Minha vizinha deu mole

Publicado por: frano69 em 12/12/2018
Categoria: Hetero
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Tudo aconteceu quando eu morava num quitinete apertado próximo a UFBA, onde cursava arquitetura. Havia um casal que morava no mesmo andar, que vez por outra discutiam asperamente fazendo muito barulho, principalmente à noite quando quase todo prédio estava em silêncio. Isso deixava os vizinhos, inclusive eu, muito incomodados com este tipo de situação, até que um dia o Paulo (nome fictício), para alívio geral de todos os moradores do prédio arrumou as malas e se mandou, deixando a Fabíola (nome fictício) sozinha. Como não tinham filhos, ela permaneceu no seu quitinete pois também era estudante universitária. Certo vez a encontrei no corredor carregando duas sacolas bem pesadas. Como bem cavalheiro lhe ofereci ajuda, logo aceita por ela já esbaforida com tanto peso. Deixei as sacolas na porta e ela agradecendo pela ajuda me convidou para entrar no seu cafofo, todo bem arrumado e limpo. Fabíola era loura de cabelos tingidos, pele clara, corpo escultural, com um par de seios bem proporcionais aquele corpão de 1,70 m. Trajava calça jeans e uma blusinha Baby Look vermelha contrastando com sutiã preto. Me convidou para sentar na poltrona e começou a puxar conversa comigo sobre a faculdade, pois agente sempre se cruzava pelos corredores da universidade e do prédio até entrar em outros assuntos, inclusive da vida amorosa. Lhe pedi desculpas antecipadamente para perguntar sobre suas brigas com o Paulo. Ela de imediato me respondeu que havia descoberto que havia outra mulher na jogada. Tentou salvar a relação, mas não conseguia perdoar a traição. eu lhe disse:
- Tudo bem. Você até que tentou, mas não deu certo. Fazer o quê né garota.
- E você? Tá sozinho? Tá ficando com alguma mina?
- Não. só estou estudando no momento.
- Ah tá. Quer dizer que você não sente falta de mulher. De sair pra se divertir e dá uma trepadinha de vez em quando.
Disse isso dando um largo sorriso. E eu cá com meus botões pensei: essa alma quer reza.
- Claro que sinto. Ainda sou um homem né. E você sente falta de homem?
- Hum! Claro que sinto. Desde que o Paulo foi embora que não sei mais o que é um pau dentro de mim.
Aquilo foi a deixa para eu partir pra cima e ver a reação dela. Como quem não quer nada falei da minha situação:
- Também faz um bom tempo que eu não transo.
- Fala sério, cara. Você tá brincando comigo, não tá?
- De jeito nenhum. Você não me conhece, pois se conhecesse saberia que não sou de brincadeira.
- Desculpe. Mas... se você transar comigo e guardar segredo ninguém vai ficar sabendo. Está interessado?
Topei na hora, mas ainda assim perguntei se o ex dela ainda iria incomodá-la. Ela disse que não, pois ele havia deixado tudo para trás. Pediu para eu parar de fala nele e já foi tirando a blusa, mostrando o sutiã preto. Pediu para eu ajudar a tirar sua calça apertada, revelando que estava de conjunto, pois sua calcinha também era preta. Mandou que eu tirasse meu camisa e minha bermuda, o que fiz prontamente. Fiquei só de cueca na sua frente e ela de calcinha e sutiã. Ela sorriu e pediu que eu ficasse sentado:
- Vou fazer um strip tease pra você.
Colocou uma música internacional lenta daquelas antigas (Teach me Tiger) e começou a dançar sensualmente pra mim. Aquela cena me deixou bem excitado, principalmente quando ela tirou o sutiã e ficou costas, mexendo aquele rabão pra mim. Jogou o sutiã no chão e se virou de frente com as mãos sobre os seios e me olhando de forma bem provocativa, fazendo uma pergunta bem picante:
- Você quer ver meus peitos?
- Quero.
