A primeira vez nunca se esquece. A segunda então...

Publicado por: frano69 em 03/09/2020
Categoria: Hetero
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Desde que tive uma transa inesperada com Dona Neide, mãe de um colega de escola, quando tinha 16 anos minha vida mudou para melhor. Nem precisa dizer como é que é esta fase de efervescência de hormônios chamada adolescência, onde a sexualidade fica à flor da pele. Tinha o hábito de colecionar revistas de fotonovela pornô, tudo bem escondido dos meus pais que no mínimo suspeitavam que eu vivia me masturbando. Coisas da idade, como falava uma senhorinha que morava perto da nossa casa. Mas, agora sem mais delongas vamos ao que interessa: pra não levantar suspeitas, continuei frequentando a casa do meu colega, onde fazíamos nossos trabalhos escolares. Porém, a presença de Dona Neide mexia muito comigo, pois sempre a via em sua casa vestida com short curto e camiseta cavada, só colocando um traje mais decente quando saía. Sem que meu colega desconfiasse, sempre dava um jeito de olhar pra sua bundona que tive oportunidade de comer um dia, mas como havia prometido segredo não podia contar pra ninguém. Pra piorar a situação, ela fazia questão de passar na sala onde estudávamos rebolando mais que o normal, talvez com o intuito de me provocar. Aquilo me deixava com o pau duro, latejando só de imaginar o que tinha acontecido, como já relatei no conto, "Comi a mão do meu colega de classe". Confesso que cada vez que ia lá era um tortura com aquela coroa trajando roupa curta como se estivesse me convidando para dá uma trepada. Certa vez, ela me chamou na cozinha, abriu a blusa, botou um dos seios pra fora do sutiã e abriu um sorriso safado.
- Gostou? Quero de novo. Tô pra não aguentar mais de tanta vontade. Fica na tua que um dia desses vai dá certo.
Pior que virou rotina ela me mostrar o seio, a bunda e até a buceta afastando a calcinha de lado quando estava de mini saia, me deixando enlouquecido só de olhar.Tudo aquilo era demais pra mim, pois quando voltava pra casa tinha que me aliviar batendo uma bronha bem gostosa no banheiro na intenção de foder uma mulher casada, um perigo dos grandes pra quem morava em cidade pequena, onda a fofoca rola solta na língua ferina dos desocupados de plantão.
Um dia fizemos um trabalhão de Física e quando terminamos, Dona Neide disse que iria fazer compras. Meu colega disse que queria ir, mas ela não deixou dizendo que tinha que "fazer as unhas" na manicure depois da compras.
- Guto, venha comigo que eu te deixo em casa. Até mais tarde filho.
Quando entrei no carro, ela pediu que eu sentasse no banco de trás. Quando dobramos a primeira esquina, Dona Neide ordenou que ficasse deitado no banco. Sem nada entender, me deitei. Andamos um pouco mais até trafegar por uma estrada de terra (deu pra notar por causa dos solavancos e da poeira até chegarmos numa casa bem longe da cidade.
- Pode sair meu garoto. Eu te disse que um dia ia dá certo? Vamos entrar.
Era um casebre na zona rural abandonado que só tinha de novo uma cama de casal e um banheiro rústico com chuveiro.
- Tira a roupa moleque. Agora vamos foder de verdade.
Nem precisou pedir. Em menos de um minuto já estava pelado com o pau que parecia duro como aço e ela se livrou rapidinho do vestido longo, do sutiã e da calcinha preta. Passou a mão no meu peito, se deitou na cama e abriu bem as pernas, exibindo aquele bucetão ávido de sexo.
- Vem menino. Tá esperando o quê. Vem me comer que eu não aguento mais.
Na posição papai-mamãe, posicionei minha ferramenta e meti tudo de um só golpe, já que sua vagina estava bastante lubrificada. Entrou tudo sem trabalho nenhum e iniciei aquele vai e vem bem gostoso. Dona Neide gemi alto de tanto prazer.
- Aí que pica gostosa. Mete assim, vai meu garanhão. Ah, ah, ah, ah.
Aumentei o ritmo das estocadas e ela pediu pra eu ir mais devagar.
- Calma. Assim você goza logo e a festa acaba antes de começar. Peraí, deixa eu ficar com cima, vamos mudar de posição. Agora vou montar nesta pica gostosa.
Montou e foi descendo bem devagar, dedilhando seu clitóris bem inchado. Subia e descia com maestria, fazendo um reboladinho giratório de vez em quando. Aquilo me deixava quase a ponto de gozar. Ela percebeu, saiu de cima e apertou a base da minha glande por alguns segundos, evitando que meu gozo chegasse logo. Deu aquela paradinha e pagou um boquete deixando-o bem duro, montou em cima e continuou metendo de forma compassada, sem tirar o dedo daquele grelão inchado. Segurou o quanto pode até anunciar seu gozo.
- Ai meu gato, eu tô gozando, porra, caralho como eu tava precisando. AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH. UUUUUUUHHHH.
Teve um orgasmo tão intenso que deixou meu púbis todo molhado com aquele líquido incolor. Pedi que me desse a bundinha. Ela relutou, mas acabou cedendo.
- Só deixou se for devagar.
- Tá bom, agora vou comer seu cuzinho. Fica de quatro, vai.
Nesta posição, ela lubrificou a porta do seu buraquinho com toda aquela meleira de pica com buceta e fez questão de colocar meu pau no seu cu, jogando o bundão pra trás fazendo-o penetrar bem devagar. Quando a cabeça passou, ela deu um sopapo forte pra trás, fazendo entrar a metade.
- AAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIII. Isso dói demais. Mete, vai. Estoura meu cu. Arrebenta as pregas dele. Mete sem dó. Aumentei as estocadas até se acostumar com o tamanho. Por fim, já dava a impressão que eu estava metendo numa buceta, já que meu pau entrava e saia com facilidade. Aquela visão de meter tudo naquela bundona branca da coroa loira foi demais pra resistir por mais tempo. Gozei litros de porra bem dentro do seu cuzão que arrombei com gosto. Dona Neide elogiou bastante o tamanho do meu pênis a minha disposição de comê-la assumindo e correndo todos os riscos. Transamos várias vezes neste mesmo lugar que ela batizou de "Cabaninha do Amor". Bastava sair pra fazer compras, ir na casa da amiga ou fazer as unhas. Ótimos pretextos pra foder comigo em total sigilo sem que ninguém desconfiasse de nada. Só não podia abrir a boca pra não comprometê-la e a mim também, pois comer mulher casada tem seus riscos e suas compensações, mas a vida me ensinou que aquele que come quieto, come duas vezes ou mais, pois o segredo é a alma do negócio.


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