Fazen dá com gosto

Publicado por: balsamar em 03/07/2019
Categoria: Hetero
Leituras: 641 / Votos: 2 / Comentários: 0
Em meio as Férias agitadas, Nataly decidiu viajar para o interior. Para a casa da Tia, para poder ter descanso da poluição sonoro, respiratória e visual da urbanidade. Sua Tia, Andressa morava como caseira e governanta em uma cidade no interior de São Paulo, como previamente dito, cidade de São Lourenço próximo a Juquitiba.

Nataly supriu-se com carregadores de celular, cases, notebook, roupa de banho e tudo o mais para uma vida urbana no campo. Irônico que ela fosse sair da rotina sazonal da cidade para a tranquilidade caipira e ainda assim carrega uma bagagem de coisas corriqueiras.

Ela, com seu carro pronto, foi até a cidade com sua filha de 6 anos. Ao adentrar a estrada de barro Nataly se perdeu. Havia uma bifurcação após uma sinuosa estrada turva. Ela não se lembrava se era esquerda ou direita, apenas isso. Um erro e demoraria quilômetros para chegar no local correto. A fazenda de Andressa ficava a 2 minutos desta bifurcação, mas não sabia qual o lado tomar. Pois então que um rapaz de porte atlético, 1,76m, cabelos negros e olhos claros, portando uma bermuda jeans, bota marrom e regata branca, percebeu a insegurança dela com a decisão de tomar a estrada e se aproximou e disse:
- Oi tudo bom¿ Sou Julian. As moças estão perdidas¿
- Oi tudo bom¿ Eu sou Nataly e essa é minha filha, Lua. Estamos perdidas sim. Queríamos chegar na casa da dona Andressa.
- Poxa que sorte. A dona Andressa é minha vizinha. Quer que eu te acompanhe até lá¿
- Por favor! Entra aí.

Ela foi conduzida por Julian pelo resto do caminho até minutos seguintes chegar a fazenda de sua tia. Nataly agradeceu ao rapaz pela ajuda que retribuiu o agradecimento as duas. Nataly, não pôde deixar de notar a robustez física do homem. Era forte na medida certa. Não parecia um brutamontes, mas também não era magro igual uma vara.

As duas passaram uns dias por ali. Se divertiram pegando os ovos das galinhas, caçando na mata, usando a piscina. A vida campina era agradável apesar de modesta. Tia Andressa era governanta, e como tal, ela cuidava de duas meninas que moravam exatamente naquelas terras, os vizinhos: Julian e seus pais eram fazendeiros também. Julian era agricultor e cultivava milho, algodão e soja, com isso eles ganhavam um dinheiro razoavelmente alto.

Andressa iria com seu esposo e as crianças buscar ingredientes para fazer pratos doces para noite. Era uma pequena festa ao qual os vizinhos participavam para socializar costumeiramente. Andressa pediu para que Nataly ficasse apenas para olhar as galinhas. Nataly ficou.

Ela estava assistindo Lúcifer no Netflix com sua roupa mais caseira, camisola e meias, quando ela nem percebeu o temporal que se firmou. Em pouco tempo, a chuva tomou conta de tudo. Nataly, apenas conferiu se a casa estava fechada e se as galinhas estavam dentro do galinheiro. Tudo nos conformes. Mas ao longe, ela viu um rapaz correndo em direção a ela. Homem forte e caucasiano. Era Julian, Nataly ficou incógnita.
- Oxe, o que está fazendo aqui¿
- Sua tia pediu para eu olhar as tendas das galinhas, elas estavam tortas e pendiam a cair. Daí a chuva me pegou.
- Do nada ela veio né¿ Caiu de surpresa.
- Eu já estava indo. Nem sabia que você estava aí, ela deixou uma chave comigo.
- Devem ter duas, porque eu fiquei com uma.
- Ela imaginou que você ficaria concentrada no seu mundo hahaha.
- Eu tenho filha hahaha tenho que ter um olho no peixe e outro no gato. Fica ai vou pegar uma toalha.

