A Cabaninha do Amor II

Publicado por: frano69 em 23/09/2020
Categoria: Hetero
Leituras: 159 / Votos: 2 / Comentários: 0
Dizem que transar com mulher casada é como apressar o passo para a sepultura. Porém, quando tinha 16 anos vivi aquela que seria a maior aventura que tive. Dona Neide, uma coroa de 38 anos me disse certa vez que havia renascido sexualmente depois que trepamos pela primeira vez. Segundo ela mesma disse, sua vida sexual era fria e indiferente, pois seu marido só a procurava um ou duas vezes por mês para fazer sexo cru e sem emoção, quase e sempre no escuro, o que a deixava chateada, pois seu companheiro gozava rápido e não lhe restava nada além de cumprir o dever de esposa. A medida que nossos encontros clandestinos foram ficando mais frequentes, nossa cumplicidade aumentou consideravelmente. Apesar da diferença de idade, estávamos cada vez mais ligados por um tesão incontrolável. Sem dúvida a combinação explosiva de uma adolescência no auge da sexualidade e uma coroa enxuta mal amada e carente de pica. Sempre que podíamos estávamos lá na "Cabaninha do Amor", fodendo feito loucos. Certa vez, havia transcorrido mais de uma semana sem que houvesse alguma chance da gente se encontrar, pois não tinha nenhum trabalho da escola como pretexto para ir até sua casa só de bobeira. Apesar de toda sua tara pela minha rola, Dona Neide era quem dava as ordens, pois eu era muito jovem e se cometesse algum deslize poderia por tudo a perder. Aguentei o quanto pude ficar tantos dias sem sexo. Para tanto, procurava aliviar a tensão batendo a velha e boa punheta na intenção de comê-la novamente. Em determinados momentos pensei que ia mais rolar nada entre nós, até que inesperadamente a via passeando de carro numa rua próxima onde eu morava. Quando me viu, ela acenou discretamente pedindo que eu entrasse no carro. Como já sabia onde ficar, fui para o banco traseiro e deitei lá. Sem tempo a perder, ela acelerou rumo ao nosso ninho de amor. Quando chegamos lá, ela fez um desabafo:
- Ai, meu gatão. Vem me comer que eu tô que não aguento mais.
Tirou toda sua roupa e veio nua na minha direção, com aquela buceta toda lisinha, zerada de pêlos, deitou na cama com as pernas bem abertas, mostrando os grandes lábios vaginais bem rosados, contrastando com a cor azulada da testa buceta recentemente raspada. Com o pau duro como uma rocha, arriei minha bermuda e cueca e fui logo metendo tudo dentro daquele bucetão tesudo e bem molhado de tesão. Meu pau entrava e saia fazendo plof, plof com Dona Neide me abraçando forte com seus braços e pernas e me beijando de língua, fazendo um remelexo bem tesudo com os quadris. Aumentou a intensidade dos movimentos e gozou aos gritos com a safadeza de uma puta. Não me fiz de rogado e disse que estava quase gozando. Pior que ela não acreditou e continuou fazendo tudo aquilo de forma safada e prazerosa até que não deu pra segurar: gozei tudo dentro daquele bucetão quente e úmido. Ainda passei alguns minutos em cima dela na posição de frango assado até ela pedir pra que eu saísse, deixando-a assustada com tanta porra saindo de dentro da sua vagina.
- Meu Deus, você gozou dentro de mim. Isto não era pra ter acontecido.
- Por quê?
- Puta que pariu, eu não tô tomando remédio. E se eu ficar grávida, como é fica?
- Eu disse que ia gozar, mas a senhora acabou deixando.
- A culpa é minha, eu sei. Fique calmo, se tal coisa acontecer vou morrer dizendo que é do meu marido e você fique de bico fechado.
Nos limpamos e fomos embora dali. Depois de mais uma semana teve mais um trabalho da escola. Fui na sua casa fazer a tarefa com seu filho que era meu colega. Ela me chamou reservadamente e disse que o perigo tinha passado, pois tinha ficado menstruada dois dias depois daquela transa louca. Pior que passou a tomar anticoncepcional escondida do marido, pois segundo ela falou, transava muito mais comigo do que com aquele corno broxa e beberrão que, segundo Dona Neide era bastante desatento, pois costumava dormir toda nua e o babaca não a procurava. Como ela mesma me falou certa vez:
- Ainda bem que eu tenho o meu garotão pirocudo para me foder bem gostoso.
Costumávamos trepar uma vez por semana, mas pouco a pouco aquela Cabaninha do Amor passou a ser mais frequentada. Às vezes até seis vezes por semana. Nossa tara era algo incontrolável, pois ela não podia me ver que já batia aquela vontade louca de meter. Certa vez, meu colega havia aprontado na escola, o que a deixou furiosa com ele. Pintou mais um trabalho escolar e eu fui até sua casa. Quando lá cheguei, Dona Neide deu ordens à empregada ir fazer compras e levar meu colega, pois queria falar algo muito importante comigo. Ele ficou branco de medo. Ela fez cara de brava e disse:
- Sai logo daqui menino, anda.
Bastou os dois saírem e bater o portão que ela adentrou na casa já tirando a roupa. Faziam quatro dias que agente não trepava e estávamos queimando de tanto tesão. Me pegou pela mão e me levou para o seu quarto. Já totalmente pelada ficou de quatro oferecendo aquela buceta quente e úmida. Com o pau duro feito uma rocha encostei na porta da sua gruta e fui metendo bem gostoso. Dona Neide começou a gemer.
- Au, uh, uh. Ai que saudade.
Não demorou nada pra ela delirar e explodir em gozo.
- Ai meu garotão. Eu gozar no teu pau. AAAAAAHHHHHHHHH.
Como não podia demorar muito com aquela fodelança, acelerei o ritmo e anunciei meu gozo. Enchi sua buceta de porra, no exato momento em que o portão batia lá fora. Nos apressamos em nos vestir rapidamente. Vesti minha cueca e a bermuda rapidamente. Como Dona Neide estava toda nua, mandou que eu fosse pra sala e ficasse sentado lá, se enrolou no lençol e correu para o banheiro. Meu colega chegou junto com a empregada todo sem jeito, achando que eu tinha lhe dedurando na escola, mas falei pra ele ficar tranquilo e não aprontar de novo. Pouco tempo depois, veio Dona Neide com sua postura bem discreta como se nada tivesse acontecido. Para nosso alívio geral, ninguém desconfiou de nada, apesar do perigo iminente de sermos flagrados transando justamente na cama do casal. Refeitos do susto, decidimos a partir deste dia ter nossos encontros sexuais exclusivamente na Cabaninha do Amor.


Comentários

Seja o primeiro a comentar nesse conto