Coroa boa de transa

Publicado por: frano69 em 28/07/2020
Categoria: Hetero
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Quando saia com Dona Gorete, uma coroa enxuta de 55 anos que era vizinha do meu quitinete, boa pinta e tarada por rola, tive oportunidade de conhecer uma outra coroa Isadora (Isa para os íntimos) num balneário onde a maioria dos frequentadora era formada por pessoas da terceira idade. Na época com 61 anos empresária do ramo de decoração, viúva, independente e carente de sexo. Como já relatei no conto "Um amor de vizinha II", acabamos fazendo uma suruba no motel, ajudando Dona Isa a se aliviar um pouco da falta de piroca que ela tanto reclamava, mas apesar disso, não procurava garotos de programa para satisfazê-la sexualmente, temendo se tornar mais uma vítima inocente de um "boa noite Cinderela". Depois que rolou aquela transa a três entre nós, vi que Gorete havia ficado com uma pontinha de ciúmes, já que também era viúva, porém seis anos mais nova que Dona Isa. Entre nós dois era sexo todo dia. Na realidade era ela quem tomava a iniciativa de fantasiar o prelúdio de nossas relações. Um belo dia acabou me fazendo uma grande surpresa inesquecível: quando saí da faculdade no horário de sempre ela me ligou como se estivesse doente ou coisa parecida: - Amor, vem logo aqui pra casa, preciso de você agora. De súbito, apressei o passo para chegar mais rápido ao prédio onde morávamos e fui pra seu quitinete como um foguete. Bati na porta e ela disse:
- É você amor? Pode entrar. Está aberta.
Quando adentrei ela pediu que eu trancasse a porta. Até então nenhuma novidade. Ela veio por trás de mim vendeu meus olhos com suas mãos e pediu que eu fosse andando daquele jeito. Deu pra senti que ela estava de camisola ou vestido de seda de tão macio. Me levou até a poltrona e começou aquele joguinho erótico para me excitar.
- Fique de olhos bem fechados e só abra quando eu mandar.
Como já sabia que rolar um boa trepada depois, entrei no jogo. Ela se afastou um pouco e um pouco e disse:
- Pode abrir.
Gorete usava um hobby de seda vermelho, daqueles que agente só vê em filme americano. Me deu um lindo sorriso e um beijo a distância, colocou uma música lenta no MP3, dançou sensualmente, desatou nó do hobby e o tirou ficando completamente nua. A novidade era sua buceta toda lisinha. Ela veio em minha direção e a colocou na minha cara. Além de lisinha tinha um gostinho de maçã com menta que dava vontade até de mastigar. Lambi sua xoxota com toda vontade, aproveitando para meter um dos meus dedos no seu cuzinho e acariciar seus seios. Ela enlouqueceu com toda aquela chupação e gozou como uma vaca no cio.
- Ai que gostoso amor. Vamos pra cama que agora é minha vez de fazer você gozar gostoso, vem.
Fez questão de tirar minha roupa e me deixar nu deitado na sua cama. Pagou um boquete bem gostoso, deixando meu pau duro com uma rocha. Antes de subir em cima dele para cavalgar ela pegou um pedaço de pano preto e vendou meus olhos. Nada falei, pois estava naquele prazeroso jogo sexual. Achei que fosse mais de uma de suas fantasias. Deu uma nova mamada no meu caralho para deixá-lo bem duro e montou em cima, pulando como uma louca. Seu grelo começou a inchar, dando tesudos apertões na cabeça do meu pau que entrava e saia daquela buceta insaciável por sexo. Fez um rebolado bem gostoso massageando seu clitóris e disse que iria gozar de novo. Como minhas mãos estavam acariciando seus peitinhos, deu pra perceber que seu coração deu uma bela acelerada, constatando que ela havia gozado no meu pau. Continuou me cavalgando, só que mais devagar. Inesperadamente ela saiu de cima de mim e disse:
- Desculpa amor. Tenho que ir ao banheiro. Já volto pra gente continuar fodendo bem gostoso meu cavalão.
Estranhei o fato dela me largar durante a transa. Tal coisa nunca tinha acontecido, mas sabia que Gorete não ia me deixar na mão. Não demorou um minuto e aquela buceta quente sentou no meu pau fazendo movimentos de sobe e desce. Desta vez mais intenso e sem fazer nenhum barulho. Quando ela fechou um pouco as pernas de lado para facilitar a penetração, coloquei minha na testa da buceta e alisei suas coxas mais cheinhas, tive a clara sensação de que aquela mulher que estava fodendo comigo não era Gorete. Ainda de olhos vendados, porém com as mãos livres, passei a explorar seu corpo começando pelo grelo que logo ficou bastante inchado, subi pela barriga até alcançar uns peitões bem maiores que o de Gorete.
