A Gata do Squirting II

Publicado por: frano69 em 24/07/2020
Categoria: Hetero
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Olá galera, estou de volta para relatar o caso que tive com a Vânia (Nome fictício) uma senhora casada, bissexual completamente liberal que conheci através da minha prima Elisa, sapatão assumida como já citei no conto "Minha prima Sapatão", onde fizemos sexo a três, culminando com uma gostosa suruba entre um homem e duas mulheres, Aliás, pelo que li, este é o objeto do desejo das maioria dos homens héteros: ter duas bucetas à sua disposição para sexo total. Agora vamos ao que interessa: depois que saímos pela primeira vez, bateu aquela vontade da gente ter um novo encontro sexual a dois. Porém, Vânia que era proprietária de uma pequena loja de cosméticos andava muito ocupada com uma reforma em sua casa. Nossos papos pelo WhatsApp foram diminuindo a ponto de falar pra mim mesmo:- Já deu. Estava há quase um mês a seco sem pegar ninguém até que resolvi ir à Boate de sexo ao vivo para desembaçar minha vista cansada de tanto trabalho e aliviar um pouco as pressões do dia a dia. Quando cheguei à bilheteria, a vendedora fez questão de mostrar os locais onde o ingresso era mais caro. Optei pelo lugar mais caro que era sentar numa das mesas mais próximas ao palco do polidance, além de ter direito a usar máscara para não ser reconhecido pelos curiosos de plantão, já que o local era frequentado por muitos homens e mulheres comprometidas e a gerência da casa com o propósito de manter a descrição destas pessoas, acabou aproveitando a deixa para cobrar um adicional pela máscara e assim faturar mais dinheiro ´junto a este público seletivo. Apesar de livre e desimpedido, coloquei a máscara, pedi um drink e fiquei apreciando o espetáculo observando atentamente aquelas lindas garotas fazendo show de strip-tease de arrepiar. Tinha de tudo; loiras, mulatas e até índias com a sensualidade à flor da pele. Lá pelas tantas, com a casa cheia o DJ anunciou o show mais esperado da noite, dando ênfase aos atributos físicos da atração: A Boate... orgulhosamente apresenta a quarentona mais enxuta do Brasil. Em meio a ruidosos aplausos, assobios além da música bem sacana veio aquela mulher em meio a fumaça cenográfica. De costas para público ali presente começou a sua dançar sensualmente, despindo sua capa que cobria dos ombros aos tornozelos, ficando apenas de sutiã e fio dental. Começou a rebolar igual a uma passista de escola de samba levando a gelar ao delírio. Qual não foi minha surpresa quando ficou de frente para as mesas. Era Vânia com certeza, pois apesar de usar máscara de carnaval, eu a reconheci pela tatuagem que ela tinha na perna esquerda bem próxima de sua virilha. Desabotoou o sutiã e soltou aqueles peitões deixando a macharada babando. Como apaguei a luz da minha mesa, pude ver seu show tranquilamente sem ser notado. Vânia dançava como uma profissional vindo em direção às mesas, onde sempre havia um macho para tirar uma casquinha passando a mão na sua bunda ou tocando seus seios e até dando tapinha na sua xoxota. Uns dois ou três indivíduos tiveram que ser contidos pelos seguranças, pois queriam comê-la ali mesmo. Vânia finalmente tirou o minúsculo biquíni expondo seu bucetão capuz de fusca que exibia uma pequena fila de pentelhos verticais acima de seu avantajado grelo levando a galera à loucura. Acho que por conta da idade e de estado de conservação ela tenha levado muitos homens a melar cueca naquele show. Passou mais uns três a quatro minutos dançando totalmente nua, usando apenas a máscara que impedia que ela fosse reconhecida pelo público. Terminou a dança e saiu do palco aplaudida, sendo levada por dois seguranças, pois do contrário seria estuprada ali mesmo. Pouco depois entrou um casal no palco com a mulher fazendo seu strip-tease primeiro para em seguida tirar a roupa do homem, pagar um boquete para acender e depois começar a meteção. Desta feita, as frequentadoras foram à loucura, pois o cara que estava no palco era bem dotado e a posição de quatro que o casal estava metendo favorecia exibir sua ferramenta. O DJ aproveitava pra dizer o cardápio sexual da casa: mulheres para homens e mulheres; homens para mulheres e homens; dança particular com ou sem transa... em meio aquela barulheira toda dava pra ouvir claramente mulheres no meio daquele público ouriçado falar coisas nada comuns para senhoras da sociedade, mas o ambiente era bem convidativo pra todo tipo de putaria do tipo: Quero um pica dessa aí pra arrombar minha buceta. Quero essa pomba aqui dentro da xana, porra. Vai, come essa vadia, goza na cara dela cachorrão. O casal terminou o show com o cara gozando nos peitos da mulher. A mulherada da plateia fez um AHHHHHHHHHH. Pedi a conta e sai dali rapidinho até a porta dos fundos, pois tinha certeza que aquela mulher era a Vânia. Porém, os seguranças não deixaram eu ir além. Quando saí da Boate e peguei meu carro no estacionamento, advinha qual veiculo estava saindo dali? O da Vânia. De longe vi seu marido corno vindo buscá-la e saindo em disparada pela madrugada. Quatro dias depois, troquei algumas mensagens com ela no zap, perguntando com ia a reforma entre outras coisas. Até que ela mandou uma foto de nudes pra mim, exibindo justamente sua bucetona e suas pernas com aquela tatuagem que confirmava as minhas suspeitas. Aproveite para lhe responder de forma bem provocante:
- Adorei o seu show. Dá pra fazer um só pra mim?
