Minha maninha carente

Publicado por: frano69 em 23/01/2019
Categoria: Incesto Hetero
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O que vou contar agora aconteceu comigo ano passado, quando fui visitar a minha irmã Heloísa (nome fictício) que estava passando por uma situação difícil, pois perdera o marido e havia abortado após sofrer um acidente de carro. sua vida parecia ter virado pelo avesso, mas como bom irmão, tentei confortá-la de todas as formas possíveis. Helô é uma gata de 32 anos, tipo mulherão: branca, loira, olhos verdes, 1,75 m de altura, seios fartos (sem Silicone), coxa grossa e um bundão de deixar qualquer macho de queixo caído. Ela me recebeu muito bem, mas notava aquele ar de tristeza todas as vezes que olhava pra ela, até que uma semana depois a convidei para irmos à praia. Afinal, ir ao Rio de Janeiro e não pegar uma praia é dose. Ela relutou um pouco, mas acabou concordando. Para tanto, teríamos que comprar roupas de banho, pois eu estava sem sunga e ela tinha um Maiô pra lá de desbotado, feio mesmo. Pegamos um Táxi e fomos ao Shopping. Quando chegamos lá, Helô mudou da água para o vinho, quando viu toda aquela movimentação de pessoas passeando e fazendo compras, ficou logo bem animada. Nem parecia aquela viúva entediada de dias atrás. Visitamos algumas lojas e ela ficou empolgada com todas aquelas mercadorias nas vitrines, sempre me abraçando e abrindo um belo sorriso, o que me deixou muito contente, pois minha irmã precisava mesmo mudar de ares. Finalmente fomos comprar nossas roupas de banho. De imediato experimentei e comprei uma sunga Azul marinho. Ela pediu pra ver e me elogiou.
- Nossa, que gato sarado. Gostei. Vai levar?
- Vou.
- Ótimo. Agora é minha vez. Quero a sua opinião, tá?
Pegou meia dúzia de maiôs e os experimentou um a um, sempre fazendo questão de me mostrar. aproveitava cada prova e dava uma voltinha pra mim. Notei que Helô não havia se depilando, o que deixa à mostra seus pentelhos negros nas laterais do maiô e um volume alto na sua Buceta. Aquilo me deixou cheio de tesão a ponto de ficar de pau duro e melar a cueca. Bateu em mim um sentimento de culpe e cá com meus botões disse pra mim: - É tua irmã, cara. Deixa disso. Helô insistiu em me perguntar de qual havia gostado mais. Me limitei a responder:
- Gostei de todos, mas acho que uma gata como você deveria experimentar também um biquíni.
- Ótima ideia. Mas quero que você veja as peças de biquíni também. Tá certo, meu gatão.
A vendedora ficou curiosa com aquela situação e perguntou se nós éramos namorados ou casados. Helô, disse brincando:
- É meu maridão que adora me ver bem tesuda pra ele.
Fiquei todo sem jeito, mas concordei com aquele "faz de conta". Helô experimentou os biquínis e em todos eles seus pentelhos ficava vazando pelos lados. Ela começou a me olhar com cara de safada, tanto que quando vestiu a última peça de baixo que era um pouco curta na frente, deu aquela subida fatal que mostrou sua vasta pentelheira de lado. Desta vez não teve jeito. Fiquei de pau duro e ela notou na hora. Mandou embalar um Maiô e um biquíni e me chamou para ir embora:
- Vamos meu gato, agente ainda tem muito o que andar. Vamos.
Apanhamos um outro táxi e fomos pra casa. Helô estava feliz da vida, me abraçava e me beijava o meu pescoço o tempo todo, enquanto eu lhe fazia um gostoso cafuné. Mas, na minha cabeça aquilo não passava de carinho entre irmãos, pois desde criança sempre fomos muito próximos, inclusive costumávamos tomar banho nus em frente do outro e não havia nenhuma maldade nisso. Quando chegamos em casa ela disse que queria me fazer uma pergunta. Eu disse:
- Tudo bem. Pode mandar.
- Você ficou mais excitado quando me viu de maiô ou de biquíni?
- Que é isso, Helô. você é minha irmã.
- Isto é verdade, mas sou mulher e vi você ficar de pau duro. Por isso tive que inventar toda aquela história pra vendedora que eu era sua mulher pra ela não ficar desconfiada. Irmã, né. Agora que estamos só nós dois aqui eu vou descobrir a verdade.
Pegou a sacola e foi para o seu quarto. Voltou trajando o maiô cavado que havia comprado, deu uma voltinha e aquela reboladinha até embaixo. Veio em minha direção e colocou a mão no meu pau por cima da roupa já bem rijo. Não dava mais pra disfarçar.
- Tô falando. Tá com tesão na maninha, né seu tarado. Eu sabia. Homem é tudo igual.
- Desculpa, mas acabei ficando excitado só de ver que você não se depilou. Para com isso, Helô, fiquei de pau duro sim, mas você é minha irmã.
