Casada disponível para sexo total

Publicado por: frano69 em 01/08/2020
Categoria: Hetero
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Desde que descobrir por acaso que Vânia estava fazendo show strip-tease numa boate de sexo ao vivo. Ela me prometeu ser minha fêmea na cama sempre a minha disposição. Era só chamar e combinar o encontro que não havia problema nenhum. Até hoje só acredito que ela fez isso para manter o meu silêncio para seus filhos, familiares e amigos, pois seu marido corno sabia de tudo que a esposa vadia fazia. Assim sendo, nos tornamos amantes e confidentes sem que ninguém aparentemente desconfiasse de alguma coisa. Um dia, após transarmos até cair na cama exaustos de tanta trepação e ficar bem relaxados e aconchegados deitamos naquele colchão macio, Vânia aproveitou para fazer revelações nada incomum da sua breve vida de puta tardia. Contou-me como foi sua vida de dançarina de boate, abrindo literalmente o jogo: teve que transar com o dono da casa quando fez o "teste do sofá": dançou primeiro e depois teve que transar, pois ele queria saber como era seu desempenho na cama. Recebeu até convite para fazer filme pornô por um casal que se dizia representante de uma produtora do gênero, mas acabou recusando com medo de se descoberta, mesmo sendo paga para fazer uma dança no reservado e em seguida participar de uma suruba com o referido casal, que apareceu mais duas vezes e pagou pela dança e transa. Vânia disse que se sentia enojada com a situação de ser obrigada a fazer aquilo por dinheiro, sem nenhum sentimento. Uma das garotas do local, deu uma dica interessante para aliviar a pressão: imagina que tu tá noutro lugar, assim agente sofre menos. Ela disse ter reconhecido este suposto casal dias depois quando viu uma cena de um DVD pornô, onde os dois fodiam com uma outra garota que assistiu antes de ir pro palco. Segundo Vânia, as garotas de programa da casa eram quase que obrigadas a ficar vendo estes filmes antes de entrar no palco polidance, ou nos quartos quando iam transar com os clientes que frequentavam aquele ambiente. A maior parte destes DVDs eram de garotas americanas e orientais fazendo strip-tease, de suruba e gang-bang, ou seja, sexo nada comum. Talvez para as mulheres se ambientarem com o local e não estranhar o que eram pagas para fazer. Por incrível que possa parecer, a medida que ela revelava o que tinha passado, me deixava mais excitado. Como estávamos nus abraçadinhos deitados de conchinha por trás dela encostei meu pau bem duro na sua bundona. Vânia abriu um pouco as pernas fazendo a cabeça da minha pica encostar bem na entrada da sua buceta. Nisso ela empinou o corpo pra trás. Metade do meu pau entrou na sua buceta e ela pediu pra que eu ficasse parado. Fez movimentos de vai e vem fodendo meu pau que entrava e saia da sua xana molhada. Colocou dois dedos no seu grelo e passou a massageá-lo intensamente, gemendo feito louca, Vânia explodiu num gozo pra lá de alucinante soltando um líquido transparente que molhou boa parte da cama, apertando meu pau contra as paredes de sua vagina, com seu grelão todo inchado que formava uma espera do tamanho de um limão roçando na cabeça do meu pau todo enfincado batendo bem no fundo da sua xoxota. Atingimos o orgasmo em conjunto, inundei seu canal vaginal de porra e ela não se importou gozar dentro, pois era ligada. Continuei com o pau duro metendo na sua buceta e ela me incentivando o tempo todo: - Vai, mete que eu quero mais. Me fode toda meu garanhão. Mais uns quinze minutos de meteção e gozei de novo. Ela assustada disse: - Meu Deus, que coisa boa. Com uma rola dessa por perto, eu não fico mais na seca. Te adoro, meu gato. Durante mais de cinco anos foi assim: uma mulher casada na sua casa, mas na cama dizia que era só eu que a transava com ela. Dá pra acredita?


Comentários

teca em : 12/08/2020

Finge que acredita. Adorei ler, ótimo conto.