- Quer mesmo? Então veja. Disse mostrando seus belos seios firmes de mamilos rosados, enquanto meu pau ficou tão duro quase furando a cueca. Ela viu o volume do meu cacete e continuou me provocando:
- Tá com tesão?
Eu lhe disse: - estou.
- Agora veja o final da história.
Tirou a calcinha bem devagar e jogou na minha cara. Senti aquele cheiro de buceta ardente pedindo sexo urgente. Me levantei da poltrona e abracei aquele corpo nu. Dei-lhe um gostoso beijo de língua e mordisquei seus peitos. Quando me abaixei para chupar sua linda buceta toda depilada. ela disse:
- Agora não, gato. Deixa eu chupar essa pica.
Caiu de boca tal qual uma gata no cio. Ela engolia tudo e colocava pra fora como se não tivesse nenhum dente. sua boca era lisa como uma buceta bem melada. Senti uma sensação maravilhosa, pois ela fodia minha pica num maravilhoso boquete até que percebi que iria chegar ao orgasmo facilmente e comecei a soltar alguns gemidos. Ela parou imediatamente tudo que estava fazendo.
- Calma aí gato. Você não vai comer minha buceta?
- Vem que eu estou pegando fogo. Me come vai. Não me deixa na mão. Quero você dentro de mim. Afunda esse pauzão aqui. Disse apontando para entrada de sua vagina já completamente úmida.
Deitou-se no sofá com suas pernas bem abertas oferecendo a buceta. Não me fiz de rogado. Como estava com o pau em ponto de bala, dei uma leve roçada no seu grelinho fazendo ela gemer e enfiei até o tudo de uma única vez. Começamos um vai e vem bem gostoso na posição papai-mamãe. Trocamos vários beijos e carícias com muita sofreguidão a ponto de deixar nossos corpos suados de tanto pega pega. Pedi que ela me cavalgasse bem gostoso, o que fui prontamente atendido. Ela subia e descia na minha pica na posição do cabide, ou seja, totalmente de cócoras, onde pude ver meu pau entrando e saindo da sua xana. Dessa vez foi impossível segurar meu gozo. Ela saiu de cima de mim e passou a chupar meu pau gulosamente. Gozei jatos de porra dentro da boca e ela fez questão de engolir tudo. Passou a língua sobre os lábios   sensualmente, enquanto acariciava seus peitos e dedilhava seu grelo já bem avermelhado, soltando gemidos de plena satisfação de prazer saciado. Ficamos um bom tempo aconchegados no sofá até ela me convidar para tomarmos banhos juntos. Pense numa chuveirada gostosa e relaxante. Ensaboamos um ao outro com sabonete líquido bem cheiroso. Aproveitamos a ocasião ficar em pé se esfregando corpo a corpo dos pés à cabeça. Logo senti meu pau que estava flácido a dar sinal de vida. Coloquei-o entre suas pernas botando e tirando com carinho, o que a deixou bastante excitada, pressionando seu grelo contra a cabeça do meu pau. Como o clima para a segunda foda já havida sido, ela simplesmente me falou:
- Quero você dentro de mim de novo. Vem meu amor. Agora quero tudo dentro da minha bundinha. mete sem dó e não para se eu gritar. Enfia logo aí, vai.
Peguei-a por trás, segurei meu pau já bastante lubrificado, encostei na porta do seu cuzinho e mandei ver. Entrou quase tudo com facilidade, mostrando que ali já havia sido usado. Fabíola jogava e empinava o bundão pra trás facilitando a penetração a ponto de após alguns minutos eu não segurar mais. Gozei tudo dentro dela. Ela ficou agachada lavando seu cuzinho enquanto eu observava meu esperma saindo aos poucos do seu buraquinho.
- Ah, se eu soubesse como você é bom de cama agente tava trepando há mais tempo.
Disse Fabíola rindo de orelha a orelha. Passamos mais quatro meses vivendo um tórrido romance até que descobri, quase por acaso que Fabíola era na verdade uma GP (Garota de Programa). Mas, este é um assunto para o próximo conto.

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