A Cabaninha do Amor

Publicado por: frano69 em 13/09/2020
Categoria: Hetero
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Este relato é a continuação do anterior: " A primeira vez nunca se esquece. A segunda então..." Dona Neide, coroa enxuta de 38 anos e eu, na época um garotão de 16 anos (tinha idade de ser seu filho), passamos a sair e foder às escondidas, mesmo morando numa cidadezinha do interior, onde o fator privacidade é quase nulo dado a proximidade de convivência entre as pessoas que vivem neste lugar. Para justificar suas saídas, ela arrumava uma desculpa tipo ir fazer as unhas, compras no mercadinho ou ter que ir ao médico. Precavida, passou a evitar de me dá carona para me levar em casa, pois aquilo podia dar na vista e o nosso segredo poderia ir por água a baixo. Quando ia fazer os trabalhões da escola junto com o meu colega que não desconfiava de nada ela sempre dava um jeito de me mostrar o seio ou a buceta (estava sempre de mini saia) só pra me deixar bem excitado. Para tanto, tinha o mesmo pretexto de sempre:
- Guto, venha aqui que eu quero te perguntar uma coisa.
Meu colega ficava branco de medo que eu lhe entregasse já que ele costumava aprontar na escola e por isso sua mãe havia sido chamada várias vezes pela diretora.
Certa vez, ela me chamou pro seu quarto. Trancou a porta, abaixou minha bermuda e pagou um boquete bem gostoso, massageando meu saco fazendo meu pau latejar de tanto tesão. Não resisti aquela chupação e gozei abundantemente na sua boca de veludo. Ela engoliu tudo sugando até a última gota do meu esperma. Deu um sorriso e fez aquela pergunta que quase todas as mulheres fazem depois de ver um homem gozar:
- E aí, gostou?
- Amanhã tem mais.
- O quê?
Pediu que eu falasse baixo e sussurrou bem baixinho no meu ouvido.
- Amanhã, 9 hora vá até a saída da cidade e me espere lá. Mas não fica andando de um lado por outro da estrada senão alguém pode te ver e desconfiar de alguma coisa. Fique dentro do mato até eu chegar.
Voltei a fazer o trabalho com o coração a mil, terminei o trabalho e fui pra casa. Meu colega até perguntou a sua mãe se ela iria me deixar em casa. Dona Neide disse que não, pois não tinha nenhum compromisso pra depois e tinha muito o que fazer em casa. Passei o restante do dia pensando como seria aquele encontro sexual por incomum. O medo é algo que te impõe limites, mas é ao mesmo tempo desafiador, principalmente depois de gozar pela primeira vez na vida num boquete prazeroso feito por um mulherão daquele, logo veio a vontade repetir a dose (até hoje adoro gozar num boquete feito por uma mulher). Impressionado com tudo aquilo, quase não dormi à noite pensando como seria a possível foda do dia seguinte. Como passava mais tempo na casa dos colegas fazendo trabalhos da escola, pois não tinha todos os livros, falei pra minha mãe que tinha que fazer um trabalho de Matemática na casa de um colega. Peguei meu material escolar e me mandei pro local combinado. Fiz tudo como Dona Neide pediu e fiquei lá esperando. Olhei no relógio e já passava das 9 horas. Pensei comigo mesmo: - Zebrou, ela não vem. Passei mais uns 15 minutos e finalmente avistei seu carro. Saí bem devagar da mata. Ela parou o veiculo e entrei nele como um foguete. Dona Neide não perdeu tempo e se arrancou dali. Pediu que eu me deitasse no banco de trás pro caso de algum veiculo cruzar como o seu e me ver junto com ela. Seguimos até a cabaninha do amor. Não houve tempo para papo: em menos de um minuto já estávamos os dois pelados e metendo adoidado como se não houvesse amanhã. Dona Neide adorava cavalgar um pau, alternando movimentos lentos e acelerados, fazendo um rebolado giratório que me deixava louco. Pediu que eu dedilhasse seu grelo fazendo movimentos circulares enquanto ela pulava em cima do meu cacete duríssimo que entrava e saía daquela bucetona gulosa por pica. Comecei a mexer meu polegar devagar no seu Clitóris que logo ficou bem volumoso. Aumentei o ritmo fazendo-a revirar os olhos e soltar um berro:
- Ai, porra, eu tô gozando. AH, AH, AH, AH.
Foi a primeira vez na vida que vi uma mulher gozar. Seu rosto ficou vermelho, os bicos dos seus peitos que eram rosados ficaram rijos e mais avermelhados num tom escuro. Suas pernas tremiam e sua buceta com pêlos negros no centro, depilada só pelas laterais parecia mastigar meu pau. Como segurando seus quadris, deu pra sentir a temperatura do seu corpo subir como se estivesse com febre. Pra minha surpresa ela não parou de foder como fazem algumas mulheres quando atingem o orgasmo. Sua tara era tão grande que quanto mais gozava, mais lhe dava vontade. Dizem que o orgasmo feminino dura em média de 18 a 20 segundos, porém a vi gozar por muito mais tempo. Acho que emendou duas gozadas ou mais. Continuou fodendo e gozando como uma louca acelerando os movimentos e passou a pedir que eu também gozasse:
- Vai, meu garotão. Me come. Me fode. Goza pra mim, goza, goza.
Aproveitei a deixa e pedi pra gozar na sua boca. Dona Neide saiu de cima de mim e pediu que me levantasse.
- Vem meu garotão.
- Você gozou bem gostoso, né.
- Gozei quatro vezes meu gatão. Me dá esse pauzão gostoso que eu vou te chupar.
De joelhos, fez uma chupada bem caprichada, enquanto se masturbava enfiando dois dedos dentro daquela bucetona úmida e quente. Não demorou nem dois minutos e veio aquela sensação do gozo inevitável: soltei toda minha porra na sua boca. Ela fez questão engolir tudo como havia feito em casa. Como nós gozamos bastante e estávamos com nossos desejos saciados, nos limpamos e nos vestimos e cada um foi pra sua casa. Tudo feito discretamente pra que ninguém desconfiasse de nada. Outras transas aconteceram entre nós. Numa dessas trepadas malucas entre um casada carente e um garotão pirocudo ela quase ficou grávida. Mas isso é uma outra história.


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