Julian ficou na sala esperando Nataly voltar, do nada a luz acaba. “Que sorte” pensou ela. Ela entregou a toalha para Julian.
- Será que minha tia guarda velas aqui¿
- Todos guardamos, somos caipiras bem modernos hahaha.
- Palhaço, me ajude a achar.
Eles foram até a cozinha procurar. Nataly foi procurar entre as gavetas e Julian entre as prateleiras. Estava escurecendo por volta de 17h40. Nataly achou algo debaixo do fogão. Julian olhou para Nataly e ficou realmente excitado com a posição que ela ficara para procurar. Nataly havia achado umas velas, agora precisavam de fósforos. Julian estava segurando eles na mão. Ao acender uma das velas Nataly percebeu que entre as calças de Julian estava um saliente relevo na ponta da virilha que se curvava para a esquerda. Ela fingiu que não viu.
Eles aramaram a sala de velas todas as luzes estavam em pontos estratégicos para poderem ver qualquer inseto indesejado que se aproximasse. Nataly percebeu que ainda estava duro.
- Pensava que aqui tinha lanterna.
- Na minha casa tem.
- Você não carrega com você¿
- Não porque¿
Julian depois entendeu porque ela disse aquilo. Ele corou e colocou a almofada entre as pernas.
- Desculpe. Não vemos muitas garotas aqui. Muito menos bonitas iguais você. Se quiser posso ir embora...
- Ir embora pra que¿ Foi um elogio.
- Sério¿ Eu acho normal.
- Na cidade grande tudo é pequeno.
- Lá eles devem usar velas e não lanternas.
- O Problema é que as lanternas são inúteis se não souberem usar.
- Porque se descobrirem quem sabe usar será uma injustiça com as velas.

Nataly se aproximou de Julian, Ele segurou a nuca dela e beijou sua boca. Colocava a mão entre os emaranhados dos seus cabelos denotando as forças daqueles dedos. Ele puxou sua camisa para fora mostrando um peitoral saliente e forte. Nataly admirou e voltou a beija-lo. Ele a segurou com as duas mãos deslizando pelo seu corpo em encontro com suas costas, provavelmente procurando o sutiã, que por sorte não estava lá. Ele alisou as costas dela trazendo a mão até a cintura ainda beijando. Trouxe a mão para baixo se aproximando das nádegas.

Nataly, sentindo ele escorregar a mão pelo seu corpo, deslizou pelo dele também. Com as unhas arranhava o peitoral dele revestido de suor e testosterona. Saiu pela encosta das trincheiras abdominais perambulando pelos gomos firmes que caiam para a pelve. A Hábil mão dela desabotoou a calça dele enquanto sua outra mão buscava sua cintura. Ela sentiu uma calda quente escorregar seu braço para cima como se saísse de uma toca. Ela buscou toca-lo. O volume era assustador.

Julian apertou as nádegas de Nataly, enquanto ele liberava o rosto dela. Ele desceu mais a mão e por surpresa não encontrou nenhuma calcinha ali, apenas uma fenda muito bem alinhada e escorregadia como quiabo. Ele esgueirou o corpo pelo encosto do sofá até sua cara cair de encontro com a escultura amarronzada ali se encontrar.

Quando Julian desceu Nataly pode se concentrar no objetivo. Ela passou a perna por cima da cabeça de Julian e então estavam em meia nove. Nataly segurou firmemente aquele membro totalmente ereto. Uma rola de uns 21 cm, grossa com a cabeça avermelhada, torta para cima. Tinha veias fortes e verdes como se fossem filhotes. Nataly teve extrema dificuldade de abocanhar aquilo.

Nataly sentiu Julian segurar os lábios carnais com os polegares em pontos contrapostos e subir a língua de baixo para cima de encontro com o clitóris. Quando ele sentiu que Nataly deu uma leve torcida ele percebeu que era o ponto. Foi ali que ele investiu. Nataly, sentiu enorme prazer vindo daquela enorme língua. Mas ela precisava fazer sua parte também. Ela bateu com o pau na bochecha e deu uma linguada sobre a cabeça, fazendo o pendulo do relógio. Ela abocanhou uns 7 cm e fez movimentos, o famoso boquete. Nataly não contava com Julian Começar a bombar sua boca de baixo para cima. O pau dela não entrava mais do que aquilo, mas fazia a cabeça dela se mover. Nataly ficou com a cara escorada naquelas bolas que pareciam caçoar de sua cara. Ela desceu as pernas sobre o rosto de Julian fazendo ele ficar sufocado. Então ela rebolou com força, mas Julian não escondeu a língua, pelo contrário, ele liberou mais. Ele segurou bastante sua cintura e parou de bombar sua boca.

