Minha prima me surpreendeu

Publicado por: frano69 em 30/01/2019
Categoria: Incesto Hetero
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Tudo começou quando a Glícia, minha prima teria que vir à capital fazer uns exames e passar no mínimo cinco dias entre um e outro. Como não tinha dinheiro para ficar numa pousada, minha tia ligou pra mim quase implorando para que ela ficasse no meu apartamento enquanto fazia estes exames. Como era minha prima e eu estava solteiro não fiz nenhuma objeção a sua vinda para minha casa. Porém, sua mãe me fez mil e uma recomendações, como não deixar ela sair sozinha à noite, pois não conhecia nada da cidade grande. Procurei tranquilizar minha tia dizendo que o bairro onde eu morava era de fato muito perigoso e não permitiria que ela saísse. Apesar de toda essa preocupação de mãe, não entendi bem o motivo, pois a última que a vi não passava de uma pirralha magricela. No dia marcado fui buscá-la na rodoviária e para minha surpresa Glícia já era de fato uma mulher de 19 anos, alta (1,70 m), corpo esbelto, cabelos compridos e lisos com tratamento de luzes, seios fartos com generoso decote, calça colada no corpo que realçava um bundão maravilhoso e coxas grossas. Quase não a reconheci, mas ela já me conhecia pelas redes sociais. Me encontrou com um lindo sorriso dizendo:
- Oi priminho, tudo bem, gato.
A princípio até estranhei tamanha intimidade, mas retribui a gentileza.
- Tudo bem, garota. E aí, fez boa viagem.
- Sim, viajei a noite toda, mas dormi boa parte da viagem. Me dá um abraço. quanto tempo eu não te vejo.
Veio em minha direção e me deu abraço bem. Nossos corpo ficaram bem colados um ao outro. Beijei seu rosto de lado e ela me beijou no canto da boca, enquanto jogava sua buceta contra o meu pau por cima da roupa, fazendo ele dá um pequeno sinal de vida. Ela riu timidamente. Confesso que aquilo mexeu comigo. Peguei sua bagagem e coloquei no carro. Durante boa parte do itinerário ela conversava alegremente sobre as coisas de nossa família e as preocupações excessivas de sua mãe sobre ela.
- Sabe Guto, mamãe ainda pensa que sou uma criança. Fico muito chateada com isso. Já tenho 19 anos e cresci o suficiente. Como você pode ver já sou uma mulher. Por que ela não entende isso?
- Acalme-se Glícia, para os pais, os filhos serão sempre crianças.
- Tá bom Guto. Mora alguém com você no seu apartamento?
- Não. Estou solteiro há dois anos desde que me separei.
- Quer dizer que você está este tempo todo sem mulher. Deve está numa seca daquelas. Kkk.
- Nada disso. Retruquei - Antes só do que mal acompanhado.
- Desculpa primo. Não quis ofender.
- Tudo bem, sem problemas.
Chegamos ao apartamento e como é costume ofereci-lhe um banho, pois o calor estava insuportável.
- Tá bom, gato. mas onde é que vou me trocar?
- Pode usar o meu quarto.
De repente ouvi Glícia chamando por mim. Já a pensar que havia algo errado.
- Guto vem aqui.
Quando entre no quarto vi que ela estava enrolada na toalha, sem nenhum problema aparente.
- Gato, me ajuda a desabotoar os colchetes do meu sutiã, pois estou com cãibra no meu braço direto e não consigo tirar com o esquerdo. Dá pra tirar mim?
- Claro. Fui logo me dirigindo as suas costas para desabotoar os colchetes. Para minha surpresa, no exato momento em que eu peguei no colchete para desabotoar ela empinou o bundão pra trás e ficou se roçando em mim. Fiquei todo errado com aquela situação. Como já tenho mais de 30 anos e modéstia parte sei as atitudes de uma mulher quando quer dá uma trepada, fui logo perguntando:
- O que você quer, Glícia. Qual é a tua?
- Quero você priminho. Vem me comer que eu tô louca por você. Desde aquele momento que agente se encontrou que estou com a minha xana toda melada. Toca nela pra você sentir como ficou toda molhadinha.
Nisso ela pegou minha e a colocou dentro da sua calcinha. De fato estava tudo molhado demais. Aquilo mexeu comigo. Meu pau subiu voluptuosamente. Ela baixou o zíper da minha calça, liberou meu cacete e caiu de boca nele. Aproveitou para jogar a toalha em cima da cama. Enquanto ela chupava meu pau, tirei seu sutiã deixando seus lindos peitões à mostra. Ela não se fez de rogada ao alternar seu boquete com uma graciosa espanhola. Quando viu que meu estava bastante duro, ela deitou na cama, tirou a calcinha, abriu bem as pernas e pediu que eu a fodesse bem gostoso.
