Esta vizinha é uma tarada

Publicado por: frano69 em 10/08/2020
Categoria: Hetero
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Quando vim para o Rio, acabei morando em diversos lugares, muito em função do clima de insegurança que assolava a cidade e que infelizmente permanece até hoje, do que propriamente dos preços dos aluguéis. Quando morava num barraco, uma vila de casebres, localizado num bairro que prefiro não revelar afim de não comprometer a pessoa a qual me refiro. Vou chamá-la de Aretuza, mãe solteira de uma garotinha de 8 anos presumíveis, que a havia quase todos os dias quando ia pegar a condução para a faculdade e ela ia deixar a filha na escola. Nos conhecíamos de vista, pois pegávamos o mesmo transporte coletivo. Um dia, porém, quando estava de folga, a encontrei na rua e ela me perguntou seu eu sabia ligar um botijão de gás, pois o entregador tinha deixado seu gás vazando. Disse que sim, fui até sua casa e fiz o serviço. Ela queria me pagar, mas preferi que o mesmo fosse apenas um pequeno favor que estava lhe prestando. Trocamos os nossos nomes e assim nos apresentamos formalmente. A partir daquele dia, tudo mudou. Passamos a compartilhar os mesmo assentos no ônibus e sua filhinha passou a me chamar carinhosamente de "tio". Aretuza, era mulher morena, na faixa dos 30 anos de idade, meio gordinha, barriga relativamente grande, seios médios, mas tinha uma bundona bem gostosa e pernas grossas, seu corpo era meio desproporcional, já que era baixinha de pouco mais de 1,55m de altura, uns 30 centímetros mais baixa do que eu. Nestas idas e vindas, passamos a assuntar sobre nossas vidas e ela me revelou que engravidou de um namorado que a deixou logo que soube que ela estava esperando um filho e sua família a expulsou de casa. Desde que teve a menina, passou a criá-la sozinha, não quis mais saber de homem nenhum e ganhava a vida trabalhando como manicure num salão de beleza.
Passaram-se vários dias e os professores da faculdade entraram em greve. Aproveitei para ir ao centro resolver algumas pendências. Encontrei-a novamente no ônibus indo deixar a filha na escola. Me perguntou porque estava saindo de casa, já que iria aproveitar aquela folga inesperada. Ela me surpreendeu dizendo que coincidentemente estava de folga pelo falecimento da mãe da sua patroa e me fez um convite para irmos juntos até o centro. Acabei aceitando sem maiores problemas.
- Tudo bem.
- É só entregar minha filha na escola e esperar outra condução. O ponto fica pertinho. Dá pra ir a pé.
Saltamos do ônibus, deixamos sua filhinha na escola e pegamos outro coletivo. Aretuza transparecia muita alegria de estar comigo. Fizemos algumas compras para nossas e voltamos. Tudo numa rapidez impressionante. Chegamos à vila onde morávamos e ela me convidou para ir à sua casa.
- Vamos entrar. Não repara na bagunça, pode ficar à vontade.
Lhe pedi um copo d'água e ela me serviu na bandeja. Agradeci e ela roçou seu corpo no meu e deu sorriso safado além de fazer uma revelação bombástica.
- Ah, como sinto falta de um homem dentro de mim. Me desculpa, mas agora bateu uma vontade.
- De quê, garota?
Falei como se não tivesse entendido a sua real intenção. Ela chegou de mansinho e falou baixinho no meu ouvido, enquanto pegava no meu pau por cima do tecido.
- De dá uma trepada bem gostosa, seu bobo. Mata meu desejo. Tá só nós dois aqui. Ninguém vai incomodar. Só vou buscar minha filha no fim do dia. Me come, vai.
Nos beijamos longamente. Nossas línguas se entrelaçaram com nossos corpos abraçados. Aproveitei para baixar o zíper da sua bermuda e botar a mão na sua xoxota por dentro da calcinha de renda que ela usava, já toda babada com aquela esfregação. Tirei minha calça, botei o pau pra fora. Aretuza ficou de joelhos, abocanhou tudo e chupou com toda vontade, deixando meu pau duro igual a uma barra de ferro. Se livrou de toda e roupa e me levou pra cama. Abriu bem as pernas e pediu que metesse tudo naquela buceta peluda e mal cuidada (parecia um matagal de pentelhos). Sem hesitar, meti tudo de um só golpe. Aretuza me contorcia como uma serpente humana, apertando meu pau com seu grelo inchado. Sua buceta mais parecia um alicate.
