Minha prima, meu tesão

Publicado por: frano69 em 17/01/2020
Categoria: Incesto Hetero
Leituras: 267 / Votos: 0 / Comentários: 0
Aproveito este espaço para relatar um encontro cheia de malícia e tesão que rolou entre eu e minha prima Elisa, sapatão assumida, porém tarada pela minha pica. Como já publiquei nos contos anteriores "Minha prima sapatão I e II", Elisa e eu ficamos muito próximos, principalmente depois da suruba que fizemos com a Vânia. apesar de todo tesão que havia entre nós continuamos sendo bons amigos. Porém, um dia ela foi até meu cafofo muito deprimida, pois acabara de dar um basta a uma relação que havia durado pouco mais de três meses. Segundo ela, sua namorada havia literalmente lhe passado a perna, tendo inclusive levado alguns de seus pertences. Curioso, perguntei sobre o que teria levado ao fim daquela paixão ardente. Ela me disse chorando que a dita cuja tinha namorado fixo e que ela só havia sido usada para fazer ciúmes a ele e emendou:
- Aquela vaca gostava mesmo era de pica dura. sempre que eu a procurava dizia que estava cansada ou com dor de cabeça. só uma ou duas vezes por semana é que ela topava ir por rala e rola.
- Que fossa hein prima? E aí, o que é que você vai fazer?
- Já me decidi e conto com você pro que vou fazer.
- Como assim?
- Vou dar um tempo nessa vida de lésbica sem sucesso. Agora serei mulher de verdade.
- Onde é que eu entro nessa?
- Vamos pra cama que eu quero dar pra você. Me come, me faz mulher que agora eu quero homem. Vem.
Como morava sozinho não havia nada impeditivo para gente transar no meu pequeno apartamento, um cafofo bem aconchegante. Fomos pro meu quarto, tiramos nossas roupas e começamos a putaria: Elisa caiu de boca no meu pau pagando um delicioso boquete, mordisquei seus peitões apetitosos, tirei sua minúscula calcinha que ainda estava usando, abri bem suas pernas na posição de frango assado e soquei meu pau na buceta apertada. Ela começou a gemer bem gostoso com aquele vai e vem dando um leve rebolado que dava a sensação de pau está girando dentro da sua grutinha quente e úmida. Aquilo foi demais pra mim. Logo senti que meu orgasmo estava vindo. Avisei a Elisa que iria gozar, mas na empolgação daquela deliciosa trepada ela não se importou: rebolou mais e mais fazendo que eu gozasse litros de porra dentro da sua buceta que ficou completamente inundada. Ela aproveitou para enfiar dois dedos na sua xana e lamber toda minha porra que conseguia tirar de dentro daquele buracão melado de todo gozo. Elisa me confessou que era a primeira que deixava um homem gozar tudo dentro dela. Passamos um tempo abraçados nus trocando carícias pra lá de ousadas até meu pau dar sinal de vida novamente. Ela o segurou e lambuzou o resto de porra que estava na entrada da sua xoxota e colocou na portinha do seu cuzinho fazendo ele entrar bem devagar. Me posicionei atrás dela de ladinho como seu estivesse de quatro só que deitado. Num movimento brusco meti tudo de uma estocada. Ao invés de reclamar ela disse que adorou e pediu que a fodesse bem forte, sempre me incentivando:
- Vai amor, arromba meu cu. Mete que eu sou toda tua, vai. Ah, ah, ah.
Depois de quase dez minutos de muita meteção derramei tudo dentro do seu cuzinho. Como estávamos muito suados fomos pro banheiro tomar uma boa ducha. Ficamos os dois na maior pegação e ela aproveitou para pagar um outro boquete, desta vez até o final. Gozei tudo na sua boquinha de veludo.
No dia seguinte veio aquele sentimento de dúvida, pois não usamos preservativo e ela ficou com medo de ter engravidado já que não estava tomando pílula. Porém, depois de duas semanas veio o alívio: Elisa havia menstruado afastando assim qualquer possibilidade de gravidez naquele momento. Para continua transando sem camisinha comigo ela teve que tomar anticoncepcional foram seis meses de fodas inesquecíveis até ela retomar sua vida de lésbica, alegando ter se cansado de levar tanta pica.


Comentários

Seja o primeiro a comentar nesse conto