Nataly no controle da situação empinou na cara dele saindo de cima da piroca. Então ela rebolou bem forte na cara dele e bombou como se estivesse sentando em uma rola. Melando toda a cara dele. Ela levantou um pouco.
- Calma. Você está me sufocando.
- Cala a boca e bebe minha xota!
Nataly voltou a esfregar a xota na cara dele. Ela sentia sua respiração ficar pesada e acelerada. Então ela saiu de cima dele e cuspiu bem na cabeça da rola dele. Ela tirou a camisola e apontou a rola para a entrada da xota. Nataly sentiu uma dor na pressão para tentar passar e uma leve tontura. Ela alinhou mais a coluna com a piroca e deu umas pauladas na piriquita como se estivesse dando uma chinelada e pressionou novamente. Desta vez, passou.
- Caralho, que rola grossa é essa¿ Você vai me arrombar assim.
- Quero você toda rasgada, sua safada!

Nataly foi sentando até boa parte daquela rola sumir dentro dela. Nataly sentia sua ppk queimar. Ela rebolou para se acostumar com o volume. Ela colocou os dois pés que ainda estavam com meia sobre o sofá estando de costas para Julian. Ela apoiou as mãos nas coxas dele e começou a cavalgar.
- Que putinha gostosa! Delicia. Você mete gostoso demais.
- Você gosta assim safado¿ Quer comer essa bucetinha paulista quer¿

Nataly cavalgava e olhava para trás as vezes para ver como Julian estava. Ele nem percebia que ela olhava para ele. Ele estava completamente excitado e delirando. Nataly ainda olhando para ele aumentou a velocidade. O rapaz ficou mais ofegante e sua transpiração aumentou ferozmente. Ele parecia rosnar.

A moça rodou sobre a rola dele e ficou de frente com ele. Colocou os pés entre as coxas dele para ganhar força como alavanca e apoiou sobre os peitos ele. Ela saltou forte numa cavalgada. Nataly estava tão violentamente rápido que ora ela batia a parede do útero na cabeça viva de Julian. Julian estava imóvel com os olhos fechados se contorcendo de prazer. Ele não conseguia nem pensar. Nataly diminuiu a velocidade e segurou o pescoço dele.
- Olha pra mim.

Na hora que Julian olhou pra ela levou um tapão no rosto. Enquanto ela enforcava ele com a outra mão. PLAF. Outro tapão. A cara do rapaz ficava vermelha. Ela alternava a velocidade constantemente entre rápido, lento e forte.

Ela saiu de cima dele, sentiu sua xota arder em fogo. Estava ardida e não era pouco. Ela se alinhou no sofá e ficou de 4. Julian se posicionou atrás dela e achou facilmente a entrada. Com uma pressão ele colocou la no fundo. As mão fortes dele seguraram ela, que se contorcia para aconchegar aquela grossura toda. Julian segurou um braço dela atrás e apoiou seu peso sobre a cintura dela, bombou com pressão fazendo Nataly bater muitas vezes a cabeça na braçadeira do sofá. Ele soltou a cintura dela e segurou o cabelo e começou a meter com força. Com força mesmo. Ele puxou bastante o cabeço dela fazendo envergar sua coluna e deu uns tapões fortes na bunda dela.
- É assim que você quer né sua vadia. Não sabia que essas paulistas eram danadas assim.
- Me come com força, seu caipira.

Ele soltou o cabelo dela e segurou a cintura dela. Meteu muito rápido e forte. Os gemidos de Nataly ficaram parecendo robóticos por conta da velocidade. E então o telefone tocou.

Nataly se assustou.

- Alô!
- Oi! Nataly, querida é sua Tia. Como estão as coisas ai¿
- Estão bem tia.

Nisso Julian encostou nela e empinou a cintura dela. Sem muito esperar ele apontou a cabeça para a entrada da xota dela e empurrou. Nataly olhou para a cara dele. Olhou com uma cara severa.

- Querida, a estrada ficou bem difícil de circular, vamos ter que esperar até mais tardar. Você não liga de ficar um pouco só, não é¿

Julian segurou a cintura dela e deu uma estocada firme. Nataly soltou um suspiro e sentiu Julian bombar. Ela colocava a mão na sua cintura para conter o avanço, mas ele não parava.

- Tudo bem... tia... eu... espera... consigo esperar...
- Querida¿ Tudo bem ai¿
- Sim tia... Eu estava vendo um filme... daíiiiiiiiiiiiiii... ele era emocionante.
- Tudo bem querida. Se cuida.

Nataly desligou e não teve tempo nem de guardar o celular e Julian já pressionava ele contra o armário. Ela só teve tempo de sentir seu quadril ser triturado pelo quadril dele. Nataly estava na ponta dos pés quase que sentada nas coxas dele.

