O dia que comi a empregada

Publicado por: frano69 em 09/03/2019
Categoria: Hetero
Leituras: 8014 / Votos: 1 / Comentários: 0
Tudo aconteceu quando tinha 17 anos. Meus pais trabalhavam fora o dia inteiro e minhas duas irmãs mais velhas já estavam casadas, restando apenas eu e meu irmão mais velho para os serviços domésticos até que meu irmão passou no vestibular para ciências contábeis e teve que ir estudar na capital. Isso me deixava sozinho em casa a maior parte do tempo, principalmente à tarde, já que frequentava a escola no turno matutino. Diante de tal situação, meus pais contrataram os serviços de uma empregada, Dona Edite, mulher com mais de 30 anos, morena de seios enormes, um pouco gordinha, casada mãe de dois filhos. Era bastante zelosa no seu serviço, pois sempre que agente chegava em casa depois da escola por volta do meio dia já estava tudo limpinho e o almoço já estava prontinho. Passava a maior do meu tempo livre assistindo TV ou revolvendo tarefas de casa. Dona Edite era mestre na limpeza, praticamente procurava pêlo em ovo pra não deixar nada sujo. Um dia fui tomar um pouco de água na cozinha e a vi lavando a louça. Num determinado momento a torneira que estava aberta deu um esguicho de água na sua blusa de algodão de cor clara, revelando a cor do seu sutiã e o volume dos grandes seios. A água escorreu pelas pernas, revelando a cor da sua calcinha, pois usava bermuda branca. Arregalei os olhos diante de tamanha maravilha, o que me fez lembrar de um concurso de gata molhada que passava na televisão. Dona Edite não era nenhuma miss, mas era uma mulher com corpo respeitável. Ela olhou pra mim, ligeiramente envergonhada e pediu licença para ir até o banheiro se trocar, já que ela trazia sempre uma muda de roupa. Fiquei curioso em vê-la pelada, haja vista que teria de tirar toda aquela roupa molhada. Aguardei ela ir para o banheiro e passei a olhar pelo buraco da fechadura. Fiquei observando secretamente aquele strip tease forçado daquela morena. Começou pela blusa, depois a bermuda, o sutiã e finalmente a calcinha, revelando sua buceta de pelos bem aparados de formato quadrado até a altura de seu grelo avantajado. Meu coração acelerou e corri para o meu quarto. Tranquei a porta e comecei a tocar um bronha lembrando da imagem daquela mulher toda nua. Pouco tempo depois ela bateu na porta do meu quarto e pediu para entrar pois precisava pegar minhas peças de roupas sujas. Quando abri a porta tive uma grande surpresa: Dona Edite estava trajando vestido vermelho até a altura dos joelhos com um decote generoso na metade dos ombros que dava pra ver as alças do sutiã e com seus peitos quase todo de fora (mal cobria seus mamilos). Como havia roupa suja espalhada por todo lugar, ela começou a catar uma a uma. Cada vez que se abaixava dava pra ver suas pernas grossas por trás e seus peitos quando ficava de frente. Percebi que ela estava me provocando de propósito pra ver se eu ia fazer alguma coisa com ela. Confesso que bateu uma vontade louca de agarrá-la, mas me contive como pude. Quando juntou tudo no cesto, olhou pra mim e deu um sorriso maroto.
- Você gosta né garoto.
- De quê Dona Edite? Retruquei.
- De ver mulher nua.
- O que é isso Dona Edite? Do que a senhora tá falando?
- Deixa de ser sem vergonha menino. Eu vi você me brechando no banheiro pelo buraco da fechadura. Agora vai negar que foi você? Só tem nós dois aqui. Se continuar vou contar tudo pra tua mãe. Me respeite que sou uma mulher casada. Agora, me diz o que você quer de mim. Fale a verdade.
- Nada Dona Edite. É que a senhora é muito bonita e fiquei curioso de lhe ver no banheiro trocando de roupa.
- Curioso, hein. Tira tua roupa que agora é minha vez de ter pelado.
- Mas... Dona Edite eu vou ficar com vergonha.
- Qual é, menino. Tu nunca ficou nu na frente de uma mulher? Vai logo tirando essa roupa. Quero ver o tamanho do teu pinto. Se eu gostar, posso dá pra você se não contar nada pra ninguém. Mas, se meu marido souber ele mata nós dois, entendeu? Tira isso aí, vai.
Quando ela falou que podia transar comigo fiquei aceso na hora. Me livrei rapidamente da camiseta, da bermuda e da cueca. Ela veio na minha direção e pegou no meu pau e tocou uma punheta de leve, me deu uma selinho, se afastou um pouco de mim e levantou seu vestido de baixo para cima. Estava sem calcinha. Tirou o sutiã, liberou seus peitões e ficou totalmente nua mostrando todos os seus atributos físicos e me chamou para cama.
- Agora vem me foder com homem. Mete este pauzão todo dentro de mim, mas não pode gozar dentro que não tô tomando pílula. Anda. Tá esperando o quê?
Fui pra cima igual a um Leão faminto. Ela se deitou na beirada da cama e deixou suas pernas bem abertas para facilitar a penetração. Encostei meu pau na entrada da sua buceta já toda melada e meti tudo de um só golpe e passei a bombar bem gostoso. Dona Edite sabia os quadris como ninguém, o que dava a impressão que buceta estava mastigando meu cacete. Em pouco tempo comecei a sentir uma sensação maravilhosa vindo de dentro de mim.
- Ai dona Edite o que está acontecendo?
Ela logo tirou meu pau de dentro da sua buceta e passou a chupar bem gostoso. Parecia que o mundo iria se acabar naquele momento. Tirou-o da boca e disse:
- Você vai gozar. Quero tudo aqui na minha boquinha. Dá teu leite, garotão.
Continuou chupando e apertando levemente meu saco até que... pimba. Gozei tudo na sua boca. Ela engoliu tudo e permaneceu na chupando meu pau até deixá-lo duro novamente. Ficou de quatro pra mim e pediu que eu comesse seu cuzinho.
- Come minha bunda. Uma trepada não é nada senão tiver tiver uma comida de rabo. Mete aqui no meu cu, vai. Encheu seus dedos de saliva e botou na porta do seu cuzinho. Enfiou o maior de todos e pediu que metesse tudo nela. Não me fiz de rogado. Mandei ver na bunda daquela morena sem dó nem piedade. Ela gritava de prazer e manda meter mais forte.
- Adoro dar o cu. ai que pauzão gostoso. goza tudo dentro meu garanhão.
Bombei forte e soltei todo meu esperma dentro do seu cu. Era tanta gala escorrendo pelo seu buraco que sujo boa parte da minha cama. Tomamos banhos juntos, nos vestimos e fizemos algo para comer. Propus a Dona Edite que ficasse transando com ela sempre que estive só nós dois em casa. Ela concordou desde que eu mantivesse segredo. Passamos mais quatro meses fazendo sexo quase toso os dias. Bastava o carro dos meus pais sumir de vista na rua que íamos pra cama.


Comentários

Seja o primeiro a comentar nesse conto