Era Dona Isa sem dúvida. Se limitando a suspirar mais alto a medida que cavalgava de forma mais intensa. Passei a dedilhar seu grelão com forçar e a pressionei seu corpo sobre o meu para abrir bem a sua bucetona ampliar o raio de ação da penetração. Meti tão fundo que toque seu útero e seu grelão crescia cada vez mais e ela ficava só cafungando.
- Ah, ah, ah, ah, ah, ah.
Até que chegou ao orgasmo e deu mais pra segurar o silêncio.
- Ah, ah, ah, ooooooooooooh, Gorete. Eu tô gozando no pau do teu macho, mulher. Caralho de pica gostosa.
Gorete me tirou a venda dos olhos, revelando o que eu já sabia desde quando inventou um saída para o banheiro. Foi a deixa pra Dona Isa que estava escondida vir substituí-la na nossa transa.
Propus a Dona Isa para mudar de posição. Ela concordou pois havia cansado um pouco de tanto pular em cima. Coloquei-a de bruços com as pernas fechadas, deita sobre o travesseiro a altura do quadris, deixando sua bunda bem arrebitada, deixando a buceta e o cuzinho bem visíveis para penetração. Abri um pouco minha pernas e a penetrei de novo, dando leves puxões de cabelo. Ela pirou. - Adoro isso. Ah! Bate na minha bunda, vai. Come meu cu, mas vai devagar, faz tempo que eu dou.
Tirei meu pau da sua buceta, lambuzei aquele buraquinho e fui metendo devagar. Dona Isa tentava controlar minha pica, mas era eu quem estava por cima. Depois de enfiar a cabeça fui forçando até entrar a metade do meu pau naquele buraco apertado. - Calma, meu filho, tá doendo muito. Deixa eu relaxar que vai dá tudo certo. De fato, ela relaxou tanto que quando menos esperei já estava com o meu pau todo socado naquela bundona branca. Empinou mais o rabão para facilitar a penetração e pediu que eu metesse com força. Gorete que assistia a tudo se masturbando discretamente, veio até nós oferecendo sua buceta pra Dona Isa chupar enquanto beijava a minha boca com sofreguidão. Depois de tanto resistir a duas bucetas e mais um cuzinho apertado anunciei meu gozo. Dona Isa fez questão que eu enchesse seu cu de porra. Acelerei os movimentos e explodi em gozo dentro dela. Foi mais de uma hora de transa louca a três. Dona Isa se recompôs rapidamente e disse que tinha que ir embora, pois havia muito trabalho lhe esperando. Gorete e eu fomos um tomar banho relaxante. E ela me perguntou havia gostado da surpresa. Para não constrangê-la disse que sim, mas preferia fazer sexo só com ela. Me deu um gostoso beijo de língua, me punhetou até deixar meu pau duro de novo e disse:
- Já que você comeu a bunda dela. Me deu vontade de dá também. Agora vem comer meu cu, amor. Quero tudo dentro, vem enfia essa pica em mim, vai meu gostosão.
Ficou de quatro no banheiro, passou um pouco de shampoo na porta do seu cuzinho e pediu que metesse tudo sem dó. Mandei ver no seu buraquinho que há dias não comia. Bombei forte e Gorete pediu que gozasse dentro, o que atendi prontamente enchendo seu buraquinho de gala. Terminamos nosso banho e fomos se deitar abraçadinhos. No dia seguinte, vimos um envelope branco que havia sido colocado por deixado da porta. Quando abrimos, havia uma substancial quantia em dinheiro e um bilhetinho revelador: - Adorei a nossa transa. Posso contar com vocês dois? Quero que isso aconteça mais vezes. Não me respondam agora? Quando precisar, entro em contato. Com amor e tesão, Isa.
Ficamos um pouco desconcertados e um pouco ofendidos com aquela proposta que nos colocava na condição de garota e garoto de programa exclusivos de empresária carente, mas tanto eu quanto Gorete precisávamos de dinheiro pra faculdade e pagar nossas contas. Tivemos outros encontros bem picantes a três. Até que um dia, Dona Isa me convidou para ir ao um motel sem a participação de Gorete. Mas isso é uma outra história...


Comentários

teca em : 12/08/2020

Gostei da leitura, votado.