Provador Indiscreto

Publicado por: frano69 em 05/08/2026
Categoria: Hetero
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Tudo aconteceu quando fazia faculdade em Salvador, Bahia. Como a grana andava curta na época, uma colega me convidou para ajudá-la a vender artigos de moda praia num pequeno boxe que ficava no Mercado Modelo, pois seus pais haviam se separado e ela corria o sério risco de perder a condição de permissionária do mesmo. Como não tinha nenhuma prática como vendedor, Adélia foi me repassando os macetes e em menos de um mês já estava familiarizado com o negócio. Vendíamos de tudo, desde saída de banho até os biquínis mais minúsculos que deixava a macharada pra lá de ouriçada. Certa feita, tivemos que atender a um casal de suecos com quase dois metros de altura que falava muito pouco o nosso português, o que nos obrigou a usar mímica como meio de comunicação. Adélia me pediu que eu levasse os modelos de biquínis para a mulher experimentar, pois estava muito ocupada atendendo outros clientes. Ao bater discretamente na porta do provador, a garota sueca me surpreendeu, pois já estava completamente nua, com sua buceta gigante coberta de espessos pêlos pretos. Deixei os biquínis no cabide e imediatamente fechei a porta para não causar constrangimento. De maneira inesperada ela abriu a porta e fez um gesto para que eu ajudasse a escolher o modelo que melhor se encaixava no seu perfil. Olhei para seu companheiro à distância que parecia não se importar de ver sua mulher nua na frente de outro homem. Fiz um gesto de que preciso depilar sua xota, pois nenhum dos modelos daria certo. De súbito, ela retirou um barbeador de dentro de sua bolsa e sem nenhuma cerimônia acenou para eu depilasse a sua buceta bem cabeluda. Diante da situação fiquei sem saída. Tranquei a porta do pequeno provador e "mãos à obra". Comecei aparando as laterais delicadamente até deixar suas virilhas bem lisinhas. Olhei pra ela discretamente e ela me deu um lindo sorriso. Fui depilando até deixar um pequeno volume de pêlos acima de seu clitóris a ponto de tocar levemente num dos seus grandes lábios, aquela altura já bem molhado. Ela falou palavras na sua língua que eu não consegui compreender. pediu que eu ficasse de pé. Apontou a mão para o peito e disse seu nome: Glenda. Baixou o zíper da minha calça e pagou um lindo boquete. Gozei feito um cavalo na sua boca de veludo. Fez questão de engolir cada gota de esperma. Saí furtivamente do provador e fui atender outros clientes, pois naquele dia o box estava bombando. Batemos um recorde de vendas. No final de dia Adélia veio me perguntar como foi que eu convenci aquela mulher sueca a comprar toda a coleção de biquínis médios e pequenos da loja. A única coisa que eu disse foi: - Deixa pra lá. Vai ver esta gringa simpatizou comigo e levou tudo.
- Cara, isso não tá certo. O marido dela só levou um calção de banho e ficou esperando por ela um tempão aqui no balcão.
- Mas ela é mulher, né. Você sabe como é.
- Safadinho que é você. Eu vi o tempo que você com ela dentro do provador. Alguma coisa vocês fizeram. Pode contar pra mim.
- Ela me obrigou a fazer depilação nela para poder usar os biquínis.
- Tá brincando comigo Guto.
- Claro que não. Fiquei até com tesão, mas tudo não passou disso.
- Tá bom. Vou fazer de conta que acredito.
O tempo passou e nunca mais a vi, mas a lembrança daquela loira de 1,90m toda nua sem nenhum pudor na minha frente ainda mexe comigo. Surgiram outras gatas bem desinibidas naquele provador indiscreto, mas não era como aquela sueca tesuda.


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