Comendo a coroa greluda II

Publicado por: frano69 em 23/11/2018
Categoria: Fantasia
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Depois que comecei a transar com a Gertrudes, iniciamos um namoro pouco convencional. Havia muita diferença entre nós, pois ela é já era bem experiente. Tinha mais do dobro da minha idade e , às vezes, me tratava com se eu fosse seu filho. Era cheia de mimos comigo para muitas coisas, principalmente para o sexo cada vez mais prazeroso e intenso, mas que nunca era rotina. Bastava agente está em casa e tudo rolava naturalmente. Na sala, no quarto, no banheiro, na área de serviço... era uma pegação quase sem limites. Realizamos muitas fantasias a dois, inclusive a de ter um "dia de índio", isto é, passamos o tempo todo sem nenhuma roupa em casa. Era proibido se vestir. Foi muito legal. Bastou uma troca de olhares pra ela cair de boca na pica, pagando um boquete maravilhoso. Coloquei ela de quatro e soquei tudo na sua xoxota cremosa. Bombei bem gostoso e visualizei seu cuzinho piscando como que pedindo uma vara dura. Toquei com o dedo de leve e quando tentei enfiar ela pulou fora com cara de brava.
- Aí não amor tenho medo.
- Por quê, vida?
- Aí atrás eu não dou não. Desculpa. Faço tudo que você quiser menos isso. Por favor não insista. Falou com cara de brava, sentou no sofá me olhando com ar de reprovação. Cheguei perto dela e deu-lhe um abraço e me aconcheguei no seu peito. deu selinho nos lábios e lhe pedi desculpas pela minha atitude ousada. Mas aquilo acabou aguçando a minha curiosidade. Ela já tinha me confessado entre outras coisas que já tinha sido casada, bissexual e que já praticara o swing. Logo, me bateu um tino na cabeça para lhe perguntar. Tive receio de magoá-la, mas o desejo de saber o por quê daquela negativa dela para dar sua bundinha era mais forte que eu:
- Amor, você nunca deu o cuzinho, ou teve algum problema com isso.
- Não quero falar sobre isso Guto. Me perdoe.
- Tudo bem. Você responde se quiser.
Continuamos a nossa vida a dois como se nada tivesse acontecido até que um dia ela resolveu abrir o jogo e me contou em detalhes porque não gostava de sexo anal. Disse que no passado tinha ido a uma casa de swing com seu ex-marido para a chamada festa do cabide. Segundo ela tudo rolava as mil maravilhas quando foi levada nua com os olhos vendados para um quarto reservado para uma transa surpresa, onde haviam cinco homens bem dotados que fizeram Gang-Bang com ela.
- No princípio, tudo parecia legal com muito boquete e transa de quatro. Mas depois eles passaram a agir com violência que mais parecia um estupro coletivo. Fizeram sexo selvagem comigo: bateram em mim, fizeram dupla penetração anal e vaginal, arrombaram a minha bunda e me deixaram meu corpo todo marcado e machucado. Pior é que corno do meu ex-marido parecia se divertir com toda aquela situação. Depois disso, ele insistiu novamente para eu ir com ele para estes locais, mas desisti e acabamos nos separando. Desde então, passei a preferir ter a companhia de mulheres. Acho que isso explica o fato de eu ter meu Clitóris tão grande de tanto levar chupada de sapatão, mas eu gosto mesmo é de homem. Que bom que apareceu você na minha vida, meu amor. Obrigada. Um dia eu teria que botar pra fora e desabafar. Por isso é que faço qualquer coisa para o seu prazer.
- Mas, se você quiser comer uma bunda eu tenho uma amiga que também é bissexual e adora dar o cu. Que tal agente convidar ela para uma suruba?
- Tá falando sério?
- Vou ligar pra ela. Tenho certeza que ela topa.
- Alô Matilde. Tudo bem. Saudade de você gata. Faz tempo que agente não se vê. Estou namorando um gatão bem pirocudo. Tá afim de fazer uma suruba comigo, você e ele?
- Sabia que você ia topar sua tarada. Quando agente se encontra?
- Amanhã na sua casa. ah tá.
