comi a mãe do meu colega de classe

Publicado por: frano69 em 16/11/2018
Categoria: Fantasia
Leituras: 4898 / Votos: 3 / Comentários: 2
Desde pequeno que sou curioso para olhar mulher nua. Acho o corpo feminino a maior perfeição da natureza, principalmente de mulheres jovens. Na época da minha adolescência não havia esses lances de internet e redes sociais. Pelo contrário, as revistinhas pornográficas de bolso faziam o maior sucesso entre os garotos da minha idade, que vez por outra, deixava as gatinhas mais assanhadas darem uma olhada nas fotos picantes. O resultado disso não poderia ser outro senão muita punheta com porra regada a balde. era incrível como eu, às vezes, me masturbava até três vezes por dia, pensando em comer minha primeira buceta. Isso parecia algo distante até o dia em que conheci o Vitor (nome fictício), recém-chegado de outra cidade, já que o pai trouxera toda família, pois teria que morar na cidade. Tinha a mesma idade que eu (16 anos). sua mãe era Dona Neide, uma coroa bem enxuta de 38 anos, cabelos loiros, seios grandes e uma bunda fenomenal quando usada calça tipo leg. Tinha ainda uma irmã mais velha que estudava na capital e outra que já era casada e morava noutra cidade. Rapidamente ficamos amigos na escola, pois eu era o bam bam bam na matéria de Biologia, que ele abominava como também detestava Matemática e Física. Nos trabalhos de equipe sempre recorria a mim. Certa vez me convidou para fazer um trabalho gigante de Biologia em sua casa que seria apresentado num seminário. Foi ali que conheci Dona Neide, sempre sorridente e prestativa. Quando nos serviu uma merenda a base de suco com bolo de milho vi o fundo de sua calcinha vermelha quando ela se abaixou para pegar um guardanapo no chão (estava de mini saia). Fiquei vermelho e admirado com o que vi, mas tentei disfarçar ao máximo que estava de pau duro. Terminamos o trabalho e fomos dá uma olhadinha básica na revistinha de putaria. Dona Neide fingiu que tinha ido para cozinha, mas percebi que ela observava tudo de longe de forma bem discreta. Me despedi do meu colega e fui pra casa pensando naquela bunda tesuda. duas semanas depois, Vitor marcou comigo pra fazer um Trabalhão de Matemática. eu lhe disse: tudo bem, eu vou na sua casa de manhã. Depois das nove? perguntou ele. Tá certo. Na hora marcada cheguei em sua casa. Dona Neide me recebeu enrolada numa toalha, pois acabara de tomar um banho e não tinha ninguém para atender a porta. Cadê o Vitor? Indaguei.
Viajou com o pai dele para a capital. Só volta amanhã à noite. Estranhei o fato de Dona Neide está sozinha em casa, pois até a empregada havia sido dispensada.
- Não se preocupe garoto. Está tudo bem, meu filho sabe de todas as matérias ele só é um pouco preguiçoso. Relaxa.
- Acho que vou pra casa dona Neide, pois ele não está aqui e não fica bem eu ficar sozinho com a senhora aqui.
- Deixa disso menino. Nisso ela deu sorriso pra lá de maroto e falou na maior cara de pau:
- Vamos pro meu quarto que eu tenho uma coisa pra te mostrar. você topa?
- Sim.
Quando chegamos em seu quarto ela fechou a porta, mandou eu sentar na cama, acendeu a luz e tirou a toalha do corpo. Estava só de calcinha transparente que dava pra ver a sombra de seus pentelhos negros bem na minha frente. Ela notou que fiquei de pau duro na hora.
- Nunca viu uma mulher nua na tua frente?
- Já. Falei meio desajeitado.
- Só se for aquelas das revistas.
Tirou a calcinha e ficou completamente nua. se aproximou de mim e mandou eu chupar seus peitos e enfiar o dedo na sua buceta aquela altura já bem molhada. Depois de uns cinco minutos ela pediu que eu tirasse toda a minha roupa, pois queria trepar comigo bem gostoso. Quando baixei o short e a cueca, ela ficou admirada com o tamanho do meu cacete e disse:
- Uau, é maior do que o do meu marido. Será que eu aguento tudo isso meu Deus. Disse ela enquanto acariciava a cabeça do meu membro e iniciou um boquete que quase me fez gozar na hora. Ela percebeu e tirou meu pau da sua boca e falou:
- Peraí que agente nem meteu direito. Calma rapaz. Nisso ela pegou uma camisinha que estava numa das gavetas do seu roupeiro e colocou bem direitinho conferindo todos os detalhes para evitar que o preservativo estourasse dentro dela, pois não estava mais tomando anticoncepcional. Pediu que ficasse deitado de papo pro ar que iria me cavalgar (sua posição preferida). Montou em cima de cima e desceu bem devagar e depois acelerou o ritmo. Sua buceta peluda e sedenta de sexo parecia mastigar o meu pau. Em cima e embaixo com aquele plof plof característico, Dona Neide urrava de prazer, falava palavras sem nexo, dizia que queria sempre ser fodida por mim. De tanto cavalgar, acabou dando um gozada daquelas. Senti sua buceta solta um líquido como que fosse urina, mas não tinha gosto ou cheiro. Algum tempo depois soube que aquilo era squirting (orgasmo feminino). Caiu por cima de mim quase desmaiada. Perguntei a ela se tinha acabado. Ela disse que estava apenas começando. Deitei por cima dela na posição papai-mamãe e comecei a enfiar meu pau bem forte dentro da buceta molhada. Ela falava o tempo todo:
- Vai meu garotão. Não Para, não para. aí como eu queria uma pica bem gostosa dentro de mim. Me come, vai.
Botei ela de quatro, mas já foi me avisando que eu não podia comer seu cuzinho.
- Só na buceta. Quem gosta de cu é Galo. Disse ela com cara de safada.
Bombei forte na sua buceta até que sentir meu gozo chegando. Saí de trás dela e disse que ia gozar.
- Calma aí menino. Goza aqui na minha boquinha meu gatão. Vem dá esse leitinho pra mim. Dá.
Saquei a camisinha e coloquei meu pau na boca dela que deu a chupada fatal. Não deu pra segurar. Gozei litros de porra dentro da boquinha de veludo.
Depois fomos para o banheiro, onde tomando um banho bem gostoso. Nos abraçamos e nos beijamos nus. até que me veio a ideia de comer sua bundinha dentro do banheiro. Lambuzei meu dedo médio com sabonete e enfiei bem de leve no seu cuzinho. Ela tentou evitar, mas já era tarde demais. fiquei fazendo o movimento de bota e tira, enquanto beijava seu pescoço pedindo com carinho:
- Dá ele pra mim. dá.
- Quem tá na chuva é pra se molhar mesmo. Disse ela com seu olhar bem safado.
- Vem. Mas põe devagar que eu sou virgem aí. Nunca dei pra ninguém, mas tudo tem uma primeira vez. Vai ser assim sem camisinha. Tem que ser agora.
- Peguei um pouco do shampoo cremoso, passei no pau e na porta do seu cuzinho. Botei bem devagar. Quando a cabeça passou ela soltou um gritinho que estava gostando e jogou o bundão pra trás.
- Estou sentindo teu pau entrar, põe mais. Vai ,mete tudo que gostosura. Se soubesse como é tão bom já tinha dado esse cu há muito tempo. Mete, vai.
Botei ela de quatro em cima da bacia sanitária e meti meu pau sem dó. depois de cinco minutos de muita meteção senti que ia gozar de novo e avisei a dona Neide que não se fez de rogada.
- Enche esse cu de porra. Enfia tudo, vai. Goza tudo lá dentro.
Aumentei as estocadas e gozei tudo bem no fundo da sua bunda. Terminamos o banho, nos vestimos e depois fomos comer alguma coisa. Dona Neide disse que este encontro era um segredo nosso e que eu não devia contar pra ninguém, pois o seu marido era capaz de matar nós. Ela disse que até aquele dia jamais tinha traído seu esposo com outro homem e que eu era o primeiro.
Depois dessa transa inesperada, tive outras aventura sexuais mais modestas. Porém, jamais falei pros meus colegas que tinha comido a mãe do Vitor, pois morando em cidade pequena, tal atitude seria assinar minha sentença de morte.


Comentários

senhorhot em : 26/12/2018

Excelente, muito bom!


frano69 em : 07/01/2019

Sempre tive vontade de comer a mãe do meu vizinho