- Ah, eu tô gozando. Como tava precisando de uma rola dessas dentro de mim. Caralho, como tá gostoso. Vai, amor, mete tudo, mas não goza dentro. Não tô tomando pílula. Faz tempo que não tenho homem. Mete, vai.
Continuei bombando firme e mordisquei seus mamilos que ficaram rijos apontando para o teto. Aretuza mexia seu grelo com os dedos e abria sua xoxota para facilitar a penetração. Aliás, não precisava pois tava tão lubrificada que meu pau batia lá no seu útero sem maiores dificuldades até que veio eu orgasmo. Sai de cima dela e esporrei tudo nos seus peitos, salpicando algumas gotas do líquido viscoso no seu rosto. Ela esfregou tudo nos peitos e levou os dedos a sua boca para provar do meu esperma, dando um lindo sorriso de fêmea tarada lambendo os lábios depois de uma gostosa trepada.
- E aí, gostou?
- Claro que sim. Como poderia deixar de gostar. Você quase acabou comigo.
- Quer saber de uma coisa, meu gostoso. Eu quero mais. Vamos tomar um banho?
- Vamos.
Aretuza aproveitou para uma rebaixada na sua vasta pentelheira. Começou com uma tesoura e depois acertou as pontas com um barbeador, deixando um triângulo de pêlos bem aparados acima dos grande lábios. Quando vi aquilo, fiquei de pau duro na hora. Aretuza não se fez de rogada.
- Gostou? Agora vai ter que comer de novo. Vamos foder?
Ligou o chuveiro e me abraçou forte. Abriu as pernas deixando minha benga esfregar a cabeça bem a altura do seu grelo. Não demorou nem um minuto e ela disse que tava gozando de novo. Suas pernas tremiam de tanto prazer naquele box apertado, onde as únicas posições possíveis era transar em pé. levantei seu corpo, ela colocou seus braços no meu pescoço, posicionei meu pau na entrada da buceta e ela desceu vagarosamente encaixando tudo. Fiquei em pé, jogando seu corpo pra cima e pra baixo, fazendo movimentos de entra e sai. Aretuza respirava ofegante de tanto foder, mas nada parecia matar sua vontade de mulher tarada por macho. Senti minha pica fervilhar e anunciei meu gozo. Pior que ela não se importou e terminei gozando tudo dentro dela. Acabamos de tomar banho e fomos nos vestir e como já se esperar, bateu aquele sentimento de culpa.
- O que nós fizemos. Não culpo você por ter gozado em mim. Assumo toda responsabilidade. No fundo, eu queria sentir leite de macho aqui dentro. Meu Deus, não tô tomando remédio. E agora?
- Quando menstruou pela última vez?
- Acho que meu ciclo menstrual acabou há uns 5 a 6 dias não sei.
- Fica tranquila. Via dá tudo certo.
- Pesquisa ai na internet sobre período fértil.
Para alívio nosso, vimos a informação que o tal período ocorria entre o décimo ao décimo-sétimo dia após o fim da menstruação. Mas ainda assim, Aretuza ficou na dúvida por um momento, pois não tinha certeza absoluta de qual dia sua menstruação tinha parado. Procurei tranquilizá-la dizendo que aquela gozada não tinha mais volta e que eu estava do seu lado. Ela disse:
- Seja o que Deus quiser. Mas de agora em diante só de camisinha.
Bem dita greve que durou mais de um mês. Como Aretuza só trabalhava na parte da tarde, fodíamos como cães selvagens todos os dias de manhã. Era só deixar a filha na escola e tome-lhe pau. Para nosso alívio geral, ela menstruou sem problemas, afastando de vez qualquer risco de gravidez. Durante os quatro dias em que ficou de bode, ela me ofereceu seu cuzinho apertado. Arrebentei todas as pregas, matando seu desejo de tomar no cu como estivesse sendo estuprada. Meti tudo de uma vez e bombei até sangrar. Ela chorou de dor, mas estava realizando sua fantasia, deixando o caminho aberto para outras transas anais, sempre na posição de quatro. Certa vez, botei duas camisinhas que acabaram se rompendo e deu muito trabalho para removê-las de dentro do seu rabo quente. Quando parou de menstruar, passou a tomar anticoncepcionais para não correr riscos. A única condição para não transar comigo residia no fato de sua filha está em casa, pois sempre dizia que a menina era uma criança muito curiosa e não tinha costume de ver um homem dentro de casa. Fora isso, era só despachá-la na escola e correr para o abraço, quer dizer, para foder.

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Comentários

teca em : 12/08/2020

Uau, show de conto, amei ler.