- Para com isso uma ova. Bota já esse cacete pra fora. Não quero saber desse papo furado com desculpa esfarrapada de irmão. Quase entrei em depressão por falta de pica e agora que tenho uma vara bem dura na minha frente você quer pular fora logo agora. Mostra sua vara pra mim. Ai maninho, esquece que eu sou tua irmã. Mata minha vontade de foder. Agora somos apenas homem e mulher. Tá legal? Quero sexo, vem.
Encurralado com a situação não pensei duas vezes: baixei o zíper da calça, tirei meu pau de 20 cm pra fora e joguei na sua cara. Helô não perdeu tempo: ajoelhou-se e abocanhou tudo de uma vez, chupando tudo bem gostoso. Quase fui às nuvens com aquele boquete divino. Tirei a camisa e ela baixou minha calça e a cueca me deixando completamente pelado na sua frente. Não poupou elogios ao tamanho do meu mastro.
- Quer dizer que você fica excitado quando ver uma buceta cabeluda, hein. Vou mostrar a minha pra você, mas tem que me comer. Ai meu Deus. Que pica grande e grossa. É hoje que eu me arrombo toda. Como estou precisando de uma dessas toda dentro de mim. A do meu finado marido só fazia coceira na minha perereca. Vem maninho. Me come que eu quero dar pra você. Mete tudo em mim. Me faz gozar.
Aproveitou para tirar o maiô cavado, revelando todo aquele corpão tesudo de fêmea no cio. No meio da sala, eu me deitei no chão e ela veio por cima fazendo aquela cavalgada de Amazona profissional, subia e descia do meu pau violentamente, dando claras amostras que estava sedenta de sexo. Enquanto Helô me cavalgava, pude apreciar e tocar em seus peitões que ficaram com os bicos dos mamilos duros com minhas carícias e apreciar meu pau entrando e saindo bem melado daquele bucetão cabeludo que mais parecia uma floresta negra. Helô gozou aos gritos, o que fez com eu também gozasse abundantemente dentro dela. Ela caiu por cima de mim imensamente satisfeita com aquela trepada, onde o que importava de fato era um homem e uma mulher, a despeito de grau de parentesco. Com o corpo todo suado pelo fato de ter montado em cima e feito todo trabalho, ela me convidou para tomar banho junto com ela. Tomamos uma bela chuveirada, nos ensaboamos e tiramos o sabão um do outro. Trocamos abraços, beijos de língua e nos masturbamos juntos até gozar de novo. Ela fez questão que ejaculasse na sua boca para sentir o gosto do meu leite de macho. Ficamos em silêncio por um instante até que ela resolveu falar.
- Gostou meu filho.
- Claro que gostei, mana. Você é maravilhosa.
- Você quer mais?
- Mas, Helô. Isto não tá certo. Eu sou seu irmão.
- E daí. Essa ladainha de novo, porra. Dane-se o mundo. Ninguém paga minhas contas. Nossos pais moram bem longe daqui. Não tem ninguém da família para nos aporrinhar. É só ficar de bico calado e manter segredo, ou você é doido de contar pra todo mundo que comeu tua irmã? Se contar o que houve aqui entre nós dois eu te mato e vou negar até o fim que tal fato aconteceu. Entendeu?
- Está certo. Será o nosso segredo. Mas fique certa de uma coisa: você me deixou tarado por ti. Agora vai ter que dá essa buceta pra mim toda dia.
- Kkk. Só a buceta? É você que tem que aguentar o tranco. Preciso urgente tirar o atraso e você é o único macho que pode fazer isso meu filho. Haja pica dura para me foder e apagar o meu fogo. Você ainda nem comeu meu cu.
Nisso ela pegou meu pau fez outro boquete deixando-o duríssimo. Ficou de quatro e pediu que fodesse seu cuzinho apertadinho. Deu uma cuspida e meti a cabeça bem devagar. Helô fez cara de choro, mas não desistiu.
- Tá esperando o quê? Enfia essa pica dentro do meu cu. Me arromba toda que eu sou tua, vai.
Forcei a entrada até botar a metade. Helô fazia cara de dor, mas estava decidida a levar toda extensão da minha vara na sua bunda.
- Mete, vai. E não pare se eu gritar. Não tá vendo que esse cu é todo teu?
- Posso meter tudo?
- Mete. Me rasga toda que eu quero.
Tomei coragem e meti todo o resto dentro dela até bater as bolas na sua bunda, rasgando até as últimas pregas. Sangrou um pouco, mas ela não se importou e passou a empinar e jogar sua bunda pra trás, aumentando o entra e sai no seu buraco àquela altura já arrombado por mim. Avisei que ia gozar e ela não pensou duas vezes:
- Goza tudo dentro de mim. Quero sentir tua porra saindo de dentro do meu cu. Goza tudo lá dentro vai. Ah, ah, ah.
Gozei dentro daquele buraco quente e apertado. Vi escorrer minha gala e um pouco de sangue de dentro pra fora da sua bunda. Ela deu um lindo sorriso e um beijo na boca em agradecimento a tudo aquilo que estávamos vivendo.
- Agora sim. Sou uma mulher completa. O finado nunca quis comer meu cu, porque achava nojento ter que se lavar depois. Que tolo foi ele. Obrigado maninho por me fazer mulher.
Tomamos outro banho, nos vestimos e fizemos algo para comer.


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