- Filha da Puta, está doendo essa porra. Para!
- Você não gosta assim¿ De ser maltratada¿
- Gosto, mas seu pau é muito grande, vamos para o sofá de novo.

Levou Nataly para o sofá para que ela ficasse de lado com a cara para o encosto. Julian logo apareceu nas costas dela. Deu uma cuspida nos dedos e passou em cima da xoxotinha dela que estava bem assada. Depois ele aproveitando a envergadura de sua rola para cima pressionou e penetrou Nataly novamente. Nataly deu um suspiro de dor e aguentou a entrada. Julian colocou o pé sobre ela apoiado no encosto, ganhando bastante impulso para meter. Ele metia com força, mas não tanto quanto antes. Ela sentia as costas sendo pressionadas pelo peitoral molhado de suor dele enquanto o braço dele dava a volta no seu pescoço, não a apertava, mas fazia ela ficar envolto de um braço realmente musculoso.

Nataly sentiu uma onda preencher seu corpo enquanto ela começava a ter um tremelique. Quanto mais ela tremia, mas o corpo de Julian pressionava o dela contra o sofá. Ele aumentou a velocidade da metida encostou o rosto no ouvido dela.

- Geme na minha rola sua cachorra. Sente essa pica grossa te arrebentando.

Nataly apenas gemia sem reação. Até ela convulsionar e sentir seu corpo explodir e pulsar. Logo uma onda de cansaço engoliu ela e seu corpo ficou ofegante.

Julian ainda metia, mas não com intensidade. Ele tirou o pau de dentro dela e jogou ela para baixo, para ficar de bruços. Ele cuspiu entre os dedos e levou até a cabeça. Começou a esfregar a cabeça nas nádegas dela levando até a entrada do cuzinho.

- Você não vai comer meu cu!
- Calma só um pouquinho, relaxa.
- Essa rola grossa não vai entrar no meu cu nem fodendo.
- Se doer eu tiro. Prometo. Você é muito gata, deixa eu sentir só um pouquinho esse cuzinho.
- Se doer você para.

Julian apontou a cabeça para a entrada e empurrou um pouco. Nataly arregalou os olhos e a boca sentindo a portinha abrir. A cabeça fazia um excelente papel de arrombador. Nataly sentia ser invadida, no início ela não sabia o que de fato sentia, enquanto a rola passava para dentro. Depois que chegou pouco mais da metade ela sentiu uma ardência terrivelmente forte. Ela tentou se levantar, mas o corpo dele era muito forte.

- Para! Para! Está doendo.
- Calma, relaxa! Entrou mais da metade, o resto é fácil.
- Fácil porque não é seu cu, Filho da puta! Meu, eu não estou aguentando não.
- Não aperta muito o cu.
- É sério tira aí. Amanhã não vou conseguir sentar.
- Calma, senti o cuzinho. Daí você vai poder dizer para as amigas da cidade que deu o cuzinho também.

Julian começou a bombar devagar. Nataly mordeu os lábios e fazia caras e bocas, mas ela denotava que não estava aguentando.

- Para! Chega. Está doendo. Não se move.

Julian parou de se mover. E Nataly começou a rebolar, mas infelizmente ela não aguentou.

- Ah que saco! Tira. Você pode comer minha bucetinha.
- Você está tensa. Relaxa que a dor vai embora.
- Sério! Está ardendo muito!

Ele pressionou o tronco contra ela bombando lentamente, mas em ritmo constante. Nataly xingava e fazia caretas.

- Caralho, para com essa porra mano está doendo.
- Posso gozar na cara então¿
- Pode!

Nataly sentiu seu corpo ficar mais aliviado quando Julian saiu de cima. O cu dela estava piscando e latejando. Ela nunca quis tanto ter um pinto como agora para poder dar o troco. Ela se ajoelhou na frente dele enquanto ele batia uma fortemente. As veias dele estavam explodindo e a cabeça estava ficando vermelha num tom bem forte caindo para o roxo. Nataly sentiu que ia explodir então ela fechou os olhos e abriu a boca. 1...2...3 segundos e nada de gozo. Ela abriu o olho para ver e ele tinha segurado a cabeça. Quando ela abriu o olho ele expeliu. Um tiro foi na cara dela. Mais de 100 ml de gozo na cara dela. De morena ela foi para albina em uma tinta só.

Eles se vestiram e esperaram a tempestade que não tardou a baixar. Logo Julian fora embora e a família de Nataly chegou. Nataly não queria fazer mais nenhuma atividade, estava totalmente cansada e assada.


Comentários

Seja o primeiro a comentar nesse conto