Coroa boa de transa II

Publicado por: frano69 em 07/08/2020
Categoria: Hetero
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Desde a segunda suruba que Gorete e eu fizemos com Dona Isadora (Isa) e recebemos aquele envelope recheado de dinheiro com um bilhetinho comprometedor que ficamos um tanto grilados com a situação, uma vez que Dona Isa nos queria na prática como seus escravos sexuais. Aquilo nos deixou chateados, mas ao mesmo tempo agente precisava do dinheiro. Isto não foi pra menos: deu pra pagar três meses de aluguel de nossos quitinetes e ainda sobrou algum que deu para cobrir outras despesas mais urgentes. O contato de Dona Isa era sempre com a Gorete que só me contava pela metade suas conversas com a "patroa". Um dia, porém, tudo mudou. Isa me fez uma proposta tentadora: sair com ela sem a participação de Gorete para uma transa a dois. Fiquei com receio que Gorete descobrisse e terminasse tudo, mas para aquela coroa de 61 anos, branca, cabelos tingidos de loiro, peitões avantajados turbinados de silicone, coxas grossas, bucetão capuz de fusca (parecia de uma vaca) e um rostinho que ainda carregava um certo tom de jovialidade com certeza iria valer a pena, nem que fosse por uma única vez. Disse a Gorete que ia viajar para casa dos meus pais no interior. Fiz a mala e lhe mostrei o ticket da passagem para não levantar suspeitas e fiz questão dela ir comigo até a rodoviária. Nos despedimos com um gostoso beijo na boca e segui viagem. Como havia combinado com Dona Isa, desci na primeira parada do ônibus numa cidadezinha que ficava a uns 80 km de onde estava morando. Dona Isa já estava lá me esperando para fazer a baldeação. Subi no seu carro e rumamos para um hotel fazenda perto dali. No caminho ela ficava pegando no meu pau por cima do tecido, deixando-o duro como aço a ponto de gozar ali mesmo. Ainda bem excitado, disse a ela que era melhor chegar no hotel para fazer o serviço completo. Isa ria dizendo que aquilo era só o aquecimento. Chegamos ao hotel e nos registramos como se fosse mãe e filho, já que eu era bem jovem pra ela, que apesar de conservada já carregava as marcas deixadas pela idade. Quando adentramos no quarto não houve tempo para meias palavras. Num piscar de olhos estávamos completamente nus atracados na cama. Isa pagou um delicioso boquete enquanto lambi seu grelão inchado. Fizemos um 69 tão intenso que gozamos juntos. Sua buceta soltou aquela secreção característica do orgasmo feminino. enchi sua boca de esperma que ela engoliu tudo em meio a alguns engasgos. Fomos pra banheira de hidromassagem e ficamos sentados dentro d'água se tocando para reacender a excitação. Meti dois dedos na sua xoxota carnuda e massageei seu clitóris com meu polegar. Ela quase pirou quando a fiz gozar pela segunda vez com o seu sexo na minha mão. Os bicos dos seus mamilos enrijeceram que seus peitões mais pareciam dois balões inflados e seu corpo tremia de tanto prazer. Aproveitou que estava com suas mãos livres para me punhetar até deixar meu pau no ponto de fodê-la de novo. Ficou de quatro na borda da banheira e me falou:
- Ah, amor, vem me comer, vem. Tô morrendo de tesão. Mete tudo dentro de mim, vai.
Me posicionei atrás dela e mandei ver na sua bucetona que tinha uma entrada bem alargada, o que não deu nenhum trabalho para penetrá-la totalmente. Fiz o vai e vem clássico, tirando e botando meu membro bem devagar no intuito de ver aquele grelo ficar bem inchado novamente. Não deu outra: suas paredes vaginais se contraíram a ponto de deixar me apertar meu pau naquele buraco quente e úmido. Dona Isa balançava a bunda fazendo movimentos giratório gemendo feito louca, dando claros sinais de que estava adorando foder daquela maneira.
- Ai meu filho. Mete tudo, goza dentro de mim. Me faz mulher meu gostoso. AHHH, UUUUHHHH. Essa rola me mata. Goza, goza, goza.
De tanto pedir, acabei mesmo gozando tudo dentro dela. Passamos três dias fodendo intensamente em todas as posições. Dona Isa era uma mulher insaciável na cama apesar da idade. Depois disso, me convenci finalmente que mulher coroa adora cacete duro, principalmente de homens mais jovens. Voltei pra casa e não contei nada para a Gorete. Para não levantar suspeitas a levei pra cama assim que cheguei para mais uma das nossas transas loucas. Mal sabia da surra de buceta que eu tinha levado de Dona Isa que me recompensou muito bem, obrigado, pelo "serviço" que lhe prestei.


Comentários

teca em : 08/08/2020

Adorei a leitura, bem excitante.