De santa só a cara
Publicado por: frano69 em 14/01/2026
Categoria: Hetero
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Tudo aconteceu quando tinha 19 anos e trabalhava como motoboy para completar minha renda , pois o meu ingresso na faculdade consumia quase todo os parcos recursos que eram enviados pelos meus pais que moravam no interior. Havia dias que praticamente não havia entregas, mas eram uma exceção à regra, pois quase todos os dias eram de alta demanda, o que me obrigava a andar sempre rápido, não raras de vezes de forma arriscada. Nestas entregas desta vida louca que levava conheci a filha de uma cliente de rostinho angelical, corpo tipo mignon, seios pequenos, loirinha simpática, tipo beatinha que sempre atendia a porta quando eu fazia entrega de pizza ou de sushi naquele apartamento espaçoso e cheio de vida,já que haviam muitas pessoas morando lá, o que quase e sempre triplicava a quantidade de pizza e refrigerantes, aumentando consideravelmente a minha taxa de entrega, que vez por outra me davam uma gorda gorjeta. Dias e meses se passando até que num final de semana me veio um pedido de entrega para este apartamento. A princípio achei estranho ao ver que havia pedido apenas uma pizza e um refri pequeno de 600 Ml. Ao chegar no apartamento, toquei a campainha e aquela garota apareceu usando apenas uma camisola branca, sem nada por baixo que dava pra ver os mamilos de seus peitinhos pequenos e rosados e uma pequena floresta negra de pêlos pubianos bem aparados que delineavam a sua xoxota. Não deu pra segurar a excitação e fiquei de pau duro na hora. Fabrícia (nome fictício), percebeu o volume na minha calça, abriu um lindo sorriso e me convidou para entrar. Achei tudo isso muito estranho, pois aquele apartamento sempre estava lotado e naquela noite estava quase vazio. Fiquei paralisado na porta vendo toda aquela cena deslumbrante daquela garota seminua, usando camisola transparente. Fabrícia replicou - Como é que é, vai entrar, ou vai aí só me olhando chamando atenção da vizinhança.- Tudo bem, vou entrando. Com licença.
- Fecha a porta, por favor. Deixe sua mochila naquela poltrona. Traga minha pizza que estou com fome.
Entreguei a pizza junto com o refri e fiquei aguardando que ela terminasse de comer. Fabrícia fez questão que eu comesse uma fatia de pizza junto com ela. Sua camisola era grande e frouxa para aquele corpinho de bailarina que mostrava tudo e ela parecia não se importar com aquela situação que me deixava cada vez mais excitado. Terminamos de comer a pizza e ela levou pela mão até um sofá cama que havia na sala e sem demonstrar nenhum pudor sacou imediatamente sua camisola, ficando completamente nua na minha frente. Abriu um lindo sorriso e falou.
- Estamos sozinhos aqui. Quero você. Faz tempo que não sei o que é sexo. Vem meu gato, meu ajuda, senão eu vou pirar.