- O quê? Não diga que você estava naquele lugar.
- Sim, eu estava lá.
- Precisamos conversar agora. Pessoalmente. Me encontre neste endereço... daqui a 20 minutos. Venha no seu carro que eu vou de Uber.
Até pensei que tinha queimado meu filme com ela, ou que Vânia achasse que eu iria chantageá-la ao vê-la dançando como prostituta de Boate. Até que me prove o contrário quem dança também transa, o dinheiro é que manda o que vai rolar no programa. Nos encontramos no local combinado. Vânia estava visivelmente nervosa com a revelação que lhe fiz de tê-la visto fazendo aquele show de strip-tease. Não por seu marido corno que sabia de tudo, mas pelos filhos do casal, seus familiares e amigos mais próximos. Se viesse a público seria um escândalo sem precedentes, o que fatalmente a deixaria mal vista. Para uma pessoa de Classe Média isto seria o fim da sua reputação. Tentou justificar que estava fazendo aquilo para cobrir várias despesas extras que haviam surgido durante a reforma da casa e logo iria parar de se expor daquela maneira. Me limitei a ouvir atentamente seus argumentos, até que ela me disse:
- O que você quer de mim?
- Quero fazer amor com você. Tô louco de tesão por ti.
- Escuta uma coisa. Se ficar de bico calado serei sua mulher na cama sempre. Quando quiser foder uma buceta é só me procurar. Só não posso dá pra você na minha casa por causa dos meu filhos. Se fosse pelo meu marido agente podia trepar na frente dele que não ia ter problema nenhum. Faz tempo que ele não é mais de nada. É por isso que eu preciso de um homem pra me comer e me fazer mulher. Também quero você, entende? Promete, meu tesão.
- Prometo gata. Mas, quando é que você vai parar com aquilo?
- Só faltam mais dois shows de strip-tease e vou para tudo. Não aguento mais ficar me expondo e se arriscando daquele jeito. Sabia que quase fui estuprada duas vezes por aqueles tarados e tive que transar com o dono da Boate a contra gosto pra poder descolar algum dinheiro. Estou sentindo na pele o quanto é humilhante se prostituir.
- Mas você só dança, ou trepa também?
- Que diferença faz? Dançar ou transar por dinheiro dá na mesma coisa. Não quero mais me vender. Só entrei nessa porque estava muito necessitada. Chega, agora quero ser tua. Vamos passar o dia juntos. Já reservei um suíte daquele motel só pra nós. Vamos lá meu pirocudo.
- Vamos.
De imediato fomos por motel e Vânia fez questão de tirar a roupa na garagem e já entrar toda nua no quarto. Fechamos a porta, ela baixou o zíper da minha calça e pagou o delicioso boquete até deixar meu pau duro como uma barra de ferro. Levantei-a, ficamos de pé, meti tudo na sua buceta bem abraçados devido a sua boa estatura, dá pra comer beijando. Depois fomos pra cama, onde Vânia me cavalgou num ritmo rápido, ao mesmo em que dedilhava seu grelão que explodiu naquele squirting, soltando aquele líquido transparente semelhante a xixi, porém sem cheiro, dando espasmos de prazer. Não aguentei e disse que também ia gozar, mas ela não saiu de cima. Fez questão que enchesse sua xana de porra. Fomos para banheira e pagou um boquete fazendo eu gozar tudo na sua boca. Aproveite para lamber sua buceta e ela fez mesmo: soltou um jato de gozo bem na minha cara dizendo palavras sem nexo. Terminamos o banho e voltamos pra cama. Meu desejo de fodê-la era incontrolável. Tirei sua toalha, a coloquei de bruços e cravei meu pau no seu cuzinho apertadinho. Vânia gritava de tanto prazer. Depois de uns 10 minutos enchi seu cuzinho de porra. Daí foi foda até não aguentarmos mais o restante do dia. Vânia ainda fez os dois shows que restavam do seu contrato com a boate e largou aquele antro de uma vez, mas continua safada. Casada por conveniência pelos negócios do maridos e pelos filhos. Porém continua sendo minha amante até hoje. Afinal, toda buceta carente precisa de um pau amigo.


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