Um amor de vizinha II

Publicado por: frano69 em 27/07/2019
Categoria: Hetero
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Desde que transei pela primeira vez com dona Gorete não consegui mais parar. Sexo pra nós dois era todo dia e pronto. como já tinha 55 anos e passado pela menopausa não havia menstruação para atrapalhar sua atividade sexual. quando não era no meu apartamento era no dela que sempre abria a porta e me recebia só de toalha deixando-a cair quando deixava tudo trancado revelando aquele corpão de coroa enxuta tarada por rola sempre querendo mais. Virou costume seu o hábito de se agachar e tirar meu pau pra fora fazendo boquete até eu gozar na sua boca e ela engolir toda minha porra. Esta se tornou sempre o primeiro round das nossas trepadas. Pra não deixá-la na mão, aproveitava para lamber seu grelão até vê-la explodir em gozo. Daí era só dá um tempinho trocando carícias gostosas pro meu pau subir de novo e penetrá-la em todas as posições possíveis e imagináveis, muitas delas aprendemos vendo um DVD do Kama Sutra um antigo manual indiano sobre posições sexuais. Um dia ela me convidou para irmos a um balneário se divertir um pouco. Quando chegamos lá vi que se tratava de um clube da terceira idade, já que havia poucos jovens por lá e a maioria era formada por gente mais velha, mas não me senti nenhum pouco decepcionado, pois estava fazendo companhia a uma parceira sexual top de linha, além de ter oportunidade de conhecer outras coroas bem conservadas com corpo de fazer inveja a qualquer gata de 20 anos. Ela me apresentou a Dona Isadora (vou chamá-la de Isa), uma empresária do ramo de decorações de 61 anos, viúva, branca, cabelos tingidos de ruivo, corpo todo proporcional à exceção dos seios enormes (havia feito implante de silicone) e de seu bucetão tipo capuz de fusca que dava pra ver as banda por cima do maiô rosa pink que estava usando. Conversamos e rimos bastante ao lembrar das piadas que vimos num show de humor, principalmente daquelas de apelo sexual. Quando menos esperei, Dona Isa chamou Gorete para conversar a sós. Por mim tudo bem, afinal duas mulheres se entendem. Em pouco tempo Gorete me pediu para trocar de roupa, pois iríamos aproveitar a carona de Dona Isa. Peguei minhas roupa na mochila e fui para o banheiro masculino, enquanto as duas seguiram para o feminino. Nos vestimos e pegamos carona no carrão de Dona Isa que fez questão de conhecer a humilde residência de Gorete. Quando chegamos, Dona Isa pediu a Gorete para ir ao banheiro, pois não gostava de ficar toda despenteada. Bastou ela fechar a porta para Gorete me dá um abraço e um beijo molhado cheio de tesão, sussurrando no meu ouvido:
- Vamos dar uma rapidinha enquanto ela se arruma?
- será que vai dar?
- Você quer ou não quer, amor?
- Claro que quero.
Baixei seu short até os joelhos,coloquei-a de quatro, afastei a calcinha pro lado e meti tudo de um só golpe. Acelerei os movimentos e gozei dentro dela em menos de dois minutos. Ficamos sentados no sofá enquanto Dona Isa se arrumava no banheiro. Ao sair do banheiro, já com os cabelos bem penteados e o rosto maquiado Dona Isa deu um sorriso desconfiado já sabendo o que havia acontecido.
- Vocês dois têm uma energia, hein? Ai que inveja.
- Por que Dona Isa? O que é que está pegando?
- Desde que meu marido se foi, nunca mais fui tocada. Tínhamos uma vida sexual plena desde que casamos.
- Você precisa de um companheiro urgente, amiga.
- É verdade. Sorte sua está com este garotão cacetudo aí. Acha que não notei o que você dois estavam fazendo enquanto eu estava no banheiro?
- É verdade. Nós transamos mesmo. Se você quiser nós podemos te ajudar a sair desta falta de pica.
- Tá brincado, Gorete?
- Claro que não. Amor, você pode matar a vontade dela?
- Se quiseres, estou bem aqui.
- Tentador, né. Mas, logo aqui. Com todo respeito, acho que um motel seria mais apropriado.
- Está bem. Mas eu quero ir junto amiga.
- Oba, vai rolar uma suruba. Sempre tive vontade de fazer, mas o ciúme não deixava.
Seguimos para o motel e não perdemos tempo com papo furado. Sem mais delongas tiramos nossas roupas sem nenhuma cerimônia. Como já disse, os peitões de Dona Isa enormes com mamilos quase do diâmetro de pires e uma bucetona que mais parecia de uma vaca com um grelão em cima dos grandes lábios. Gorete começou a chupar meu pau enquanto eu olhava Dona Isa se deitar de pernas abertas na cama toda nua. Quando estava com o cacete bem duro, finquei na buceta de Dona Isa, que de tão grande parecia fazer cócegas. Ela mexeu seu grelão com os dedos, fazendo inchar e crescer de tal forma que ficou semelhante à cabeça de um pênis. Como consequência disso suas paredes vaginais passaram a se contrair apertando meu pau que até então estava abanando dentro daquela grutona larga. mamei os bicos dos seus peitos de também ficaram duros. Todo aquele bota e tira a fez gozar alucinadamente, enquanto Gorete se masturbava vendo toda a cena. Satisfeita com a gozada, Dona Isa pediu que eu comesse Gorete na sua frente. Como não havia gozado, meti tudo na minha gatona na posição de frango assado que fazia um remelexo pra lá de prazeroso, levando-a ao orgasmo rapidamente. Quando percebeu que eu iria gozar, Dona Isa pediu que eu ejaculasse nos seus peitos. Coloquei as duas para chupar minha pica até solta o leite viscoso sobre os peitos das duas coroas. Dona Isa aproveitou para lamber e engolir tudo. Depois que terminamos tudo ela nos deixou em casa, se mostrando bastante agradecida por aqueles momentos de prazer intenso. Sempre que podia nos ajudava nas contas, mas sempre pedia sexo em troca. Quase virei gigolô.


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