Comendo a coroa greluda

Publicado por: frano69 em 20/11/2018
Categoria: Hetero
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Quando tinha 19 anos fui morar em Salvador para estudar Arquitetura e tentar conseguir um trabalho, nem que fosse só um bico para puder custear meus estudos. Após muitas andanças, conseguir alugar um quitinete próximo a faculdade. Quase um milagre, já que poderia ir a voltar a pé sem pagar transporte. No primeiro semestre transcorreu tudo bem. Foi aí que que conheci a Gertrudes, um coroa separada e sem filhos que afirmava ter 48 anos na época. Uma mulher branca magra e alta, seios pequenos, cabelos longos e negros, aparentemente sem muitos atrativos. Durante este período os estudos eram a minha prioridade, pois desejava avidamente me tornar um arquiteto para alegria da minha família que morava em Barreiras e que nem eu e nem eles não tinham tempo para me visitar. Gertrudes cursava Matemática e teve que pagar uma cadeira justamente na minha turma. Por coincidência, morávamos no mesmo prédio e passamos a estudar juntos a disciplina de cálculo, na qual, modéstia parte eu era bom nisso. Ao contrário da Gertrudes que quase e sempre se enrolava em alguma fórmula. Certo dia ela foi ao meu quitinete para resolução de algumas questões. Foi um trabalho árduo, mas terminou tudo bem. Ele olhou para arrumação do cafofo com certo grau de decepção e disse:
- Me desculpe Guto, mas a sua casa tá precisando de um toque feminino.
- Moro sozinho e quase não tenho tempo para arrumar toda essa bagunça.
- Quer uma ajudar?
- Quero.
Sem titubear começou com uma faxina zoeira e depois arrumou tudo bem direitinho, deixando meu quitinete um brinco. Fiquei tão satisfeito com o via que lhe perguntei sorrindo:
- Quanto custa o trabalho?
- O que é isso menino, você já me ajuda tanto com esses cálculos. Considere isso uma cortesia.
- Ah estou tão suada. Acho que vou em casa tomar banho.
- Por que não toma um banho aqui?
- Tá bom. acabei de lembrar que meu chuveiro está com defeito. Você também ficou bem suado com essa arrumação. Por que não toma banho comigo?
- Mas Gertrudes o que é isso. Vou ter que ficar pelado com você.
- E daí tem algum problema. você também vai me ver nua.
Falou já tirando seu macacão azul e ficando só de calcinha (estava sem sutiã). Seu corpo já castigado pela idade cheio de sardas por todo o seus busto, ainda revelava todo o viço.
- E aí. Vai tirar sua roupa também ou vai ficar só me olhando? Tá com vergonha? Vem garoto, não somos mais crianças. Eu vi o jeito que você olha pra mim. Parece que me come com os olhos.
Tirou a calcinha e revelou sua bucetona com seus pêlos bem aparados em formato de triângulo, que mais parecia uma mancha preta sobre uma parede branca. Não deu pra disfarçar a minha ereção. Ela arregalou os olhos e veio em direção com aquele olhar de mulher cheia de tesão carente de pica. Se abaixou diante de mim, baixou o zíper da minha bermuda e tirou meu pau pra fora e fez um boquete maravilhoso. Meu pau parecia que ia até sua garganta, enquanto dedilhava sua bucetona. quando percebeu que eu estava prestes a gozar, tirou meu pau da boca e pediu para que eu a penetrasse:
- Agora vem me foder meu gatão. Afunda esse pauzão todo dentro da minha buceta. Mete, vai.
Não me fiz de rogado. Peguei ela na posição de frango assado e cravei meu pau na sua xana. Naquele vai e vem bem gostoso, sentir seu grelo aumentar consideravelmente o volume, a medida que Gertrudes gemia alto falando palavras sem nexo. Pedi que ela ficasse por cima de mim me cavalgando. Quando ela começou a pular literalmente em cima do meu pau, notei que ela tinha um grelo descomunal. Era tanta carne pendurada nos seus grandes lábios vaginais, que mais parecia um pênis roçando sobre o meu púbis. Acelerou os movimentos e me fez gozar como um louco dentro da sua buceta melada, que deu um tesudo apertão, sugando até a última gota do meu esperma.
Fomos para o banheiro tomar um banho bem gostoso juntos.
- Adorei o rala e rola, Guto. Quero que isso aconteça mais vezes. Você quer, amor?
- Claro meu tesão.
Deitamos juntos e adormecemos aconchegados na minha cama de solteiro. Acordei primeiro e notei aquele montão de carne pendurada na sua buceta. Confesso que fiquei curioso ao ver aquilo que para mim parecia uma aberração da natureza. Com o passar do tempo fomos ficando cada vez mais íntimos. tomei coragem e lhe perguntei sobre aquela proeza anatômica. Ela ficou pouco constrangida com a pergunta. Pediu que eu me sentasse pra não cair de costas e resolveu falar. Disse que ficou com o grelo avantajado depois que se separou, já que passou a se relacionar sexualmente com mulheres. Nisso, ela confessou também que era bissexual e que curtia sexo livre e sem frescuras. Seu ex-marido era adepto do swing e quase sempre realizava fantasia de ménage-a-trois com mulher.
- Tá vendo, Guto. Meu grelo é assim de tanta chupada que levou. Tô vendo que você não gostou do viu, né.
- Deixa pra lá, gata. Aceitei transar contigo do jeito que você é. Quero foder de novo. Falei mostrando meu pau já em ponto de bala.
- Ai meu gato. Assim eu não resisto. Vem me comer. vem.
Demos uma trepada bem gostosa no sofá. Depois, ela disse que tinha que ir embora. Dias depois, ela me convidou para fazer uma suruba com uma amiga sua, mas esta é uma outra história.


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