvez mais forte ainda que eu tinha gozado no banquinho do banheiro, gemendo alto, senti uma baba quente da sua grutinha descer pelo meu queixo enquanto ela tinha espasmos e eu apertava sua bundinha deixando marcas de unha.
Ela se jogou de lado ofegante e encheu a mão em sua buceta, apertando-a. Eu estava com a cara toda melada, com seu cheiro delicioso e o sabor de sua buceta impregnado na minha língua. Ela me olhou de ladinho com cara de anjo, me abraçou e me beijou, me lambeu, me fez carinhos deliciosos, cafunés, beijinhos pelo corpo, suas unhas passeavam sorrateiras e delicadas pelas minhas coxas e barriga me dando prazer e sensações “pós-foda” que os homens ignoram. Ela se aconchegou no meu ombro, beijando minha orelha, causando arrepios enquanto sua mão desceu até minha xoxota novamente, abri as pernas e seus dedos me penetraram com delicadeza e presteza. Jéssica batia uma siririca bem lenta e sem pressa em mim, massageava meu grelinho, enchia a mão e apertava minha xoxota toda, me enfiava um dedo novamente e voltava no grelinho, sem pressa, me torturando, sua boca descia até minha teta e voltava ao meu pescoço e minha orelha. eu estava entregue e curtindo a exploração de meu corpo. Quando eu estava próximo de gozar ela reduzia o ritmo me enlouquecendo, sentia sua xoxota toda molhada sendo pressionada e esfregada, quente e lisinha na minha coxa, numa leva masturbação.
Depois de muito estancar meu gozo, ela se virou e encaixou sua perna por baixo da minha, como se fossemos duas tesouras, quando percebi sua buceta estava já colada na minha e ela segurou minha perna com força me puxando e começou a se esfregar. Me apoiei nos cotovelos pra apreciar a cena, minha xoxotinha peludinha e fechadinha sendo engolida por uma bucetona carequinha toda arreganhada e babada. Não resisti muito tempo vendo essa cena e avisei que iria gozar. Jéssica acelerou e gozamos quase juntas. Foi maravilhoso. Deitamos sem desencaixar e ficamos só curtindo as bucetinhas ainda piscado e babando...
Depois de nos recompormos ficamos abraçadinhas, nuas, exaustas, quentes, suadas. Já era quase 4 horas da manhã quando olhei no radio relógio antes de apagar e acordar na manhã seguinte sozinha, com uma puta dor de cabeça, a boca seca e um bilhetinho do lado no travesseiro: “Adorei a noite ! Voce é especial.”.
Jéssica estava na cozinha, só de camisola quase transparente, me esperando com o café posto na mesa, simples mas feito com carinho. Ela também estava de ressaca e olhamos uma pra outra: “-Jéssica, é impressão minha ou voce me estuprou ontem sua safada ?” “-Hahaha... não vem com essa não, voce que me provocou fazendo strip e depois gostou da coisa...” E rimos muito, estávamos meio altas e realmente foi algo especial, gostoso, que eu cheguei a repetir com a Jéssica mais quatro vezes (quando estávamos carentes, “alegres” e sozinhas no apartamento) até o final do segundo ano, quando ela conseguiu uma vaga e transferência pra UFMG.
Até hoje nos conversamos, ela hoje mora com uma loirona e têm uma pousada de ecoturismo em Monte Santo em Minas Gerais.
Minha preferência continua sendo uma bela, dura e roliça pica, não precisa ser grande não (as grandes satisfazem mas machucam também), basta saber usar. Mas tenho que admitir que até hoje NENHUM homem me chupou as minhas tetas e a xana gostoso como a Jéssica chupava. Mulher realmente entende dessas coisas, mas nada substitui um pinto de verdade, nem mesmo meus vários brinquedinhos.
Falando em brinquedinhos, vou ter que brincar um pouco agora, pois tem algo meladinho pegando fogo aqui embaixo... Espero que tenham gostado, assim que der posto mais uma de minhas aventuras.


Comentários

senhorhot em : 01/12/2018

Best Sellers este conto!