Foi tudo muito rápido. De súbito, tirei toda minha roupa e fui com tudo pra cima daquela garota devassa que de santa só tinha a cara. Abracei-a e a apertei contra o meu peito, deu um gostoso beijo de língua. Ela correspondeu me abraçando com braços e pernas. Aproveitei para esfregar meu pau na sua xerequinha já molhada. Fabrícia gemia como uma louca quase implorando que eu a penetrasse. Ergueu sua pernas a altura minha cintura, pegou meu cacete e o direcionou para a entrada da sua xoxota que literalmente engoliu tudo de uma vez. Passou a fazer movimentos pélvicos pra frente e pra trás. Meu pau entrava e saia até a metade da sua buceta molhada que parecia algo insaciável. Fez questão de pergunta se eu estava gostando de foder naquela posição. apenas balancei a cabeça concordando. Não sei ao certo quanto tempo ficamos metendo daquele jeito até que pediu que a comesse de quatro no sofá. Apesar de ser magrinha, Fabrícia tinha bucetão imenso para o tamanho do seu corpinho delicado. Não me fiz de rogado. Enfiei tudo de um só golpe, enquanto Fabrícia gemia urrava de prazer. Aumentei as estocadas até perceber que o meu gozo estava chegando. Quando senti meu pau fervilhando lhe avisei que meu gozo estava chegando. Fabrícia pedindo que eu gozasse na sua boquinha. Fez um boquete tão gostoso que parecia ter boca de veludo. Foi demais pra aquela foda pra lá de excitante. Gozei litros de porra na sua boca. Minhas pernas ficaram bambas de tanto prazer. Fabrícia fez questão de engolir até a última gota de esperma e continuou chupando minha pica acariciando meu saco. Apesar daquele orgasmo intenso, sua habilidade em fazer boquete era tanta que pouco a pouco meu pau voltou a ficar duro como pedra. Ela o tirou da boca por instante, riu e disse: Deita no sofá que eu quero cavalgar este cacete gostoso. Fiz o que ela pediu: Fabrícia agarrou meu pau e o colocou bem na entrada da sua buceta encharcada. Sem nada para impedir, entrou tudo de uma vez com muita facilidade. Fabrícia subia e descia no meu pau num ritmo frenético, sem fazer nenhuma pausa, enquanto eu acariciava suas coxas e seus mamilos pequenos que haviam ficado rijos apontando pra mim. Fabrícia aumentava cada vez mais os movimentos. Estava ficando ofegante com toda aquela meteção até que...
- Ai, não para que eu vou gozar, caralho. Ah, ah, ah. Porra, eu tô gozando, cacete. Fode tesão, vai. Ah, ah
Seu squirting foi tão intenso que molhou toda minha barriga. Vi aquele esguicho sair uma três vezes da sua encharcada buceta. Fabrícia requebrava em cima de mim igual a uma rainha de bateria de escola de samba, enquanto meu pau permanecia fincado na sua buceta. Após essa gozada louca, foi a vez de sentir suas pernas ficarem bambas. Fabrícia pediu que eu a fodesse de ladinho, pois não aguentava mais cavalgar. Me posicionei atrás dela e passei a meter mais devagar na sua buceta bem molhada. Abracei ela por trás e beijei o seu pescoço. Ela pirou. Passou a fazer movimentos empinando a bundinha para facilitar a penetração. Foi aí que bateu aquela vontade de comer o seu cuzinho. continuei beijando mordiscando o seu lindo pescocinho e sussurrei no seu ouvido: - quero comer sua bundinha. Você deixa?
- Por que não pediu antes, gato. Pra foder de verdade tem que ter também piroca no cuzinho.
- Vou meter.
- Calma. Deixe que eu coloco.
Aproveitou todo líquido da buceta melecada, botou na porta do seu cuzinho, puxou o prepúcio da cabeça do meu pau, lubrificou bem e meteu até a metade, provando que ali que fora usado. Comecei bombando devagar até ela pedir que eu aumentasse as estocadas. Quando disse que meu gozo estava vindo, Fabrícia empinou mais a sua bundinha e pediu que terminasse tudo dentro dela.
- Enche meu cu porra, vai. Mete tudo que quero. Goza pra mim, vai gato. Goza, goza, goza. Goza tudo lá dentro.
De tanto pedir não deu outra. Gozei feito um animal. Ainda ficamos uns cinco minutos engatados até meu pau amolecer e sair de dentro. Fabrícia me convidou para tomar banho com ela. A caminho do banheiro pude ver minha porra saindo do seu cuzinho e escorrendo pela perna. Tomamos uma boa chuveirada e nos recompomos. Fabrícia acabou fazendo uma revelação bombástica. Seus pais haviam viajado com seus irmãos e ela tinha ficado esperando seu marido que viajava muito a negócios e chegaria somente na semana seguinte. Passou um filme na minha cabeça, aquela gatinha com cara de adolescente e corpo de bailarina era, na verdade uma mulher casada e safada. Me despedi dela e segui com meu trabalho, mas este caso não ficaria restrito apenas a uma única transa casual, mas isso é outra história...
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