Logo cedo pegamos um ônibus e fomos para a casa da Matilde. Chegamos lá por volta das 10 horas da manhã. quando adentramos no apartamento. Na sala de estar Gertrudes me apresentou a sua amiga que me cumprimentou com um abraço apertado e um beijo de língua já me deixando quase excitado.
- Tudo bem?
Eu disse: tudo. Cumprimentou Gertrudes também com um beijo na boca, enquanto passava a mão na sua xoxota por cima da roupa. Matilde também era coroa, um pouco mais nova que Gertrudes. Aparentava ter entre 35 e 40 anos. Morena jambo, seios grandes, quadris arredondados e uma bunda fenomenal. Era separada e tinha dois filhos já adolescentes, que pra nossa alegria não estavam em casa. Sem perder tempo foi logo dizendo:
- Vamos entrar que tô na maior seca gente. Faz tempo que não sei o que é uma boa trepada. Você é uma mulher de sorte Gê. Seu garotão não deixa faltar pica nesta tua buceta carnuda?
- Claro que não gata. Foi por isso que eu trouxe ele aqui.
- Por que é que nós ainda estamos vestidos?
- Vamos logo tirando essa roupa. Só sei foder se estiver pelada.
Em poucos segundos, Matilde ficou completamente nua: tirou a Blusa, o Sutiã e a Bermuda (estava sem Calcinha). Quando vi aquele mulherão na minha frente fiquei com o pau petrificado, pois era mais cheinha e mais gostosa que a Gertrudes, que aquela altura também já estava nua. começou beijando o meu pescoço enquanto Matilde agarrou meu pinto e deu-lhe um boquete bem gostoso. Ficamos os três pelados no maior rala e rola na sala de estar. No meio de toda aquela putaria, Matilde espalhou as almofadas pela sala e se deitou de pernas abertas pedindo urgente para ser fodida:
- Vem me comer, vem. Tô com tesão. Enfia essa pica na minha buceta gatão.
- Vai amor. Mete nela que tá querendo. Disse Gertrudes com cara de putinha safada.
Cravei-lhe o pau na sua buceta de pêlos ralos de lábios de tamanho normal, bem diferente da Gertrudes que tinha um grelão avantajado. Mas aquela bundona tava me convidando para meter naquele furico apertado. Coloquei Matilde de quatro e meti na sua buceta com força. Gertrudes vendo que iria gozar logo me alertou:
- Calma amor. Olha a pressa. Não vai querer comer o cuzinho dela?
- Se ela deixar eu como.
- Claro que dou. Mete logo essa pica no meu cu. Adoro dá. Vai, mete logo seu puto.
Não perdi tempo. Tirei da buceta e encostei na portinha do seu cu, entrando com certa facilidade, mostrando que ali já tinha sido usado, pois quase não teve trabalho de escorregar tudo pra dentro. Matilde gemia feito uma gata no cio. Nisso, Gertrudes se posiconou na sua frente oferecendo sua buceta para ser chupada por Matilde que atendeu prontamente. Estávamos os três: eu comendo o cu de Matilde de quatro, enquanto esta metia a língua no Grelão da Gertrudes que gritava de prazer. Depois de meia hora de muita meteção atingimos um orgasmo em conjunto. Gozei tudo no cu da Matilde, enquanto ela levou uma gozada na cara, pois a Gertrudes esguichou aquele líquido transparente semelhante a xixi que lambuzou seus cabelos negros e encaracolados. Tomamos um banho bem gostoso juntos, onde comi a Gertrudes a buceta da Gertrudes em pé, enquanto ela se beijava de língua com a Matilde. Ficamos os três abraçados por um bom tempo. Anunciei que ia gozar. As duas rapidamente se ajoelharam e caíram de boca na minha pica, lambendo o meu saco e a cabecinha do meu pinto até que: pimba. Dei uma gozada bem na cara das duas que ficaram lambendo a minha porra com sofreguidão esfregando tudo pelos peitos, sugando tudo até a última gota. Marcamos outros encontros e fizemos suruba outras vezes, mas sempre me batia a vontade de comer o cuzinho da Gertrudes que continuava irredutível. Até que um dia, depois de muita insistência ela acabou cedendo. Mas isso... é uma outra história.


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