- Mete este pauzão todo dentro de mim, vem.
Cai em cima dela como um Leão faminto. Sua buceta era depilada estilo moicano, o meu preferido. Bastou encostar o pau na sua grutinha e de uma única estocada ele entrou todo de uma vez, batendo lá no fundo da sua vagina. Ela gemia e se contorcia de prazer, falando todo tipo de putaria, enquanto me beijava, abraçava e arranhava minhas costas com as unhas a medidas que entrelaçava suas pernas no meu corpo. Depois de alguma na posição papai-mamãe, pedi que ela ficasse de quatro, o que fui prontamente atendido. Comecei bombando bem devagar e aproveitei para beijar o seu pescoço e bolinar seus belos peitões. Aumentei o ritmo e vi que ela estava prestes a gozar, pois a sua buceta ficava cada vez mais úmida e quente com o seu rebolado bem safadinho com o bum bum todo empinado sempre jogando pra trás. Senti seu Clitóris inchar, dando tesudos apertões no meu pau que entrava e saía daquela grutinha molhada até que não resistiu e falou:
- AI AMOR, EU VOU GOZARRRRR, AH, UH, AH, UH.
Suas pernas tremeram e líquido transparente escorria pelas coxas. Ela caiu de bruços na cama e pediu que eu continuasse metendo, pois ainda não havia gozado. Logo me veio uma ideia safada na cabeça de comer sua bundinha. Peguei um travesseiro e botei embaixo da sua buceta, deixando seu traseiro bem empinadinho para facilitar a penetração. Botava e tirava da buceta com tanta facilidade até que propositalmente tirei da buceta e subi o pau um pouquinho justamente para bater na porta do seu cuzinho. Ela deu um grito:
- Ai Guto, no cu não.
- Por que não?
- Até que tenho vontade de dá, mas tenho medo.
- De quê?
- De ficar toda arrombada.
- Deixa eu comer, deixa. Vou comer bem devagar.
- Tá bom. Bem devagar. Olha que você vai o ser o primeiro a descabaçar minha bunda.
Lambuzei meu pau com o líquido da buceta molhada e passei na porta do seu cuzinho até ficar tudo bem lubrificado. Apontei para seu furico apertadinho e comecei a botar a cabeça bem devagar. Glícia começou a reclamar que estava doendo, mas ignorei suas chorumelas.
- Ai Guto, tira que tá doendo, ah, ah, ah,
- Relaxa e deixa entrar. você vai gostar.
- Será?
- Olha já entrou a cabeça. Onde passa a cabeça passa o corpo.
- Ai tô sentido que ela entrou, mas não bota tudo. Tá me rasgando toda. Assim eu não aguento.
Tirei meu pau e dei-lhe umas cuspidas no seu cu, deixando ele bem molhado. Como seu cu já havia se acostumado com a cabeça do meu cacete, percebi que ele entrou com mais facilidade. Glícia fazia cara de choro com o meu pau dentro do seu rego. Passei a tocar uma siririca de leve na buceta e beijar sua boca. Aquilo a excitou novamente a ponto de aliviar a dor que sentia. Aproveitei para dar uma bombada mais forte a ponto de deixar metade do meu pau enterrado na bunda. Mais uma vez me surpreendi com ela;
- Ai Guto, tá doendo mas não tira. Bota tudo pra dentro, vai.
- Pode meter tudo, gata?
- Pode. Até que não é tão ruim dá o cu.
- Por que?
- Causa dor, mas dá prazer depois que o pau entra. Amor goza tudo dentro do meu cuzinho.
Após curti alguns minutos aquele bundão gostoso, inundei seu cuzinho com a minha porra que vi sair de dentro junto com o sangue das preguinhas rasgadas. Aproveitei para fazer elogios a ela sobre sua coragem de encarar 20 cm dentro da sua bunda virgem. Ela me falou que sempre tiveram vontade de dá o cu, mas que nenhum homem havia topado tal parada. Nos cinco dias que se seguiram no meu apartamento foram de muita putaria entre nós dois. Minha tia ligava todo dia perguntando por ela e eu respondia que estava tudo bem e que ela estava seguindo à risca as suas recomendações. Ah, se minha tia soubesse...



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