Minha Tia é uma vadia

Publicado por: frano69 em 02/03/2019
Categoria: Incesto Hetero
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O que vou contar é um caso verídico que aconteceu há pouco mais de um ano, quando eu e minha irmã Helô fomos visitar nossa tia Rita, que morava numa cidadezinha no interior do estado do Espírito Santo. Helô e eu decidimos viajar de carro para aproveitar nossos momentos íntimos, pois já vivíamos juntos há um bom tempo, como relatei num conto anterior (Minha maninha carente). Chegando lá fomos bem recebidos por tia Rita e seu marido Arnaldo, que moravam numa chácara bem próxima à cidade (dava pra ir a pé). Nossos primos também ficaram bastante contestes com a nossa presença. Até aí tudo bem com esta recepção bem familiar. Conversamos bastante e tia Rita nos confidenciou que estava passando por uma crise conjugal, pois seu esposo ultimamente andava bebendo bastante, agindo muitas de forma grosseira com ela. Tia Rita falou bem baixinho para Helô,( que depois me contou tudo), que ela não sabia o que era sexo há um bom tempo, mas tinha medo de sair com outro homem, pois se tal coisa acontecesse e fosse descoberta seria o fim de seu casamento, o que a deixaria desmoralizada, pelo fato de morar em cidade pequena. Helô me chamou reservadamente e me disse que nós dois teríamos que dar jeito na falta de sexo de tia Rita, uma coroa enxuta de 47 anos, branca de cabelos bem tingidos de preto, seios fartos, bundão arrebitando, barrigão sarado e um par de pernas de deixar qualquer marmanjo de queixo caído. Helô então combinou com tia Rita de irmos os três fazer algumas compras na cidade vizinha, sendo que seria o motorista, pois ela ainda não tinha habilitação. A viagem foi tranquila com minha tia no banco do carona. Vez por outra, via de relance, já que tinha que prestar atenção na estrada, tia Rita olhar fixamente para minha braguilha. Nisso, a safada da Helô começou a atiçá-la:
- Tia, a nossa família só tem homem bonito, né. Meu irmão é um gatão.
- É lindo. Se eu fosse solteira e mais jovem já tinha pulado no pescoço desse gostosão aqui.
Falou de forma safada, colocando a mão por dentro da minha camisa e alisando a minha perna. Rimos muitos e pelo retrovisor de dentro do carro, vi que Helô ficava piscando o olho, talvez tramando alguma coisa. De súbito, Helô disse que estava com a bexiga cheia de xixi e que era preciso parar o carro, mas como o trânsito na estrada era intenso naquela hora, era preciso para num lugar onde tinha banheiro. Foi nesse momento que tia Rita deu a deixa:
- O único lugar que eu sei que tem banheiro por aqui é um motel que fica a uns 5 km adiante. Mas será que fica bem agente entrar num motel só pra dar uma mijada?
- Pra nós não tem problema tia. Disse já bem animada.
- E pra você, meu rapaz.
- Também não. Somos todos adultos não é verdade.
- Então vamos. Faz tempo que não entro num motel. Já perdi até a conta de quando fui pela última vez.
Finalmente chegamos no motel, onde Helô iria de aliviar. Quando entramos no quarto, Helô correu para o banheiro, enquanto eu e tia Rita ficamos sentados na cama aguardando Helô voltar. Tia Rita pegou o controle remoto e ligou a TV, onde estava passando um filme pornô. Helô chamou tia Rita no banheiro pedindo uma toalha que estava justamente em cima da cama.
- Tia me dê uma toalha. Acho que vou aproveitar para tomar banho, pois tá calor.
- Vou tomar banho com você, minha filha.
Fiquei sozinho sentado na cama vendo uma cena daquele filme que mostrava justamente um homem fazendo ménage com duas mulheres até que Helô resolveu de chamar pra festa que estava para começar.
- Maninho, vem tomar banho com agente.
- Como?
- Deixa de ser bobo. Tira logo essa roupa e vem pra cá agora.
Num piscar de olhos já estava totalmente nu e quando cheguei no banheiro dei de cara com aquelas beldades nuas: minha mana e minha tia coroa tesuda. Fui pra baixo do chuveiro com as duas e naquele lugar bem apertado começamos a nos tocar. Minha tia me deu um beijo na boca enquanto Helô chupava minha pica com maestria e depois foi subindo até me beijar. Começar a chupar e bolinar tia Rita que estava no meio, com um beijo de língua a três, descendo até seus peitões e finalmente chegando até sua bucetona capuz de Fusca. Ela pirou e implorou que eu a penetrasse logo, pois estava louca para foder.
- Vem, me gato. Come a titia.
Fomos para cama, coloquei na posição de frango assado e mandei ver na sua buceta, a princípio um pouco apertada pela falta de pica, mas que lubrificou rapidamente facilitando o entra e sai. Helô aproveitou a ocasião para ter sua buceta lambida, enquanto eu empurrava todo meu pau na buceta da tia Rita. Botei ela de quatro e enfiei todo meu pau de uma só tacada. De imediato ela pediu para eu comer seu cu. Mandei ver naquele buraco apertado e Helô aproveitou para massagear o seu Clitóris e meter dois dedos na sua buceta. Tia Rita não aguentou por muito tempo aquela meteção e gozou feito uma louca.
- Ai que gostoso. Se eu soubesse que tinha sobrinhos tarados assim, já tinha marcado uma trepada dessa há tempos. Ei gato, não comer tua irmã? Mete nela que eu quero ver.
Helô me deitou na cama e cavalgou no meu pau. Tia Rita acompanhava tudo atentamente aquele sobe e desce gostoso. Pra me fazer gozar Helô deu uma apertadinha de leve no me saco enquanto estava com meu pau todo enterrado na sua buceta. Foi o mesmo que dá cartão vermelho para o meu esperma. Anunciei meu gozo e as duas caíram de boca no meu cacete. Gozei litros de porra espalhados na cara das duas que ficaram se beijando e lambendo tudo. Tomamos um banho e prometemos deixar tudo em segredo, pois ninguém podia saber o que tinha acontecido naquele ambiente sensual e cheio de desejo. Tia Rita vem nos visitar sempre que pode. E quando vem agente já sabe o que vai acontecer.


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